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“Não há espaço para quem se satisfaz com o mínimo”, diz presidente da comissão de Coaching

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Terminou na tarde desta sexta-feira (22) o II Congresso Nacional de Coaching Jurídico. O presidente da Comissão Especial de Coaching Jurídico da OAB Nacional, Fernando Borges Vieira, proferiu a palestra de encerramento “O futuro: as tendências da advocacia”. Realizado nos dias 20, 21 e 22 de outubro, pela OAB Nacional, por meio de sua Comissão Especial de Coaching Jurídico, o encontro reuniu especialistas no assunto, que trataram de temas relevantes para a organização da carreira jurídica.

“Já não há mais espaço para advogadas e advogados que se satisfazem com o mínimo que a sua profissão exige”, disse Vieira. “Não bastam mais as habilidades concretas e enumeráveis. É preciso ir além. O profissional se destaca quando desenvolve competências distintas daquelas desenvolvidas pelos colegas”, acrescentou o presidente da comissão.

Vieira propôs ainda que os profissionais pensem suas carreiras para além da reflexão sobre suas profissões. “É importante pensar a nossa carreira, não nossa profissão, de forma individualizada. Perceber quais são nossas forças de potência, quais são nossas fraquezas, quais as nossas oportunidades e tudo que possa nos ameaçar. Se tenho forças, tenho de potencializá-las para me tornar ainda mais forte. Se tenho fraquezas, devo trabalhá-las para que elas se transformem em forças”, afirmou.

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Ao longo dos três dias de encontro foram debatidos temas como Gestão de Carreira na Advocacia, Principais Competências da Advocacia de Alta Performance, Marca Pessoal e Marketing Jurídico Ético e Responsável, Ferramentas e Práticas de Coaching Jurídico, Relacionamento com Clientes e o conceito de Advocacia 5.0.

Veja a seguir como foi o último dia do congresso:

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JURÍDICO

OAB realiza congresso sobre impactos e efeitos da pandemia em crianças e adolescentes

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A OAB Nacional, por intermédio da sua Comissão de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, nesta sexta-feira (3), o I Congresso Nacional de Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes – Prioridade Absoluta: Os Impactos e Efeitos da Pandemia. O evento ocorreu em plataforma digital e teve transmissão pelo canal da OAB Nacional no Youtube.

O membro honorário vitalício da OAB Nacional Cezar Britto representou a diretoria. “Amar as pessoas no hoje é fundamental, no agora, para que tenhamos no amanhã pessoas que se amam. Isso quem nos ensinou foi Dalai Lama. Não há amanhã sem a certeza de construirmos um agora. E esse congresso é exatamente uma oportunidade de debatermos essa construção conjunta sob os melhores prismas”, disse.

Na abertura dos trabalhos, a presidente da Comissão Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Glícia Salmerón, destacou o papel institucional representativo da Ordem através da comissão. “A OAB dedica atenção especial à temática, tanto é que transformou em permanente a comissão que hoje presido. Os temas trazidos ao debate mostrarão porque crianças e adolescentes devem prioridades absolutas na formulação de políticas públicas. Sigamos juntos, pois a infância precisa de nós”, afirmou. Ela destacou, ainda, a importância dos três congressos estaduais já realizados sobre o tema, respectivamente pela OAB-RJ, OAB-PR e OAB-MT. 

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Também compuseram a mesa de abertura os conselheiros do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) André Godinho e Marcos Vinicius Jardim Rodrigues; a presidente da Comissão Nacional da Mulher Advogada e presidente eleita da OAB-BA, Daniela Borges; o conselheiro federal pela OAB-PE, Leonardo Accioly; a presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Fernanda Monteiro; a presidente do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, Isa Maria de Oliveira; o secretário-geral do Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Ricardo Melo; o vice-presidente da Comissão Nacional de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente, Anderson Rodrigues Ferreira; a secretária-geral, Silvana do Monte Moreira; e os membros Carlos Kremer e Tatiane Barros.

Ao longo do dia, quatro painéis debateram, respectivamente, as temáticas do Provimento nº 36 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ); do acolhimento e adoção de crianças; do trabalho infantil; e da obrigação de prover educação as crianças e adolescentes acolhidos e aos adolescentes em medida socioeducativa.

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