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Concad discute gestão em saúde e campanha de vacinação em São Paulo

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A Coordenação Nacional das Caixas de Assistência dos Advogados (Concad) visitou, nos dias 21/6 e 22/6, hospitais e laboratórios em São Paulo, com o objetivo de trocar experiências sobre gestão em saúde e discutir os preparativos para a campanha de vacinação de 2023. 

Saúde primária e telemedicina foram os temas tratados nos Hospitais Sírio Libanês e Albert Einsten. Já nos laboratórios Inovac, Abbott e no Instituto Butantan o tema foi a campanha de vacinação contra a gripe. 

Além do coordenador nacional da Concad e presidente da CAADF, Eduardo Uchôa Athayde, estiveram presentes nas reuniões os presidentes das Caixas de Assistência de Goiás (Casag), Jacó Coelho, do Paraná (CAA-PR), Fabiano Augusto Piazza Baracat, da Bahia (CAAB), Maurício Leahy, e do Acre (CAAAC), Laura Cristina Lopes de Sousa.

“Esses encontros são fundamentais para o cumprimento da missão assistencial das Caixas de Assistência, de amparar a advocacia, melhorando o acesso a serviços de saúde como a vacinação, que tem se mostrado cada vez mais essencial em nossos tempos”, afirma Eduardo Uchôa Athayde. 

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TJTO majora a fixação de honorários após participação da OAB como amicus curiae

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A 4ª Turma da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins (TJTO) decidiu, por unanimidade, dar provimento a embargos de declaração opostos majorando honorários sucumbenciais de 10% para 12%, nos termos do art. 85 do Código de Processo Civil, nos autos de uma apelação cível. A decisão ocorre após atuação da OAB Nacional e da OAB-TO como amicus curiae no julgamento.

O caso envolveu a decisão em que o juízo de origem fixou os honorários advocatícios em 10% sobre o valor atualizado da causa, em correta observância do disposto no § 2º do artigo 85 do Código de Processo Civil (CPC). Entretanto, a sentença foi modificada por decisão da 1ª Câmara Cível do TJTO. Os honorários sucumbenciais foram arbitrados em R$ 15 mil. Além disso, foi afastada a incidência de honorários recursais, apesar do disposto no artigo 85, § 11, do CPC.

No pedido, a Ordem salientou ainda a publicação do acórdão do julgamento do Tema 1.076 dos recursos repetitivos, publicado no dia 31 de maio pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Nele, foi fixada a tese pela inviabilidade da fixação de honorários de sucumbência por apreciação equitativa quando o valor da condenação ou o proveito econômico forem elevados.

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“A situação inspira cautela e reflexão, sobretudo pelo circunstancial aviltamento dos honorários advocatícios, parcela remuneratória de natureza alimentar (Súmula Vinculante 47) devida aos advogados em contraprestação aos serviços prestados, decorrer da equivocada aplicação do § 8º do artigo 85 do CPC em causa que não comporta apreciação equitativa, pois determinado o seu valor”, consta no documento formulado pela OAB Nacional e pela OAB-TO.

Atuação institucional em prol das prerrogativas

No pedido de ingresso, a OAB esclarece que, nos termos do artigo 49 da Lei 8.906/1994, “intervém em processos para defender prerrogativas de advogado, demonstrar qual é a sua dinâmica e como elas devem ser observadas em cada caso concreto. “(A Ordem) Não atua propriamente em prol do advogado, mas de suas prerrogativas, o que é bem diferente, porque se trata de uma perspectiva necessariamente coletiva (e necessariamente institucional) e não individual”.

O documento de ingresso no julgamento é assinado pelo procurador-adjunto de Defesa dos Honorários Advocatícios, Sérgio Ludmer, pelo presidente da OAB-TO, Gedeon Batista Pitaluga Júnior, e pela procuradora-geral de prerrogativas da OAB-TO, Auridéia Pereira Loiola Dallacqua.

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Leia aqui a íntegra da decisão da 4ª Turma da 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado de Tocantins 

Leia aquio pedido da Ordem para ser amicus curiae na ação

Fonte: OAB Nacional

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