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Anuidade Zero já é utilizado por 10% da advocacia nas seccionais participantes e torna-se aliado na pandemia

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Sabia que um em cada dez advogados que atuam nas seccionais participantes faz parte do Programa Anuidade Zero (PAZ)? São mais de 17500 profissionais dos estados do Acre, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Paraíba e Pernambuco que transformam até aquelas despesas de primeira necessidade em pontos que podem zerar a anuidade da advocacia. Para muito além disso, o PAZ é um grande aliado no combate à pandemia por meio da rede que possibilita enfrentar as restrições do momento com respeito ao isolamento social, medida comprovadamente eficiente no combate ao coronavírus.

Às vésperas de completar seis meses de operação, o PAZ é mais uma ferramenta da advocacia que, ao zerar a anuidade ou abater significativamente seu valor, alavancará a atuação dos profissionais no momento em que a economia enfrentará um grande desafio. “Em tempo de pandemia, economizar é um imperativo. A rede de parceiros virtuais do PAZ permite que, mesmo em isolamento e sem alteração nos hábitos de consumo, consigamos reduzir ou até zerar a anuidade paga à OAB. Havendo excedente de pontos acumulados em relação ao valor da anuidade, o advogado pode receber até dinheiro de volta. Ou seja: não pagar a anuidade e a ainda  receber”, afirmou o presidente da Comissão Especial para Implementação do Programa da Anuidade Zero, Ronnie Preuss Duarte.

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O PAZ não é somente um oportunidade para a advocacia que economiza. O setor produtivo também terá pela frente seu caminho até a recuperação. O programa é uma vitrine para que empresários possam achar mais um espaço nessa economia de pandemia. O PAZ tem atualmente mais de 50 lojas virtuais, de diversos segmentos, oferecendo remédios, roupas, calçados, eletrônicos e bens de consumo, como alimentos, produtos de limpeza e higiene pessoal.

Por ser uma chance para a advocacia poupar, por criar uma rede que fomentará a recuperação para empresas, beneficiando a economia do país, e por contribuir no esforço coletivo, o programa estabelece alicerces que sinalizam sua confiabilidade e resiliência. Apesar de ter entrado em operação no meio da grande turbulência provocada pela circunstâncias atuais, o PAZ tem cada vez mais sido descoberto pela advocacia como um aliado.

“O programa tem sido muito bem sucedido em todos os seus propósitos. Já temos um número expressivo de participantes, ultrapassando 17 mil colegas, nos seis estados que aderiram até o presente momento. Estamos  trabalhando incessantemente para ampliar a rede conveniada, aumentando as opções disponíveis. Acreditamos no programa como uma maneira inovadora de aliar a segurança financeira da advocacia e o equilíbrio e boa gestão da Ordem, que é a nossa casa e uma entidade que tem grande responsabilidade social com o Brasil. É uma relação ganha ganha para todos os envolvidos”,  acrescentou o presidente da comissão.

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JURÍDICO

Seminário debaterá a necessidade de conexão entre mercado imobiliário e Poder Judiciário

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Com o apoio da OAB Nacional, o Instituto Justiça & Cidadania promoverá, no dia 17 de agosto, o Seminário Judiciário e Mercado Imobiliário: um diálogo necessário sobre vícios construtivos. O evento terá transmissão ao vivo pelo canal da OAB no YouTube e é fruto de uma parceria do instituto com o Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a Associação de Juízes Federais (Ajufe) e a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

O seminário integra o projeto “Conversa com o Judiciário” e contará com a presença de ministros do STJ, juízes federais, representantes do mercado imobiliário e advogados especializados no setor. Os ministros Luis Felipe Salomão e Paulo de Tarso Sanseverino, junto ao juiz federal Antônio Cesar Bochenek, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), são os coordenadores científicos do evento. 

Atualmente, tramitam na Justiça Federal mais de 51 mil ações relacionadas a vícios construtivos. Outros milhares de ações sobre o tema estão em curso na justiça comum estadual, sendo que grande parte é formada por demandas temerárias, ajuizadas sem provas dos alegados vícios, e muitas vezes sem que haja a oportunidade de promover os consertos.

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O seminário debaterá formas de reduzir a judicialidade excessiva e estimular o uso de soluções extrajudiciais para solucionar conflitos relacionados ao tema.

Os participantes inscritos receberão certificado para comprovação de quatro horas de atividade extracurricular. Clique aqui para se inscrever 

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