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Exclusivo: Ministra Rosa Weber recebe queixa crime de Gimenez contra Kajuru

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Luciana Gimenez e Jorge Kajuru
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Luciana Gimenez e Jorge Kajuru


A Ministra Rosa Weber do Supremo Tribunal Federal, o STF, recebeu, na última quarta-feira (28), a queixa crime ajuizada por Luciana Gimenez contra o senador Jorge Kajuru, antigo partido Cidadania e do qual foi convidado a se retirar. A queixa crime em questão determina a notificação de Kajuru para que o mesmo apresente defesa no prazo de 15 dias.

A queixa crime apresentada pelo advogado, Lucas Guimarães Diaz, que representa a apresentadora na ação, indica a prática dos crimes de injúria e difamação feitos pelo senador Jorge Kajuru em entrevista ao vivo no programa “Na Lata” em março desse ano.

O senador ainda responde a processo na esfera cível estadual de São Paulo, pelo qual Luciana Gimenez pede indenização por danos morais. O senador ja foi citado e, liminarmente está impedido de falar sobre Luciana, sob pena de multa diária de R$20.000,00.

Quem pensa que os ataques de Kajuru contra Luciana Gimenez vem de hoje, se engana. A apresentora, que já ganhou em última instância um processo contra o senador, movido em 2004, luta agora pelo cumprimento da sentença para que ele pague a quantia determinada pelo judiciário e que hoje gira em R$100.000,00.

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Imotivada e gratuitamente já que nunca foram amigos ou tiveram qualquer tipo de intimidade, há 20 anos Kajuru vem se manifestando em público de maneira ofensiva e grosseira em relação à apresentadora, direcionando a sua integridade e honra como mulher. Sua conduta atingiu tal nível que ele, um senador da República, despreza decisões do poder judiciário que não lhe convém.

Os ataques que Jorge Kajuru vem direcionando a Luciana Gimenez criam uma situação muito perigosa, pois abre precedente para que outros homens façam o mesmo com mulheres achando que sairão ilesos de suas responsabilidades.

Vale lembrar que a cada 7 horas, uma mulher morre vitima de feminicídio. A cada 1 hora, 500 mulheres são espancadas. A cada 11 minutos, uma mulher é estuprada no Brasil e tudo começa com um dito “simples xingamento” que o homem se acha no direito de proferir contra uma mulher.

Há rumores que Luciana possa ainda entrar com uma ação por tortura psicológica contra o senador. Amparada pela Lei 9.455/97 que reconhece que o crime de tortura não se trata somente de abusos físicos, englobando situações que resultam em sofrimento mental ou psicológico.

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As constantes humilhações públicas que Luciana vem sendo exposta na imprensa ou em programas em rede nacional seriam provas irrefutáveis da atitude do senador. Seus filhos tem passado por vários transtornos devidos aos ocorridos. Lucas Jagger inclusive foi atacado em uma postagem no Instagram do senador, que a retirou do ar após sofrer imensas críticas da opinião pública.

Para terminar vale lembrar que como citado em todo texto, Jorge Kajuru é um senador da República eleito democraticamente e tem como papel fazer com que a constituição seja obedecida, constituição essa que diz no artigo 5° inciso X ” são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas, assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.”

Fonte: IG GENTE

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Eva Wilma quase atuou em filme de Hitchcock nos anos 1960

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Eva Wilma

Com uma extensa carreira no teatro e em produções de TV no Brasil,  Eva Wilma, que morreu neste sábado em decorrência de um câncer de ovário, atraiu olhares de Hollywood quando jovem — e quase estrelou um filme de Alfred Hitchcock.

Em 1969, durante uma viagem com o marido John Herbert (1929-2011) em visita aos estúdios da Universal Pictures, nos EUA, a  Eva foi fotografada por um agente que buscava uma atriz latino-americana para um novo longa de Hitchcock, nome por trás de sucessos como “Psicose” (1960) e “Janela indiscreta” (1954).

A produção em questão era “Topázio” (1969), título menos conhecido da filmografia do diretor, sobre conflitos entre espiões americanos, franceses e cubanos durante a Guerra Fria. E lá foi Eva Wilma , sozinha, para Hollywood, nos EUA, ao receber o convite do cineasta para realizar enfim um teste, meses depois de ter voltado ao Brasil.

“Nunca tinha viajado sozinha de avião, nem mesmo até a esquina. Foram nove dias de transformação geral, inclusive com seios postiços. E aí eu falava para o chefe de maquiagem (em Hollywood) : ‘Mas eu não preciso disso, está tudo bem’. E ele dizia: ‘Olha, a Audrey Hepburn levou dois anos para conseguir trabalhar sem o seio postiço’. Foi quando falei: ‘Então, tá bom'”, recordou ela, em entrevista para o programa Vídeo Show, da TV Globo.

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Em outras entrevistas, a atriz relatou como ficou impressionada com a reverência com a qual tratavam Hitchcock. “Quando fui colocada no cenário para o primeiro teste, as pessoas (da produção) pararam o que estavam fazendo e começaram a aplaudir. Era o Hitchcock entrando no estúdio”, rememorou, em entrevista recente a Pedro Bial.

Na ocasião, Eva Wilma e Hitchcock chegaram a ter um pequeno desentendimento. É que o cineasta pediu para a atriz improvisar algumas falas diante da câmera, e a atriz se confundiu com a língua inglesa, que não dominava bem. “Me lembro que ele me disse: ‘Você está querendo me irritar falando em uma língua que não é a minha, fala na sua língua, fala em português'”, lembrou a atriz.

“Ele era genial, sádico, extremamente vaidoso, tinha muito talento e prazer na maldade, no suspense”, opinou Eva Wilma sobre o “Mestre do Suspense”, como o Hitchcock é chamado, em conversa com o jornalista Zeca Camargo, em 2014.

Quem ficou com o papel, ao final do processo de testes, foi a atriz alemã Karin Dor. “Meu único consolo é que ‘Topázio’ não foi um dos bons filmes dele do Hitchcock). Mas eu queria ter feito de qualquer jeito. Ah, eu queria ter feito o filme, mas depois eu teria voltado para o Brasil”, contou a atriz.

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Fonte: IG GENTE

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