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Vale vai pagar R$ 40,2 bilhões em dividendos

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Vale anuncia que vai pagar R$ 40,1 bilhões aos acionistas da empresa
Fernanda Capelli

Vale anuncia que vai pagar R$ 40,1 bilhões aos acionistas da empresa

Na última quinta-feira (16), a Vale anunciou que vai pagar R$ 40,2 bilhões em dividendos aos acionistas da empresa. O pagamento, referente ao primeiro semestre de 2021, será de cerca de R$ 8,10 por ação – o maior dos últimos anos.

Os detentores de ação ordinária e ação preferencial de classe especial recebem a bonificação em 30 de setembro. Já os titulares de ADRs (ações negociadas em Nova York) serão pagos a partir de 8 de outubro.

No primeiro semestre, a Vale acumulou lucro de R$ 70,6 bilhões, dado, em partes, pela alta da cotação do minério de ferro no início do ano. Pela primeira vez, a commodity tinha ultrapassado US$ 200 (aproximadamente R$ 1.059, no câmbio atual) por barril. 

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Na quinta, as ações da companhia fecharam em queda de 4,15% na Bolsa de Valores. Ainda assim, ela acumula uma alta de 7% em 2021.

Desde a tragédia de Brumadinho (MG), em 2019, a mineradora já anunciou R$ 34,2 bilhões em dividendos. Na época do rompimento da barragem, que deixou 272 mortos, os pagamentos haviam sido suspensos e só foram retomados no ano seguinte.

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ECONOMIA

Copom define taxa básica de juros nesta semana

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O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) realiza nesta terça (7) e quarta-feira (8) a última reunião do ano para definir a taxa básica de juros, a Selic. Atualmente, a taxa está em 7,75% ao ano.

Com a alta da inflação, a expectativa do mercado financeiro, consultado pelo BC, é que os juros básicos subam 1,5 ponto percentual para 9,25% ao ano.

O atual ciclo de alta da Selic começou em março deste ano, quando a taxa subiu de 2% para 2,75% ao ano.

Histórico da taxa básica de juros de fevereiro de 2020 a outubro de 2021 Histórico da taxa básica de juros de fevereiro de 2020 a outubro de 2021

Histórico da taxa básica de juros de fevereiro de 2020 a outubro de 2021 – Fonte: Banco Central

A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. É o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.

O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

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Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Ao reduzir a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Entretanto, as taxas de juros do crédito não variam na mesma proporção da Selic, pois a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Os bancos também consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.

Inflação

Para 2021, a meta de inflação (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA), que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior é 5,25%.

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Segundo os últimos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA ficou em 10,67%, no resultado acumulado de 12 meses encerrados em outubro deste ano.

Edição: Kelly Oliveira

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