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Touro de Ouro: retirada atende ‘demandas de esquerda’, diz Eduardo Bolsonaro

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O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) afirmou nessa quarta-feira que a remoção do Touro de Ouro atende as ”demandas da esquerda”. Alvo de polêmicas nas últimas semanas, a escultura de Touro foi retirada nessa terça-feira da frente do prédio da Bolsa de Valores, em São Paulo. A determinação veio da prefeitura do estado.

”Ridícula atitude da Prefeitura de SP, retirando uma atração turística que só traria atrativos ao centro. Tudo para atender às demandas da esquerda, que neste momento ri e seguirá depredando, pois isto funciona”, declarou o filho do presidente Jair Bolsonaro.

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Com uma placa com o nome da empresa responsável pelo monumento, a Comissão de Proteção à Paisagem Urbana (CPPU), da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, considerou que o Touro de Ouro tem caráter “publicitário ou promocional”, o que viola as normas da Lei Cidade Limpa. A Comissão avaliou ainda que a obra foi instalada sem autorização prévia da CPPU.

Desde que foi instalado, no último dia 16, o monumento recebeu diversas críticas, principalmente, por entidades que lutam contra a fome e a miséria no Brasil.

“O que para eles simboliza a força do mercado financeiro, para nós é um símbolo da fome, da miséria e da superexploração do trabalho. Mas, também é um lembrete de que continuaremos na luta por uma vida com dignidade. E é por isso que hoje fizemos essa ação simbólica de protesto”, informou o coletivo Juventude Fogo no Pavio em nota do coletivo

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Dólar sobe para R$ 5,56 pressionado pelo mercado internacional

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As pressões do mercado externo voltaram a pesar, fazendo o dólar subir pelo segundo dia consecutivo e praticamente anulando a queda no acumulado de 2022. A bolsa de valores resistiu às quedas nos mercados internacionais e fechou em leve alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (18) vendido a R$ 5,561, com alta de R$ 0,034 (+0,61%). A cotação iniciou o dia em queda, chegando a cair para R$ 5,50 por volta das 11h, mas inverteu o movimento, em meio à pressão pela alta vinda do mercado externo.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 0,28% nos primeiros dias de 2022. No fim da semana passada, o recuo acumulado chegava a 1,09%.

O mercado de ações teve um dia diferente. Após alternar altas e baixas ao longo da sessão, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 106.668 pontos, com alta de 0,28%. O indicador foi impulsionado pelas empresas de mineração, cujas ações subiram por causa do aumento no preço internacional do minério de ferro. Também houve a entrada de investidores estrangeiros em busca de papéis que ficaram baratos nas últimas semanas.

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O aumento dos rendimentos do título do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do mundo, voltou a pressionar o dólar em todo o planeta. Isso porque taxas mais altas nos bônus norte-americanos estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

No mercado interno, a mobilização dos servidores federais, que promoveram um dia de paralisação e de protestos em Brasília, foi acompanhada pelos investidores. O mercado tem receio de que o governo ceda às pressões e aumente o gasto público em ano de eleições.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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