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Secretário especial de Guedes nega demissão: “pedi para sair em dezembro”

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Waldery Rodrigues, ex-secretário especial da fazenda
Rodrigues Pozzebom/AgÊncia Brasil

Waldery Rodrigues, ex-secretário especial da fazenda

O secretário especial de Fazenda , Waldery Rodrigues, aproveitou a participação na sessão da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado, nesta segunda-feira (3), para falar sobre sua saída do cargo. Ele afirmou que desde dezembro de 2020 já mantinha conversas com o ministro Paulo Guedes sobre a possibilidade de deixar a função por questões pessoais e ressaltou que não foi demitido .

“Eu conversei com o ministro Paulo Guedes em dezembro do ano passado, com uma questão extremamente pessoal haveria uma possibilidade de eu sair da Secretaria Especial de Fazenda. Foi um pedido pessoal “, declarou o secretário ao final de sua apresentação sobre gastos públicos durante a pandemia.

De acordo com Waldery, desde então a equipe da Economia vinha fazendo reuniões internas para tratar do remanejamento , palavra que frisou bastante ao longo da explicação sobre sua saída da pasta. Ele será substituído por Bruno Funchal, que estava comandando o Tesouro Nacional.

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“Na terça-feira (dia 27 de abril) eu fui surpreendido por um vazamento, possivelmente mal endereçado, de que ‘o ministro Paulo Guedes demite o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues Junior’. De fato, não foi uma demissão, não existe isso” afirmou, em tom magoado.

Essa participação na comissão no Senado deve ser último compromisso oficial de Waldery como secretário. Ele foi convidado para seguir na equipe econômica como assessor especial.

“É uma honra muito grande receber esse convite. Eu estou conversando com com o ministro Paulo Guedes, tenho a minha questão pessoal desde dezembro. Mas é importantíssimo que a gente tenha aqui sempre a mesma diretriz. Nós somos combatentes da política fiscal responsável”, declarou.

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ECONOMIA

Tom agressivo de Bolsonaro afasta investimento da China

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Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Comentários agressivos sobre a China têm impactos negativos em negócios dos dois países

As falas agressivas de Bolsonaro contra a China têm provocado um afastameto dos investimentos do maior parceiro comercial do país: a China. Um dos impactos mais importantes para o cenário de combate à pandemia é o envio de insumos para a fabricação de vacinas contra a Covid-19. 

Além disso, novos investimentos em setores de energia, transporte e tecnologia também podem ser afetados pelas falas do presidente. Reuniões já foram canceladas em câmaras de comércio, que é a instância de parceria comercial entre os dois países, após acusações de que o país asiático estaria tirando proveito da pandemia para alavancar a própria economia. 

Ao Uol , o presidente da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-China (CCIBC) , Charles Tang , disse que as transações dependem de órgãos reguladores e de financiamento. Acrescentou que, a cada cometário de Bolsonaro sobre os chineses, surge uma insegurança sobre os negócios. 

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“Se tem negócio suspenso por causa das posições do governo sobre a China? Vou responder dando um exemplo. O mundo inteiro está correndo para ajudar a Índia. A China mandou milhões de vacinas para a Índia. A China não está correndo para ajudar o Brasil. Por que ajudou a Índia e não o Brasil?”, indagou, em entrevista ao Uol.

A China é o maior parceiro comercial do Brasil, que, em 2020, fechou com saldo positivo de US$ 35,4 bilhões em exportações para o país da Ásia. Registrou redução nos gastos com importação, sendo 2,7% a menos (US$ 34,6 bilhões), e aumento nas exportações de 7,3% (US$ 70,08) bilhões, saldo maior que as vendas para os EUA.

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