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Leite Moça muda o rótulo após 100 anos e traz personagens brasileiras; confira

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Leite moça muda o rótulo
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Leite moça muda o rótulo

E 100 anos se passaram… Da camponesa às consumidoras, a Nestlé , dona da marca Leite Moça , resolveu inovar e trouxe histórias de sete brasileiras para a embalagem das tradicionais latas do leite condensado . As pessoas foram escolhidas por utilizarem o produto no dia a dia, sobretudo em pequenos negócios. A ação faz parte da campanha “Leite Moça® 100 anos. Tudo que pode dar certo vai dar certo”, que celebra o centenário do produto no Brasil , comemorados em 2021.

No lugar da imagem tradicional, serão colocadas Dona Sônia, Bia, Gabriela, Angela, Tia Bena e Terezinha e sua filha Amanda serão representadas nas latas, que chegam em junho aos supermercados. Tia Bena, por exemplo, comanda a Doceria Tia Bena, em São Paulo. Já Gabriela está a frente da marca Pudim Terapia, que surgiu há pouco mais de um ano.

Para a homenagem, 100 histórias de brasileiras foram escolhidas e estão sendo contadas nas redes sociais de Leite Moça, mostrando como a marca impactou as suas vidas.

“De forma inédita, trocamos a moça da lata por mulheres reais que ajudaram a construir essa marca tão amada pelos brasileiros. Trazemos histórias de transformação e crescimento pessoal conquistados usando a marca como aliada na culinária e na confeitaria. Assim, homenageamos a Moça e as moças que fazem parte da sua trajetória”, comenta Renata d’Ávila, da FCB Brasil, responsável pela campanha.

Consumidoras

O leite condensado Milkmaid chegou ao Brasil em 1890. Mas por aqui ganhou o nome de Leite Moça, em 1921, quando a Nestlé abriu sua primeira fábrica no país.

A Nestlé conta que o nome foi dado espontaneamente pelas consumidoras, inspirado na camponesa que ilustra as latas desde a sua primeira versão.

Confira a campanha em: https://www.instagram.com/leitemocanestle/.

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Bolsonaro recria Ministério do Trabalho e Onyx ocupa quarta cadeira no governo

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O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Emprego e Renda, Onyx Lorenzoni
Palácio do Planalto/Flickr

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro do Emprego e Renda, Onyx Lorenzoni

Foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28) a recriação do Ministério do Trabalho e Previdência, cujo ministro será Onyx Lorenzoni. O braço direito de Jair Bolsonaro no Planalto ocupará sua quarta vaga no governo, já foi ministro da Cidadania, da Casa Civil, Secretário Geral da Presidência e agora cuidará do Emprego e Renda. 

O decreto foi assinado pelo Ministro Paulo Guedes, e representa o 23º ministério do governo Bolsonaro, que havia prometido, em campanha, governar com apenas 15. O ministério nasce robusto, com 13 secretarias e 7 conselhos e câmaras.

A ‘mini reforma ministerial’ promovida pelo presidente se deu em função da acomodação de Ciro Nogueira na Casa Civil, segundo interlocutores, “para melhorar o diálogo com o Senado”. Com isso, o antigo ocupante do cargo, Luiz Eduardo Ramos, deve ir para o antigo posto de Lorenzoni, a Secretaria Geral Presidência. 

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Ciro postou ontem (27) que aceitou o convite de Bolsonaro, que prometeu ” a alma do governo” ao líder do Centrão. 


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