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Gasolina e diesel ficam mais caros pela segunda semana, diz ANP

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Combustíveis dispararam em 2021 e seguem em alta em 2022
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Combustíveis dispararam em 2021 e seguem em alta em 2022

O preço da gasolina subiu na semana passada, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP). O valor médio do litro vendido nos postos do Brasil passou de R$ 6,608, há duas semanas, para R$ 6,664, entre os dias 16 e 22 de janeiro.

É um avanço de 0,84%.  É a segunda alta semanal seguida, informou a ANP.

Segundo o levantamento, o valor máximo do litro da gasolina vendido na bomba é R$ 7,99.

Em janeiro do ano passado, o litro da gasolina custava em média no Brasil R$ 4,483.  De lá para cá, a alta acumulada é de 48,65%.

Além da gasolina, o  litro do diesel também subiu, passando de R$5,422, há duas semanas, para R$ 5,582, na semana passada. Avanço de 2,95%, segundo a ANP.

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Em janeiro do ano passado, o litro do diesel custava em média R$ 3,606, acumulando um avanço de 54,79% até agora.

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Segundo especialistas, as altas na bomba refletem o reajuste feito pela Petrobras no último dia 11, quando a estatal anunciou  aumento nos preços de venda de gasolina e diesel para as distribuidoras.

Assim, a partir do último dia 12 de janeiro, o preço médio de venda do litro da gasolina da Petrobras para as distribuidoras passou de R$ 3,09 para R$ 3,24 por litro, uma alta de 4,85%. Já o litro do diesel teve avanço  para as distribuidoras de R$ 3,34 para R$ 3,61.

Essas altas nos preços ocorrem por conta das variações da cotação do dólar e do pretróleo.

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Petrobrás deixa de receber 30% do gás que chega de estatal boliviana

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Petrobras relata, em nota, os impactos causados pela redução de fornecimento do Gás
Agência Brasil

Petrobras relata, em nota, os impactos causados pela redução de fornecimento do Gás

Maio não foi um mês fácil para a Petrobras. Cerca de 30% da quantidade habitual de Gás Natural, proveniente da estatal boliviana YPFB. Sem essa redução de quase um terço do total, a importação brasileira gira em torno dos 20 milhões de metros cúbicos de gás, segundo fontes da empresa.

O impacto dessa redução se dá no planejamento operacional da Petrobrás, segundo declarações da empresa. Em nota, a empresa garante que busca soluções para que a YPFB cumpra o contrato legal, que prevê a chegada de uma quantidade padrão.

“Essa redução de 30% não estava prevista e implica a necessidade de importar volumes adicionais de Gás Natural Liquefeito para atender aos compromissos de fornecimento da Petrobras ”, afirmou em comunicado.

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