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Contas digitais do iFood, Uber e Rappi: descubra como funcionam e se vale a pena

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Contas digitais do Ifood, uber e rappi: veja como funcionam e se vale a pena usar

As contas digitais e plataformas online estão se tornando cada vez mais usuais para a população. Isso porque as mesmas facilitam a vida dos seus clientes e oferecem uma série de benefícios.

Atualmente, já é possível abrir contas até mesmo em aplicativos de comida como, por exemplo, o iFood, Rappi e Uber Eats. No entanto, algumas pessoas ainda possuem receio em sair dos meios mais tradicionais, sejam instituições financeiras ou formas mais antigas de pagamento.

Por conta disso, selecionamos as três principais plataformas de entrega de comida para explicar como funcionam as suas contas digitais:

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1 – iFood Card

Em resumo, o iFood Card funciona como uma espécie de vale-presente do delivery, que oferece ao usuário a opção de presentear seus amigos ou a si mesmo com refeições e lanches.

Portanto, o cliente pode incluir um valor de sua escolha na carteira digital do iFood e pedir comida em qualquer restaurante disponível dentro da plataforma. Entretanto, vale destacar que esse serviço não permite fazer transações externas.

Por outro lado, empresas e restaurantes podem usufruir da conta digital do aplicativo, que inclui todos os serviços que já existem em outros bancos. Por exemplo, saques, transferências, pagamento de contas e até empréstimos.

2 – RappiPay

Em parceria com a Visa, nasceu o RappiPay, uma espécie de cartão pré-pago internacional que deixa os usuários fazerem saques em Banco24Horas. Além disso, com ele, é possível comprar em estabelecimentos que ainda não oferecem o sistema de pagamento por QR Code.

Confira a reportagem completa aqui

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Embargo à carne não é ato político da China, afirma Ministra da Agricultura

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“Bloqueio de carne não é ato político da China”, disse Tereza Cristina em entrevista à CNN Brasil
Arquivo/Agência Brasil

“Bloqueio de carne não é ato político da China”, disse Tereza Cristina em entrevista à CNN Brasil

A ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, afirmou em entrevista à CNN Brasil nesta quarta-feira (27) que não acredita que o  embargo da China à importação de carne brasileira tenha razão política ou seja uma estratégia para reduzir os preços.

“Não posso afirmar isso. O que posso dizer é que se trata de uma estratégia chinesa e que o ministério tem a obrigação de fazer sua parte, que é prestar as informações pedidas de forma transparente”, disse.

A declaração da ministra é uma resposta às recentes preocupações da bancada ruralista da Câmara dos Deputados , que culpa o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelo veto chinês. Segundo os parlamentares, a relação diplomática com a China teria ficado comprometida após Bolsonaro atribuir a culpa pela pandemia de Covid-19 ao país asiático.

Havia ainda hipóteses de que o embargo seria uma tentativa da China de negociar com o Brasil os preços da carne bovina. Isso porque a alta demanda pelo produto elevou em 42% o valor da tonelada, que chegou a ser negociada em US$ 5,819 na primeira semana de setembro – quando se deu o veto.

Tereza Cristina ainda disse que a demora para o retorno das importações pelos chineses pode estar ligada a um aumento da produção de carne suína no país. “A China voltou a crescer com a produção de suínos, após problema que durou três anos. Hoje, eles têm um volume maior de carne suína. A gente substituiu um pouco essa necessidade por um tempo”.

Suspensão das exportações

O embargo chinês teve início em 4 de setembro, após a confirmação de dois casos atípicos de mal da vaca louca em frigoríficos de Minas Gerais e Mato Grosso. Conforme um acordo comercial previsto entre os dois países, o Brasil resolveu suspender as exportações de carne bovina para a China.

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Dias depois, porém, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) resolveu manter o Brasil com  status de “risco insignificante” para a doença . O órgão considerou que os animais haviam sido atigindos de forma independente e isolada. Por isso, não apresentavam “risco para a saúde humana”. Mesmo assim, a China resolveu manter a suspensão, que já dura sete semanas.

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Na semana passada, a ministra da Agricultura já tinha se colocado à disposição para  ir pessoalmente até Pequim negociar a retomada das exportações com as autoridades locais. À CNN , Tereza Cristina afirmou que tem conversado constantemente com as equipes técnicas para resolver o assunto. “Esperamos retomar os envios no curtíssimo prazo”.

Carne espera liberação para entrar no país

Apesar da suspensão das exportações, frigoríficos nacionais chegaram a embarcar carne bovina para a China depois de 4 de setembro. Estima-se que o Brasil tenha enviado cerca de 112 mil toneladas que já chegaram no país ou estão nos portos chineses aguardando liberação. “40% dessa carne os exportadores brasileiros recebem [o pagamento] mesmo antes de chegar à China”, informou a ministra.

Nesta quarta, o país asiático liberou a entrada de um lote de carne que estava armazenado no porto de Xangai desde o dia 15 de outubro. A informação foi confirmada pelo próprio importador Conrado Beckerman, ligado à consultoria Agrifatto, em depoimento ao podcast da empresa. Apesar disso, o embargo chinês à carne brasileira continua valendo.

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