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Confira os 5 fundos imobiliários que mais renderam em 2021

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Os fundos imobiliário (FIIs) são considerados investimentos menos arriscados por alguns analistas, uma vez que costumam obter um rendimento ordinário. Além disso, normalmente, pagam dividendos mensais.

Por via de regra, a elevação da taxa Selic tende a prejudicar o rendimento dos fundos de investimentos imobiliários. Com efeito, os investidores acabam migrando para aplicações de renda fixa, que em um cenário como este, oferecem menos riscos e mais rendimentos.

No entanto, dessa vez, a alta da taxa ainda não afetou os fundos imobiliários. Pelo contrário, segundo Smartbrain, plataforma de controle e consolidação de investimentos, 35% dos ativos negociados na Bolsa de Valores brasileira reportaram bons desempenhos em setembro.

Entre os fundos, o que mais se destacou teve uma valorização de 18,37%. Além disso, aqueles direcionados a shoppings e outlets, por exemplo, obtiveram uma rentabilidade de 28,94% no ano.

Pensando nisso, selecionamos os 5 fundos de investimentos imobiliários que mais renderam em 2021:

1 – Hectare CE FII (HCTR11)

Em primeiro lugar, o fundo de investimento imobiliário que apresentou maior rentabilidade aos seus investidores foi o Hectare CE FII.

O ativo visa comprar e construir para alugar, com isso, gerando uma renda mensal aos cotistas. Sendo assim, este investimento pode ser tanto em títulos imobiliários quanto em valores imobiliários.

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Portanto, o fundo negociado na Bolsa de Valores se encontra no topo do ranking com um rendimento de 29,90% aos cotistas.

2 – General Shopping e Outlets (GSFI11)

Em seguida, um fundo que se destacou por sua elevada rentabilidade foi o General Shopping e Outlets. Em resumo, o FII visa obter renda através de investimentos de ao menos 2/3 do Patrimônio Líquido em Shopping Centers e Outlets.

Portanto, esta modalidade acontece de maneira passiva, com destino total aos Investidores em geral. Desta forma, o prazo para sua rentabilidade possui duração indeterminada.

Neste ano, o fundo de investimento apresentou uma rentabilidade total de 28,94% aos seus investidores.

3 – BB Progressivo (BBFI11B)

Logo depois, tem o fundo de investimento imobiliário BB Progressivo (BBFI11B), que é direcionado para pessoas físicas e jurídicas que se interessam por investimentos a longo prazo. Logo, sua remuneração é a partir da locação de imóveis comerciais.

Posto isso, o fundo distribui aos seus cotistas cerca de 95% dos lucros até o fim da primeira quinzena do mês. Sendo que, a remuneração mensal da administradora é de 5,10% em cima do total de receitas.

A propósito, neste ano, o BB Progressivo alcançou uma rentabilidade aos seus cotistas de 27,53%.

Confira a reportagem completa aqui

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ECONOMIA

Dívida Pública cai 0,68% em setembro e continua abaixo de R$ 5,5 tri

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O vencimento de mais de R$ 200 bilhões em títulos públicos vinculados à taxa Selic (juros básicos da economia) fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair pela primeira vez desde abril. Segundo números divulgados hoje (27) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 5,481 trilhões em agosto para R$ 5,443 trilhões em setembro, recuo de 0,68%.

O Tesouro, no entanto, prevê que a DPF continuará subindo nos próximos meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de maio, o estoque da DPF deve encerrar 2021 entre R$ 5,5 trilhões e R$ 5,8 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) caiu 0,98%, passando de R$ 5,237 trilhões em agosto para R$ 5,186 trilhões em setembro. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 90,27 bilhões em títulos a mais do que emitiu. Isso se deve ao vencimento de R$ 234,04 bilhões em Letras Financeiras do Tesouro (LFT), título corrigido pela Selic.

A queda da DPMFi só não foi maior porque houve a apropriação de R$ 38,72 bilhões em juros. Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública.

Depois de ter caído para R$ 72,03 bilhões em agosto, as emissões voltaram a subir em setembro. No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 145,93 bilhões, o maior nível desde maio. Os resgates da DPMFi somaram R$ 236,2 bilhões, influenciados principalmente pelo vencimento dos papéis atrelados à Selic.

A alta também foi impulsionada pela Dívida Pública Federal externa (DPFe), que subiu 5,83%, passando de R$ 243,51 bilhões em agosto para R$ 257,7 bilhões em setembro. O principal fator foi a valorização de 5,76% do dólar no mês passado.

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Colchão

Nos últimos meses, o Tesouro tinha intensificado a emissão de títulos públicos para recompor o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos). Essa reserva caiu de R$ 1,227 trilhão em agosto para R$ 1,128 trilhão em setembro.

Atualmente, o colchão cobre quase um ano de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,308 trilhão em títulos federais.

Nos primeiros meses da pandemia da covid-19, o governo queimou parte desse colchão para compensar a instabilidade no mercado financeiro. Em setembro do ano passado, o Banco Central teve de repassar ao Tesouro R$ 325 bilhões para ajudar a recompor essa reserva. O restante está sendo feito com as novas emissões.

Em abril, a Emenda à Constituição do Novo Marco Fiscal, originária da PEC Emergencial, reforçou o colchão com mais R$ 140 bilhões da desvinculação do superávit de fundos públicos.

Composição

O vencimento de títulos vinculados à Selic mudou a composição da DPF. A proporção desse tipo de papel caiu de 36,11% para 33,95%. O PAF prevê que o indicador feche 2021 entre 33% e 37%. O Tesouro prevê que a participação voltará a subir nos próximos meses, com os investidores comprando títulos corrigidos pelos juros básicos da economia, num cenário de alta da Selic.

A fatia de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) subiu de 31,86% para 32,58%. O PAF prevê que a fatia da inflação na dívida pública encerre o ano em uma faixa entre 31% e 35%.

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A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF aumentou de 27,35% para 28,48%. Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública passou de 4,68% para 4,99%. Os dois tipos de indexadores estão dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2021, entre 26% e 30% para os papéis vinculados à inflação e entre 3% e 7% para o câmbio.

Detentores

As instituições financeiras seguem como principais detentores da Dívida Pública Federal interna, com 31,3% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 23,2%, e os fundos de pensão, com 21,8%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

Apesar das turbulências no mercado financeiro em setembro, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu levemente de 9,8% em agosto para 10,1% em setembro. O percentual está no maior nível desde fevereiro de 2020, antes do início da pandemia da covid-19. Os demais grupos somam 13,7% de participação, segundo os dados apurados no mês.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic (juros básicos da economia), a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Edição: Fernando Fraga

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