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Confira 5 dicas para quem deseja começar a investir no mercado de ações

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Como aponta um levantamento feito pela Bolsa de Valores (B3), no primeiro semestre de 2021, o número de investidores cresceu 43%, totalizando 500 mil novas pessoas. Desta forma, investimentos na renda variável estão cada vez mais em alta e atraindo o interesse dos brasileiros.

Para Lucas Chagas, Head de Parcerias e Novos Negócios da Nelogica, companhia que desenvolve softwares avançados para o mercado financeiro, a alta procura e o crescimento no mercado dos investimentos já era aguardado.

Com efeito, principalmente, da pandemia da Covid-19, houve uma procura grande por novos negócios e maneiras de adquirir renda extra. Por outro lado, mesmo com as informações mais acessíveis, é fundamental estudar bastante antes de iniciar as negociações na Bolsa de Valores.

Pensando nisso, Lucas Chagas listou 5 dicas essenciais para quem busca se aprofundar mais no mercado financeiro:

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1 – Estudar antes de começar

Em primeiro lugar, o ideal é estudar bastante sobre o mercado de ações, como ele opera e funciona. Visto que o mesmo pode apresentar bastante volatilidade, os requisitos iniciais são o estudo e cautela.

Desse modo, a pessoa interessada deve estudar e compreender o mercado, taxa Selic, o que significa uma bolsa de valores, entre outros pontos essenciais que devem estar claros.

Para Lucas, atualmente, existe a possibilidade de compreender a Bolsa de Valores através de simulações, evitando aplicações de capital sem a preparação necessária.

2 – Organizar o dinheiro

Sendo assim, para iniciar uma operação na Bolsa, a pessoa deve ter uma noção exata sobre a sua situação financeira no momento.

Portanto, a mesma não pode depositar todas as suas economias em apenas um investimento, mas sim analisar qual o melhor aporte financeiro e desenvolver uma cultura de investimento mensal. No entanto, vale destacar que será essencial cortar os gastos e controlar melhor o dinheiro.

Confira a reportagem completa aqui

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Brasil perdeu ao menos R$ 460 bi em impostos para a sonegação em 2020

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Brasil perdeu bilhões para a sonegação
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Brasil perdeu bilhões para a sonegação

O Brasil deixou de arrecadar entre R$ 460 bilhões e R$ 600 bilhões em impostos em 2020, de acordo com um levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV) e divulgado pelo Metrópoles neste domingo (28).

O valor equivale a cerca de 11% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e soma tanto a evasão fiscal de empresas, que ficou entre R$ 320 bilhões e 420 bilhões no período, quanto o trabalho informal, que representa quantia estimada entre R$ 140 bilhões e R$ 180 bilhões.

Eduardo Mansur, presidente do Comitê de Transação Tributária da Associação Brasileira da Advocacia Tributária (Abat), explica que o alto índice de sonegação acontece, sobretudo, porque o processo tributário é complexo. “É um sistema que compreende muita tributação que se sobrepõe na cadeia, passando pela produção, pelo comércio e varejo, chegando na ponta, no consumidor”, disse ele ao Metrópoles.

A alta tributação sobre a folha de salários também contribui para a sonegação. Em 2020, este fator foi o responsável por 20% da evasão. “Você tem uma tributação muito pesada sobre os encargos de trabalho e previdenciários”, afirma Mansur.

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Além das consequências econômicas pela diminuição na arrecadação de impostos, a sonegação traz ainda outros problemas, avalia ele. “Se você tem um ambiente que assegura uma imunidade para o sonegador, você cria um ambiente de concorrência desleal no mercado, o que também é ruim para o investidor”.

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