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Caixa pagou R$ 140,3 bilhões em benefícios este ano

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A Caixa Econômica pagou, até agora, R$ 140,3 bilhões em benefícios, considerando apenas o auxílio emergencial de R$ 600 e o Bolsa Família. Em uma live na tarde de hoje (29), o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, fez uma espécie de prestação de contas, mostrando o que já foi pago à população nesses dois benefícios.

Nesta quarta-feira foi liberada mais uma nova parcela do auxílio emergencial, dessa vez para os nascidos em março. Já existem pessoas recebendo a quarta parcela do benefício (2,5 milhões de pessoas), ao mesmo tempo em que existem pessoas que ainda estão recebendo a primeira parcela (62 mil pessoas).

No total, 65,4 milhões de pessoas já receberam 199,8 milhões de pagamentos, considerando que uma mesma pessoa já recebeu até quatro parcelas do auxílio emergencial. De acordo com o calendário de pagamentos, a próxima liberação ocorrerá na sexta-feira (31), com o crédito sendo liberado para os nascidos em abril.

Edição: Fábio Massalli

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Banco Central prevê alta na inflação no curto prazo

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Inflação pode ter alta, prevê Banco Central

O Banco Central (BC) prevê uma alta na inflação ao consumidor no curto prazo. A informação está na Ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada nesta terça-feira (22), que manteve a taxa básica de juros, a Selic , em 2% .

Segundo o Copom , essa alta na inflação deve acontecer por dois fatores, o aumento “temporário” nos preços dos alimentos e a volta do funcionamento da economia, com “recuperação dos índices de mobilidade e do nível de atividade”. 

Na ata, há dois cenários com projeções para a inflação neste ano. No primeiro cenário, a inflação termina 2020 em 2,1%, sobe para 2,9% em 2021 e chega a 3,3% em 2022. As projeções para a inflação de preços administrados são 0% em 2020, 4,3% em 2021 e 3,7% em 2022. Nesse cenário, a taxa de câmbio fica constante em R$ 5,30 e a Selic encerra 2020 em 2% ao ano, se eleva para 2,5% ao ano em 2021 e 4,5% ao ano em 2022 (de acordo com a pesquisa do BC ao mercado financeiro para a taxa básica).

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No cenário com taxa de juros constante a 2% ao ano e taxa de câmbio constante a R$5,30, as projeções de inflação ficam em 2,1% em 2020, 3% em 2021 e 3,8% em 2022. Nesse cenário, as projeções para a inflação de preços administrados são 0% para 2020, 4,3% para 2021 e 3,9% para 2022.

Retomada da economia

Com uma economia lenta, ou quase parada, como estava durante a crise, o consumo diminuiu, contribuindo para a baixa da inflação. De acordo com o Comitê, essa situação começa a ser revertida.

“A recomposição da renda e os demais programas do governo vêm permitindo que a economia brasileira se recupere relativamente mais rápido que a dos demais países emergentes. Prospectivamente, a incerteza sobre o ritmo de crescimento da economia permanece acima da usual, sobretudo para o período a partir do final deste ano, concomitantemente ao esperado arrefecimento dos efeitos dos auxílios emergenciais”, diz a Ata.

Para o Copom, os programas governamentais de recomposição de renda, como o auxílio emergencial , “têm permitido uma retomada relativamente forte do consumo de bens duráveis e do investimento”.

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Apesar do aumento dos preços no curto prazo, o Banco Central vê a inflação em níveis baixos no longo prazo, principalmente para 2021 e 2022. O relatório Focus, que reúne as expectativas de mercado para as principais estatísticas econômicas, prevê a inflação em 3% em 2021 e 3,5% em 2022. A meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3,75% para o próximo ano e 3,5% para 2022.

“Dada a natureza do choque, o setor de serviços deve continuar a apresentar maior ociosidade que os demais. O Comitê concluiu que a natureza da crise provavelmente implica que pressões desinflacionárias provenientes da redução de demanda podem ter duração maior do que em recessões anteriores”.

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