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Auxílio Brasil usa dados defasados e deixa 3,5 milhões de pessoas de fora

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Ministro da Cidadania, João Roma
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Ministro da Cidadania, João Roma

O Auxílio Brasil usa dados do último Censo, feito em 2010, para avaliar critérios de pobreza e extrema pobreza. Com isso, famílias ficam de fora por não se enquadrarem no critério deo novo programa social.

No Cadastro Único de benefícios sociais, segundo dados de setembro, constam ao menos 18 milhões de famílias pobres e extremamente pobres no país. Em 2010 esse número era de 13,8 milhões, ou seja, 23% menor.

Esses 23% representam uma fila de 3,5 milhões de pessoas à espera da assistência do governo. Pensando nisso, o relator da Medida Provisória (MP) que cria o Auxílio Brasil, Marcelo Aro, prevê a inclusão da obrigatoriedade de zerar a fila no texto. 

Um novo Censo seria a solução do problema, mas a pesquisa que deveria ter sido feita em 2020 foi adiada por causa da pandemia para 2021, mas o governo cortou a verba e adiou novamente. 

Segundo o UOL, o Ministério da Cidadania informou que atualizará o cadastro em 2022 e que “está prevista a atualização dessas informações, dada a necessidade de atender com mais eficiência as famílias em situação de vulnerabilidade, garantindo a oferta de condições e oportunidades para a melhora da qualidade de vida desses cidadãos”.


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Dólar sobe para R$ 5,56 pressionado pelo mercado internacional

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As pressões do mercado externo voltaram a pesar, fazendo o dólar subir pelo segundo dia consecutivo e praticamente anulando a queda no acumulado de 2022. A bolsa de valores resistiu às quedas nos mercados internacionais e fechou em leve alta.

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (18) vendido a R$ 5,561, com alta de R$ 0,034 (+0,61%). A cotação iniciou o dia em queda, chegando a cair para R$ 5,50 por volta das 11h, mas inverteu o movimento, em meio à pressão pela alta vinda do mercado externo.

Com o desempenho de hoje, a moeda norte-americana acumula queda de 0,28% nos primeiros dias de 2022. No fim da semana passada, o recuo acumulado chegava a 1,09%.

O mercado de ações teve um dia diferente. Após alternar altas e baixas ao longo da sessão, o índice Ibovespa, da B3, fechou aos 106.668 pontos, com alta de 0,28%. O indicador foi impulsionado pelas empresas de mineração, cujas ações subiram por causa do aumento no preço internacional do minério de ferro. Também houve a entrada de investidores estrangeiros em busca de papéis que ficaram baratos nas últimas semanas.

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O aumento dos rendimentos do título do Tesouro norte-americano, considerados os investimentos mais seguros do mundo, voltou a pressionar o dólar em todo o planeta. Isso porque taxas mais altas nos bônus norte-americanos estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil.

No mercado interno, a mobilização dos servidores federais, que promoveram um dia de paralisação e de protestos em Brasília, foi acompanhada pelos investidores. O mercado tem receio de que o governo ceda às pressões e aumente o gasto público em ano de eleições.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

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