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Americanas compra Skoob, a maior rede social de livros do Brasil

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Americanas compra Skoob, a maior rede social de livros do Brasil
Bruno Gall De Blasi

Americanas compra Skoob, a maior rede social de livros do Brasil

A Americanas foi às compras mais uma vez. Nesta quarta-feira (15), a gigante do e-commerce anunciou a aquisição da Skoob , uma rede social brasileira de livros, onde os mais de oito milhões de usuários podem avaliar e encontrar discussões sobre as obras. Os valores da transação, no entanto, não foram revelados pela companhia.

A ação tende a acirrar a competição com a Amazon, que é dona do Goodreads, plataforma que oferece proposta similar à Skoob. A varejista informa que a operação está em linha com o seu objetivo de “oferecer a melhor experiência de consumo omnichannel do Brasil”. Para isso, a loja pretende engajar os consumidores com mais conteúdo através da plataforma, além de conectar os leitores com ajuda da rede social.

“A Skoob soma conteúdo e conhecimento do universo literário para as nossas marcas, principalmente Americanas e Submarino, estimulando o engajamento dos clientes com informação qualificada a partir de recomendações relevantes de leitores frequentes”, disse Marcio Cruz, CEO da plataforma digital da Americanas. “A consequência é o alcance de novos clientes e o aumento da recorrência de compras”.

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Aplicativo do Skoob (Imagem: Reprodução)
Aplicativo do Skoob (Imagem: Reprodução)

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Skoob possui mais de oito milhões de usuários

A Skoob foi lançada em 2009. Através da rede social, os usuários podem indicar quais livros estão lendo ou desejam ler no futuro, além de avaliá-los após o encerramento da leitura. A plataforma também oferece um clube com pagamentos mensais que envia um kit com um livro surpresa e alguns brindes aos participantes todos os meses.

A plataforma ainda possui mais de oito milhões de usuários e mais de 45 milhões de reviews de livros. A expectativa é de que a aquisição da Skoob ajude a impulsionar o engajamento de novos clientes e as vendas da companhia:

“Os reviews funcionam como alavancas de vendas, aumentando em até 40% a conversão da categoria de livros. Este segmento do e-commerce brasileiro se destaca como porta de entrada de novos clientes, com um CAC (custo de aquisição de cliente) 3,6 vezes menor que a média e uma frequência de compra 50% maior que a média”, informaram.

A transação foi realizada por meio da IF Capital. Os valores, porém, são um mistério.

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ECONOMIA

Dólar cai para R$ 5,56 com ambiente externo positivo

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Embalado por um ambiente externo positivo, o dólar caiu após duas altas seguidas e voltou a ficar abaixo de R$ 5,60. A bolsa chegou a subir pouco mais de 1%, mas desacelerou e fechou praticamente estável após declarações do ministro da Economia, Paulo Guedes, de que cerca de R$ 30 bilhões do Auxílio Brasil podem ser financiados fora do teto de gastos.

O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (20) vendido a R$ 5,561, com recuo de R$ 0,03 (-0,59%). A cotação operou em queda durante toda a sessão, influenciada pela melhoria no ambiente internacional. Por volta das 15h30, chegou a cair para R$ 5,52, mas diminuiu o ritmo de queda perto do fechamento do mercado por causa do discurso de Guedes.

O Banco Central (BC) retomou os leilões de swap cambial (venda de dólares no mercado futuro) e vendeu US$ 1,2 bilhão em contratos nesta quarta. O dólar acumula alta de 2,11% em outubro. Em 2021, a valorização chega a 7,16%.

No mercado de ações, o dia foi marcado por oscilações. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 110.786 pontos, com alta de 0,10%. No meio da tarde, o indicador chegou a subir 1,04%, motivado pela entrevista do ministro da Cidadania, João Roma, de que o governo busca uma solução para que o benefício de R$ 400 esteja dentro do teto de gastos. A alta, no entanto, diminuiu após a declaração do Ministério da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade de pouco mais de R$ 30 bilhões ficarem fora do teto.

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Nos últimos dias, o mercado financeiro tem atravessado momentos de tensão em meio às negociações para a criação do Auxílio Brasil. Os analistas econômicos consideram que o financiamento parcial do programa com recursos fora do teto de gastos dificultará a retomada do controle das contas públicas.

* Com informações da Reuters

Edição: Aline Leal

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