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Vistoria técnica define programação e Mutirão da Limpeza é levado para o bairro Porto

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Jose Lauro/Limpurb

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Em vistoria técnica realizada nesta quinta-feira (12), a Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb) definiu que o bairro do Porto receberá todas as ações do programa Mutirão da Limpeza. A programação de trabalho montada para a comunidade já foi iniciada na manhã desta sexta-feira (13) e segue até o sábado (14).

Conforme o planejamento, mais de 200 operadores de limpeza estão distribuídos pelas vias e equipamentos públicos. Durante os dois dias, são executados serviços como varrição, pintura de meio-fio, poda de árvores, roçagem, manutenção na iluminação pública, eliminação de bolsões de lixo e cata-treco.

“Estamos com toda a equipe de operação concentrada no Porto. Em todas as vezes que o mutirão foi levado para um bairro, a determinação do prefeito Emanuel Pinheiro é que seja levado todo nosso aparato de trabalhadores e maquinários e atender o local de forma completa”, explica o diretor-geral da Limpurb, Júnior Leite.

VISTORIAS TÉCNICAS 

Buscando melhorar o atendimento das comunidades da Capital, a Limpurb adotou como estratégia a realização de vistorias técnicas nos bairros atendidos pelo programa Mutirão da Limpeza. A medida é efetuada todas as quintas-feiras e já foi colocada em prática no bairro Novo Terceiro, na região Oeste, e no Pascoal Ramos, localizado na região Sul.

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Elas ocorrem contando sempre com a parceria da Secretaria Adjunta e Relações Comunitárias (Sarc), dos administradores das Regionais, e das Associações de Moradores. O procedimento tem como objetivo levantar, de forma completa, as demandas relacionadas aos serviços executados pela empresa pública, tornando mais efetivo o trabalho para solucioná-las.

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Comissão destaca valor já investido e aprova vistoria de parlamentares da Câmara Federal nas obras do VLT

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Foi votada e aprovada nesta quarta-feira (18) pela Comissão Permanente de Viação e Transporte da Câmara Federal a realização de uma vistoria in loco nas obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá e Várzea Grande. O requerimento foi apresentado pelo deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) e subscrito pela deputada Christiane de Souza Yared (PP-PR), a partir de articulação do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (Emanuelzinho). 

“É uma iniciativa da Câmara Federal extremamente positiva para que esse imbróglio seja solucionado. Uma obra que recebeu recursos federais, uma obra de grande magnitude, e que agora querem abandonar completamente, depois de todo valor investido. Não bastasse isso, estão buscando essa substituição por um meio de transporte ultrapassado e que não atende a real necessidade da população”, avalia o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, que esteve em Brasília na sexta-feira (13). 

O requerimento apresentado na Comissão destaca que a obra trata-se do maior empreendimento de mobilidade urbana da região metropolitana do Vale do Rio Cuiabá, oriundo da Copa do Mundo de 2014. Lembra ainda que o valor inicial do projeto foi orçado em cerca de R$ 1,4 bilhão, sendo o recurso de origem da União Federal, e deveria ser concluído ainda em 2014, mas encontra-se com os trabalhos inacabados.

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“A nosso ver, clama por uma atuação dessa comissão, a fim de evitar mais desperdício de recurso público, bem como uma implementação de uma política pública que não representa o anseio da população e tão pouco a melhor e mais eficiente alternativa no âmbito da mobilidade urbana para a região”, diz trecho do documento.

Além da vistoria técnica, também foi aprovado o acompanhamento do andamento processual no Tribunal de Contas da União (TCU), que determinou a suspensão dos procedimentos administrativos de substituição do VLT pelo Ônibus de Rápido Transporte (BRT). A Comissão enfatizou que a troca do modal foi feita de forma unilateral pelo Estado de Mato Grosso, mesmo com 60% da obra já concluída e mais de R$ 1 bilhão de recursos públicos aplicados.  

“O Tribunal de Contas de União reconheceu a não observância do direito de efetiva participação do município de Cuiabá no processo decisório da alteração do modal de transporte público. Tal decisão se deu de forma unilateral, impositiva, em total inobservância à governança interfederativa prevista na Lei 13.089, de 12 de janeiro de 2015”, completa o requerimento aprovado. 

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