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Veja 5 versões do Fiat Tempra que não tivemos no Brasil

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O Fiat Tempra foi lançado na Europa em 1990. Substituto do modelo Regata, o sedã médio (que também deu origem à station wagon SW) era o primeiro produto da marca feito sobre a plataforma “Tipo tre”, que permitia compartilhar componentes com o hatch Tipo e também foi empregada em carros como o Alfa Romeo 155 e o Lancia Dedra.

No Brasil, o Fiat Tempra chegou já no ano seguinte. Mas era um carro bem diferente do italiano, com a carroceria do carro europeu sendo adaptada à plataforma do antigo Regata, que ainda era feito na Argentina, combinada a uma suspensão traseira do sedã grande Alfa Romeo 164 e detalhes visuais exclusivos. Outra exclusividade brasileira era a variação de duas portas.

Feito na Itália até 1996, o Tempra foi descontinuado no mercado brasileiro dois anos depois, quando foi substituido pelo Marea . Mas só entrou para a história definitivamente em 2002, quando a última unidade do modelo foi montada pela Mekong Auto, no Vietnã. Confira abaixo algumas versões que nunca tivemos no Brasil.

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Tempra 1.4

Fiat Tempra 1.4
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Fiat Tempra 1.4

O Fiat Tempra tinha um posicionamento diferente no mercado europeu. Era um carro médio, posicionado na linha da marca abaixo do Croma, modelo que compartilhava a plataforma com o Alfa Romeo 164 .

Já no Brasil, o papel do Tempra seria semelhante ao do Croma na Europa, o que explica a gama de motores usada por aqui, composta apenas por propulsores 2.0 (8V, 16V ou Turbo). Na Itália, a variação menos potente estava equipada com um motor 1.4 de quatro cilindros e alimentada por carburador, que desenvolvia 76 cv.

Tempra CVT

Fiat Tempra Selecta
Divulgação

Fiat Tempra Selecta

A Fiat já confirmou para este ano o lançamento da Strada com um câmbio automático CVT, o que fará da picape um dos primeiros modelos da linha brasileira da marca a trazer este tipo de transmissão.

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Já na Itália dos anos 1990, o câmbio CVT, que era chamado de Selecta, chegou a ser oferecido largamente em toda a linha, incluindo no Tempra, onde era oferecido em conjunto com um motor 1.6 de 84 cv.

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Tempra SW 4×4

Fiat Tempra SW 4x4
Divulgação

Fiat Tempra SW 4×4

A versão station wagon do Fiat Tempra chegou a ser oferecida no Brasil. Importada da Itália e equipada com um motor 2.0 8V de 109 cv, trazia características bem distintas do sedã brasileiro, como um painel de instrumentos digital.

Mas uma configuração que nunca tivemos no mercado brasileiro foi a 4×4 . Era equipada com o mesmo motor 2.0 8V disponibilizado no Brasil e contava com um sistema de tração integral.

Tempra SW Van

Fiat Marengo
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Fiat Marengo

O mesmo Tempra SW foi vendido no mercado italiano em uma variação para o transporte de cargas, chamada de Fiat Marengo.

Com o mesmo visual externo da versão básica de passageiros, trocava as janelas laterais comuns por vidros escurecidos e estava equipada com motores 1.9 diesel, com ou sem turbo, de 65 cv e 80 cv, respectivamente.

Tempra SW 16V

Fiat Tempra SW
Divulgação

Fiat Tempra SW

Além do Brasil, outro país que também produziu o Tempra por longo período foi a Turquia, onde a montagem do modelo pela empresa local Tofas começou em 1990 e seguiu até 1998.

O Fiat Tempra foi feito na Turquia nas carrocerias sedã e SW e era visualmente idêntico ao italiano. A perua, inclusive, tinha uma variação exclusiva equipada com o uma variação de 148 cv do motor 2.0 16V usado no carro brasileiro.

Fonte: IG CARROS

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Audi RS6 2021: aceleramos a perua mais veloz do mundo

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Audi RS6 2021: tudo é superlativo nessa perua com V8 de 600 cv, câmbio de 9 marchas e porta-malas de 565 litros
Caue Lira/iG

Audi RS6 2021: tudo é superlativo nessa perua com V8 de 600 cv, câmbio de 9 marchas e porta-malas de 565 litros

A Audi Sport é especialista em fazer peruas andarem rápido. Não à toa, a fabricante alemã sabe a receita certa para criar a RS6 Avant 2021, a station-wagon mais veloz do mundo que parte de R$ 871.990. Em um breve passeio, pudemos entender todos os quesitos que tornam o modelo um dos mais divertidos e especiais de sua categoria. Separe papel e caneta para anotar os ingredientes.

O primeiro condimento essencial para o sucesso da Audi RS6 Avant é o legado. A RS2 Avant de 1994 foi a primeira super-perua do mundo, com motor 2.2 turbo desenvolvido pela Porsche , capaz de entregar a fúria de 315 cv de potência. Apenas 2.891 unidades foram produzidas na Alemanha até 1995, e algumas delas ainda rodam no Brasil.

Esta foi a primeira vez que uma fabricante selecionou um motor “brucutu” para colocar em uma perua familiar, prática que logo depois foi repetida por Mercedes-Benz e BMW .

Se no caso da RS2 Avant de 1994 o motor foi desenvolvido pela Porsche, o conjunto da RS6 Avant de 2021 – um V8 4.0 biturbo – tem origem Lamborghini. São 600 cv de potência e brutais 81,6 kgfm de torque, distribuídos às quatro rodas pela tração integral Quattro.

Dessa forma, a RS6 Avant pode acelerar até 100 km/h em míseros 3,6 segundos, com velocidade máxima de 305 km/h. Sua transmissão de oito velocidades é elástica e pode reduzir da sétima marcha diretamente para a terceira sem solavancos, disponibilizando torque cheio.

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Neste ponto, podemos introduzir o terceiro ingrediente que torna a RS6 tão especial. Apesar da força e do visual, o modelo não é um “carro de corrida homologado para as ruas” como outros da linha RS da Audi.

Tive a oportunidade de ficar alguns dias com o antigo RS3 Sedan para usar na minha rotina – e apesar dos momentos divertidos, não foi um modelo que deixou saudades. Isso porque o sedã esportivo tinha a suspensão muito rígida e seus pneus eram de perfil baixo. Era praticamente um carro para usar no track-day, inviável para as ruas esburacadas de São Paulo.

O mesmo acontece com o Audi TT RS, um veículo de suspensão tão rígida que chega a ser delicado. Por sorte, a Audi RS6 Avant segue uma linha diferente e conta com quatro modos de condução.

Quando não estava acelerando, selecionei o modo “conforto” por um botão abaixo da central multimídia. O motor V8 4.0 ficou profundamente mais manso, e por alguns minutos, me senti dirigindo um Audi A6 convencional com metade da potência. A suspensão pneumática se ajusta para ter comportamento mais leve.

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O modo “dinâmico” é o oposto. A suspensão da RS6 Avant fica mais dura, o volante transmite mais rebotes às mãos do motorista e o propulsor emite um rugido metálico delicioso.

Outro fator que agradou muito na RS6 Avant é o estilo. Circulando pelas ruas de São Paulo, as pessoas acompanham a elegante perua da Audi com o olhar. A dianteira do modelo é mais sóbria, apostando na elegância proporcionada pelas linhas retas da linguagem visual da Audi.

Na traseira, o caráter de “supercarro” se exibe com um acabamento claro na região do parachoque, próximo às saídas de escape. Pode-se dizer que é um carro mais interessante de se olhar por trás.

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A Audi RS6 Avant não tem rival direto no Brasil, já que a Mercedes-AMG não conta com versão Estate do E 63 por aqui. O modelo mais próximo dela é a Porsche Panamera Sport Turismo , que custa R$ 629.001 e tem sistema híbrido. É hora de aproveitar a RS6 Avant enquanto ela existe.

Ficha Técnica

Audi RS6 2021

Preço sugerido: 871.990

Motor: 4.0 V8, gasolina

Potência: 600 cv a 6.000 rpm

Torque: 80,1 kgfm a 2.050 rpm

Transmissão: automática, 9 marchas, tração integral

Suspensão: independente (dianteira e traseira)

Freios: discos ventilados (dianteira e traseira)

Dimensões: 4,99 m de comprimento, 1,95 m de largura, 1,46 m de altura, 2,93 m de entre-eixos

Porta-malas: 565 litros

Consumo: 6 km/l (cidade), 9,5 km/l (estrada)

Tanque: 73 litro

0 a 100 km/h: 3,6 s

Vel. Max: 305 km/h

Fonte: IG CARROS

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