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Ranger Splash x S10 SS: a briga dos anos 90

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Ranger Splash x S10 SS: a briga dos anos 90
Renato Bellote/iG

Ranger Splash x S10 SS: a briga dos anos 90

O segmento das picapes médias surgiu no Brasil em meados da década de 90. Naquele tempo, vale lembrar, as caminhonetes grandes eram a referência em nosso mercado, com rivalidade especial entre Chevrolet e Ford pela atenção e preferência dos consumidores. 

Mas tudo mudaria. O título da matéria dessa semana, sem dúvida, pode gerar aumento dos batimentos cardíacos. Isso porque há vinte anos a Ranger Splash e a S10 SS eram algo fora do comum e cheio de estilo em nossas ruas. Com cores diferentes e as opções de câmbio manual ou automático conquistaram uma legião de admiradores.

A Ranger Splash era uma versão produzida nos Estados Unidos e que chegou ao Brasil somente via importação independente. Além das tonalidades da carroceria, algo ao qual me referi no parágrafo acima, trazia a caçamba flare side, com as laterais abauladas, um detalhe único de estilo.

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Mecanicamente, porém, não havia diferenças. A Ranger foi vendida por aqui com motorização de 4 cilindros e 2,3 litros, além da V6 com 4 litros. A Splash, apenas a V6, com 3 ou 4 litros. Nesse caso havia também a opção de transmissão automática, o que casava perfeitamente com o estilo norte-americano e trazia um ronco mais encorpado.

Você viu?

O exemplar da matéria traz, em minha opinião, a tonalidade mais fantástica do catálogo. O amarelo não só se destaca nas ruas – e durante a gravação não foi diferente – como também esbanja estilo e tem um quê de exclusividade. Imagine isso nos anos 90. Era de cair o queixo.

Já a S10 SS também chama a atenção pelo estilo. O pacote da picape, visualmente quase idêntica à vendida por aqui, trazia suspensão mais baixa, amortecedores Koni, rodas de 15 polegadas e a injeção eletrônica CPI, que fazia o Vortec V6 de 4,3 litros entregar até 195 cv. Tudo isso com uma transmissão automática de 4 velocidades. O exemplar da matéria recebeu um câmbio manual da versão nacional.

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Foram produzidas pequenas quantidades da S10 SS na década de 90 e apenas em três cores exclusivas: vermelha, branca e preta. A dirigibilidade da picape é boa, especialmente se levarmos em conta o tamanho mais compacto daquele período. E é difícil encontrar uma inteira. E aí, qual a sua preferida?

Fonte: IG CARROS

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Segway mostra moto elétrica movida a célula de hidrogênio

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Segway Apex2: luzes coloridas nas rodas, como no filme
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Segway Apex2: luzes coloridas nas rodas, como no filme “Tron 0 O Legado” e cilindros de hidrogênio entre os destaques

A utilização de células a combustível que funcionam com hidrogênio e geram eletricidade pode começar a ser aplicada em motos num futuro próximo. E um dos modelos que podem dar o pontapé inicial é o Segway Apex H2 que ainda está na fase de protótipo, mas que tem chances de ser fabricada em alguns anos, conforme a fabricante chinesa.

Com estilo das motos futuristas que aparecem no filme “Tron – O Legado”, o que inclui luzes coloridas nas rodas, o Segway Apex H2 leva cilindros de hidrogênio que poder ser trocados ou reabastecidos, o que ainda não foi divulgado, sinal de que o projeto ainda está em estágio bem inicial.

Por enquanto, o que se sabe é que a Segway Apex H2 pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4 segundos com 80 cv, potência que também é suficiente para atingir 150 km/h de máxima. Também chegaram a anunciar que moto elétrica teria um preço aproximado de US$ 10.700, o que equivale a cerca R$ 60.800, o que é um valor competitivo.

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Se tudo der certo, a Apex H2 poderá estar disponível para venda a partir de 2023. Seria uma volta de uma grande novidade da fabricante que segue, vendendo apenas scooters elétricos , hoverboads e outros itens que funcionam como uma espécie de extensão do corpo humano.

Em 2020, a Segway mostrou o S-Pod, uma espécie de cadeira que se equilibra sozinha e que pode servir como meio de transporte urbano para curtas distâncias e que funciona guiada por um sistema de navegação. Além disso, há bicicletas elétricas. Dona da Ninebot , a empresa levantou mais de US$ 80 milhões em investimentos.

Fonte: IG CARROS

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