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Range Rover Evoque volta a ser produzido no Brasil

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Range Rover Evoque volta a ser produzido no fabrica em Itatiaia (RJ), onde foi feita a primeira geração do SUV de luxo
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Range Rover Evoque volta a ser produzido no fabrica em Itatiaia (RJ), onde foi feita a primeira geração do SUV de luxo

A Jaguar Land Rover volta a produzir o Range Rover Evoque no Brasil. A primeira geração do carro foi produzida no Brasil entre 2016 e 2019 e, desde então, as unidades vendidas ao mercado nacional vinham importadas da Inglaterra.

O SUV volta a ser produzido em Itatiaia (RJ) ao lado do Discovery Sport e, com isso, o nível de empregos na fábrica agora ultrapassa a marca de 400 funcionários. Como parte da modernização, a unidade inaugurou também este ano a Clinica de Restauração , uma operação exclusiva para a restauração de carros clássicos da Land Rover na planta de Itatiaia.

O modelo que conta com a mesma plataforma da unidade importada, é equipado com motor 2.0 turboflex , com quatro cilindros de 250 cv de potência, torque de 36,3 kgfm e aceleração de 0 a 100 em 7,5 segundos.

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Foto: Renato Bellote/iG

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O modelo chega em duas versões: SE e R-Dynamic HSE , ambas com tração integral e sistema Terrain Response 2. Além disso, as duas versões vêm com novo design de rodas, teto solar panorâmico, sistema de som Meridian, novo sistema de infoentretenimento, entre outros itens.

O novo Range Rover Evoque nacional está previsto para chegar em dezembro no mercado brasileiro, com a versão SE custando R$ 377.950 e a R-Dynamic HSE por R$ 407.950.

Fonte: IG CARROS

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VW Kombi: saiba detalhes da história da “Velha Senhora” feita no Brasil

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VW Kombi do início dos anos 50 chegou a ser importada para o Brasil, onde passou a ser fabricada em 1957
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VW Kombi do início dos anos 50 chegou a ser importada para o Brasil, onde passou a ser fabricada em 1957

Nascida logo após a Segunda Guerra Mundial, quando as tropas britânicas deixaram a sede oficial da Volkswagen em Wolfsburg, a velha e boa Kombi fez sucesso em todos os quatro cantos do planeta, caindo definitivamente nas graças de todos.

O sucesso de tanta resistência e vitalidade da VW Kombi , comparado aos projetos mais avançados de suas concorrentes, veio a partir do esboço de um oficial inglês das forças de ocupação, seu nome era Major Ivan Hirst – encarregado na época em liderar a produção de automóveis bélicos para a Segunda Guerra Mundial.

O projeto Typ 2 (Tipo 2) só veio à tona graças a uma parceria entre Hirst, o engenheiro alemão Alfred Haesner e o Holandês Ben Pon, dono de concessionária.

Pon, certa vez ao visitar as dependências da sede da Volkswagen em Wolfsburg, na Alemanha, notou um curioso veículo batizado de Plattenwagen que tinha como finalidade transportar peças de um galpão para outro dentro da fábrica.

O empresário então pensou que seria interessante fazer a importação para a Holanda, porém Pon acabou se frustrando por não poder importar os Plattenwagen, devidos as rigorosas normas de trânsito que vigoravam naquele país.

Depois de apresentado o esboço aos Hirst e Haesner, o projeto “Tipo 2” ganhou vida no ano de 1947
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Depois de apresentado o esboço aos Hirst e Haesner, o projeto “Tipo 2” ganhou vida no ano de 1947

Assim, o empresário Ben Pon teve a feliz ideia de desenvolver um projeto revolucionário que atendesse o mercado de utilitários. Depois de apresentado o esboço aos Hirst e Haesner, o projeto ‘ Tipo 2′  ganhou vida no ano de 1947. Foi o ‘embrião para o nascimento’ da Kombi.

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Dois anos depois, o Transporte – nome de batismo da Kombi alemã – já era comercializado na Alemanha e vendido a outros países como Polônia, Estados Unidos, Dinamarca, Finlândia entre outros.

Em 1949 as primeiras Kombi eram importadas para o mercado brasileiro

Kombi sempre foi um carro bem aceito no Brasil, onde tem uma larga legião de fãs até os dias atuais
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Kombi sempre foi um carro bem aceito no Brasil, onde tem uma larga legião de fãs até os dias atuais

O nome de batismo do Tipo 2 , Kombi , vem de Kombinationsfahrzeug , que no idioma germânico significa ‘ veículo combinado’ ou ‘ combinação do espaço para carga e passeio’ , e foi assim que o público brasileiro conheceu um dos veículos mais populares da história da indústria automobilística. Por aqui, as primeiras unidades vieram importadas no ano de 1949.

Graças ao sucesso de vendas, quatro anos mais tarde, a matriz alemã resolve instalar uma filial no Brasil, inicialmente sendo produzida pela Brasmotor, representante da americana Chrysler e proprietária da Brastemp na época. Ainda em 1953, nascia a Volkswagen do Brasil num reduzido galpão que contavam inicialmente com apenas 12 funcionários.

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Em 1957, a empresa se instalava na cidade de São Bernardo do Campo, inaugurando a fabricação da van da VW que nesta época já contava com 100% de índice de nacionalização. Praticamente idêntica à versão alemã, a nossa Kombi contava inicialmente com motor de 1.192 cm³ e 36 cv a 3.400 rpm, contando com a velocidade máxima de 100 km/h.

As opções Luxo e Standard , além da Lotação , lançada em 1967, eram as versões mais populares. No mesmo ano eram introduzidos a versão  Pick-up e um motor de 1,5 litro (1.493 cm³) mais potente de  44 cv , além de sistema elétrico de 12 volts para toda a linha.

Curiosamente, também foram lançadas com seis portas sendo duas para cada fileira de bancos e muito rara hoje em dia e disputado por colecionadores. Essa primeira geração ficou popularmente conhecido como ‘Corujinha’ devido a sua frente estilizada que se assemelha com o animal.  

Versão picape a diesel é uma das mais raras de se encontrar e apareceu no Brasil no início dos anos 80
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Versão picape a diesel é uma das mais raras de se encontrar e apareceu no Brasil no início dos anos 80

Em 1975 ocorreria a primeira mudança com a estreia do motor de 1.600 cc . Inicialmente a Volks pretendia fazer a reestilização completa, deixando a Kombi nacional com a porta corrediça e as três janelas grandes e cada lado.

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Aparentemente, para cortar custos, a fábrica escolheu combinar a frente (com as portas dianteiras) e a traseira (apenas as lanternas) do modelo internacional com a carroceria do modelo nacional, de 12 janelas laterais.

Em 1981, a Volkswagen iniciava as vendas da Kombi com motor de 1,5 litro movido a diesel , refrigerado a água e com um exclusivo radiador dianteiro. Este motor era o mesmo que equipava o Passat exportação e foi oferecido nas versões Pick-up , com cabine simples ou dupla (foto acima) e  Furgão.

A mudança mais profunda só chegaria em 1997, quando o modelo finalmente recebia a porta corrediça e carroceria semelhante àquela conhecida no resto do mundo, embora o teto elevado em 11 cm seja único do modelo brasileiro. Em 2005, a VW marcava a chegada da Kombi Série Prata , edição limitada que marcava o último modelo refrigerado a ar.

No ano seguinte, a Volkswagen iniciava a comercialização da veterana Kombi com nova motorização, desta vez refrigerada a água. Tratava-se do motor EA-111 de 1.4 litro , o mesmo do Fox de exportação, porém a daqui contava com tecnologia flexível que rendia até 80 cv com etanol e 78 cv com gasolina.

Volkswagen Kombi Last Edition marcou o fim da produção do utilitário no Brasil com uma série de itens exclusivos
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Volkswagen Kombi Last Edition marcou o fim da produção do utilitário no Brasil com uma série de itens exclusivos

No final de 2007 estreava a série especial ’50 anos’ com pintura saia e blusa (branco cristal e vermelho Bonanza) e tiragem de apenas 50 exemplares. Por dentro, ganhava revestimento dos bancos em Tear LE Fendy.

Para 2013, veio a Last Edition limitada a 600 unidades, mas que mais tarde a marca acabaria dobrando a produção, deixando muitos colecionadores irritados. Esteticamente, havia a tonalidade em azul pastel e branco, bancos em vinil azul, cortinas e vários itens com a logomarca Kombi etc.

O motor 1.4 flex de até 80 cv permanenia o mesmo. Porém, o que não continuava era a sua produção encerrando uma trajetória de mais de 50 anos de história no Brasil.

Fonte: IG CARROS

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