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Piloto conta o que está por trás de um caminhão que passa dos 240 km/h

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Os caminhões da Copa Truck são tão velozes quanto enormes. E tão brutos quanto precisos nas curvas
Guilherme Menezes/ iG Carros

Os caminhões da Copa Truck são tão velozes quanto enormes. E tão brutos quanto precisos nas curvas

Se o universo dos carros de corrida já é bem diferente dos carros de rua, imagina quando falamos dos caminhões de corrida. No mesmo dia em que fomos para o Autódromo de Interlagos (SP) — a convite da equipe Mercedes-Benz — pudemos não só dar uma volta no passageiro do caminhão da Copa Truck, como também analisar de perto como são esses veículos e os bastidores da categoria.

Em relação ao caminhão comum, a cabine é rebaixada, são colocados santantônios, bancos e cintos de corrida, o trem de força é realocado para a traseira e o eixo cardã é aliviado, bem como a potência e o torque são dobrados de 500 cv e 250 kgfm para mais de 1000 cv e 500 kgfm, com um turbocompressor imenso que gera mais de 3 bar de pressão, até os 3000 rpm. O resultado são mais de 240 km/h nas retas de Interlagos.

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Para gerir tudo isso, encontramos complexos sistemas de refrigeração de freios, uma estrutura para lá de robusta e inúmeros itens de segurança. Quem nos detalha esses e outros aspectos, no nosso podcast de hoje, é o piloto Roberval Andrade , caminhoneiro e piloto da Truck há mais de 20 anos. Ouça a entrevista na íntegra a seguir.


“A evolução dos caminhões desde os anos 2000 é notória. Em 2002 tinha 750 cv. O Mercedes de lá para cá evoluiu com a chegada da era eletrônica. Regulamento, estrutura, leveza dos chassis, potência e dinâmica melhoraram muito”, afirma o piloto.

Bastante curioso como um caminhão de corrida se diferencia dos caminhões de rua. Roberval diz que “os caminhões de rua são mais altos, mais macios e mais pesados. Ao contrário do caminhão Truck, que é rígido, tem um metro a menos de altura, 2 metros a menos de comprimento, teve muitos dos equipamentos retirados, passa a oferecer um novo conjunto de freios, com sistemas de irrigação com água e muito mais”.

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Fonte: IG CARROS

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Saída de marcas estrangeiras ‘obriga’ Rússia a fabricar seus carros

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Moskvich 2140, antiquado modelo russo deverá voltar a ser fabricado no meio da guerra com a Ucrânia
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Moskvich 2140, antiquado modelo russo deverá voltar a ser fabricado no meio da guerra com a Ucrânia

A guerra entre a Rússia contra a Ucrânia vem tomando cada vez mais mudanças incertas quanto à economia e a mais recente notícia é o anúncio da francesa Renault , que decidiu pausar as suas relações com o país por tempo indeterminado.

Com essa decisão, a Moskvich , empresa fundada na década de 1930 e que operou até 1991 na era soviética, através do comunicado do prefeito de Moscou, Sergei Sobyanin, será ‘ressuscitada’ .

Apesar dessa decisão implicar em uma possível decisão em massa de, pelo menos, dezenas de centenas de empregados , com a chegada da Moskvich, Sobyanin comentou em um comunicado à imprensa local que tentará manter todos os funcionários atuais da fábrica . Além disso, a unidade fabril também tentará obter a maioria das peças dos carros de empresas russas.

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Em um post em seus blog pessoal, o prefeito de Moscou comentou sobre a volta da fábrica Moskvich e o destino dos então empregados da Renault, que poderá aumentar o número de desemprego na Rússia.

“Não podemos permitir que esses trabalhadores fiquem sem os seus empregos”, começou escrevendo Sergei Sobyanin no seu blog pessoal, adiantando que decidiu “retomar a produção de automóveis de passageiros sob a histórica marca Moskvich”.

Apesar da decisão que põe em risco o desemprego de inúmeros funcionários, a Renault se posicionou que está disposta a uma nova negociação com a possibilidade de voltar a operar no mercado russo, assim que a ‘poeira baixar’.

Quanto aos veículos, a Moskvich vai fabricar modelos movidos a gasolina, mas que num futuro, vai passar a produzir versões elétricas, conforme dizeres no blog de Sobyanin que não especificou quais modelos de veículos seriam fabricados sob o nome Moskvich na antiga fábrica da Renault .

Fonte: IG CARROS

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