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Honda trabalha em esportiva baseada na mecânica da nova Africa Twin

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Conceito Honda CB4X de 2019 deverá inspirar o visual da nova NT 1100
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Conceito Honda CB4X de 2019 deverá inspirar o visual da nova NT 1100

A Honda trabalha atualmente no desenvolvimento de uma moto da categoria sport tourer baseada na mecânica CRF1100L, a variação mais recente da Africa Twin, que foi mostrada no ano passado no mercado europeu e já está confirmada para o Brasil.

É o que aponta uma reportagem da publicação alemã Motorrad , com base em um pedido de registro de patente do nome ” NT 1100 ” feito pela Honda na Europa. Essa nomenclatura colocaria o novo modelo como um sucessor espiritual da Deauville NT700V,  moto equipada com um motor V2 vendida no mercado europeu até 2013, e na mesma categoria de modelos como a Kawasaki Versys 1000 e BMW S 1000 XR , ambas disponíveis no Brasil.

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O motor 1100 deverá ser o mesmo da Africa Twin . Um propulsor bicilíndrico de refrigeração líquida recentemente atualizado no mercado europeu, com cilindrada aumentada e adequado às normas Euro V e que desenvolve 102 cv e 10,7 kgfm.

Já o visual da NT 1100 será inspirado no conceito CB4X, mostrado pela Honda no Salão de Milão de 2019 e que traz uma posição de guiar muito parecida com a vista por aqui nas CB 500X e NC 750X.

Nova NT 1100 será um sucessor espiritual da NT700V, vendida na Europa no início dos anos 2010
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Nova NT 1100 será um sucessor espiritual da NT700V, vendida na Europa no início dos anos 2010

Seguindo essa proposta, o chassi deverá ser completamente distinto da Africa Twin . No ano passado, a marca japonesa registrou a patente de dois novos modelos de quadro: um do tipo treliça com elementos de alumínio para acomodar o quadro traseiro e o braço oscilante e um outro, que adota um tubo central em aço e um quadro em garfo sob o motor.

Ainda segundo a publicação alemã, a Honda deve adotar este último modelo de quatro, que usa o motor como elemento estrutural, na nova  NT 1100 . O lançamento internacional do modelo deverá acontecer em 2022.

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Fonte: IG CARROS

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Chevrolet Tracker 1.2 Premier encara o rival VW T-Cross Comfortline

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Chevrolet Tracker Premier 1.2 e VW T-Cross Comfortline: SUVs compactos bem equipados para a família
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Chevrolet Tracker Premier 1.2 e VW T-Cross Comfortline: SUVs compactos bem equipados para a família

Quem diria que um SUV compacto fosse passar fácil dos R$ 130 mil, hein? Mas é o que acontece hoje em dia no Brasil. Prova disso é a dupla Chevrolet Tracker Premier 1.2 (R$ 131.290) e VW T-Cross Comfortline (a partir de R$ 129.290), que ficam lado a lado numa briga entre dois modelos bem equipados, feitos para poucos.

O Tracker está em falta nas concessionárias da GM por causa da escassez de semicondutores na indústria automotiva, mas mostrou que tem mais prós do que contras na briga com o rival T-Cross , um carro até um pouco mais agradável de dirigir, mas que tem um nível de sofisticação abaixo do GM por quase o mesmo preço.

Estamos falando da versão topo de linha do SUV da GM , a única que pode vir com o motor 1.2 turbo e teto solar panorâmico entre os itens de série. A lista de itens de série é longa e inclui alguns equipamentos que o VW não tem, como partida por botão, bancos revestidos de couro em dois tons (azul e cinza), porta-malas de dois andares, seis air bags, alerta de ponto cego nos retrovisores, sistema de frenagem de emergência, entre vários outros, como p acesso à internet a bordo.

No quesito equipamentos, o Chevrolet Tracker Premier 1.2 fica bem na frente do rival VW T-Cross Comfortline , que apesar de custar quase o mesmo que o concorrente vem apenas com o básico do conforto e segurança para um modelo de R$ 130 mil, com câmera de ré, volante revestido de couro com hastes para trocas de marcha, porta-luvas refrigerado, sensores nos para-choques (para ajudar nas manobras de estacionamento) e central multimídia VW Play , com tela de 10,1 polegadas, entre os itens principais.

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O bom do VW T-Cross é que o carro se sai melhor numa tocada mais animada com respostas mais ágeis do câmbio automático de seis marchas , uma suspensão mais firme, maior vão livre do solo (19,1 cm ante 15,7 cm do GM) e hastes no volante , ao contrário do rival, que vem com um botão na própria alavanca, o que exige tirar uma das mãos no volante para ser manuseado. Até os faróis do modelo da marca alemã se mostraram mais eficientes em viagem à noite, quando os do Tracker deixaram a desejar.

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Porém, com maior cilindrada e força, o modelo da GM consegue acelerar um pouco mais rápido que o rival. São 21,4 kgfm do Tracker ante 20,4 kgfm do T-Cross e ambos atingem o torque máximo a 2.000 rpm para acelerar de 0 a 100 km/h em 9,4 s, um segundo antes do concorrente (10,4 s). De velocidade máxima, ambos se equivalem, conforme os dados das fabricantes (185 km/h do GM e 184 km/h do VW). Então, na prática, embora haja uma pequena vantagem de fôlego do Tracker, o T-Cross é melhor de guiar.

Mas o Chevrolet Tracker Premier 1.2 vem mais equipado que o VW T-Cross, tem um porta-malas mais espaçoso (393 litros, ante 373 l do T-Cross) e conta com duas facilidade bem interessantes para um SUV familar: acesso à internet a bordo e sistema de concierge e assistente pessoal OnStar. Por meio dele é possível até facilitar a localização do veículo em caso de roubo ou furto. Além disso, tem ar-condicionado digital e carregador de celular sem fio.

Na briga equilibrada entre os dois SUVs, o VW T-Cross contra-ataca com um tanque de combustível um pouco maior, de 52 litros, ante 44 l do GM. Com isso, conforme os dados do Inmetro, o primeiro pode rodar até 697 km com gasolina na estrada e 494 km com etanol, contra 594 km e 493 km do rival da Chevrolet, respectivamente.

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Ainda conforme o Inmetro, o GM mostra alguma diferença a favor no consumo apenas com gasolina na cidade, quando é capaz de fazer 11,2 km/l, ante 10,8 km/l do VW. Nas demais situações, ambos são quase iguais. Em trechos urbanos, com etanol, o T-Cross faz 7,6 km/l, ante 7,7 km/l do Tracker, que faz 13,5 km/l com gasolina, em rodoviários, quase o mesmo que os 13,4km/l do T-Cross.

Conclusão

Entre VW T-Cross e Chevrolet Tracker , o primeiro tem um conjunto mais bem acertado para dirigir, com hastes no volante para trocas de marchas, freios a disco nas quatro rodas e maior vão livre do solo, o que ajuda em caminhos de terra. Mas a relação entre custo e benefício do Chevrolet Tracker pesa a favor do GM , que fica com a vitória neste comparativo por vir com vários itens sofisticados que contribuem bastante com o conforto e a segurança pelo mesmo preço do rival da VW .

Ficha Técnica

Chevrolet Tracker 1.2 Premier

Preço: a partir de R$ 131.290

Motor: 1.2, três cilindros, turboflex

Potência: 133 cv (E) / 132 cv (G) a 5.500 rpm

Torque: 21,4 kgfm a 2.000 rpm (E) / 19,4 kgfm a 2.000 rpm (G)

Transmissão: Automático,  seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / Eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / tambor (traseiros)

Pneus: 215/60 R16

Dimensões: 4,27 m (comprimento) / 1,79 m (largura) / 1,62 m (altura), 2,57 m (entre-eixos)

Tanque: 44 litros

Porta-malas: 393 litros

Consumo etanol: 7,7 km/l (cidade) / 9,4 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 11,2 km/l (cidade) / 13,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 9,4 segundos

Vel. Max: 185 km/h

Ficha Técnica

VW T-Cross Comfortline

Preço: a partir de R$ 129.290

Motor: 1.0, quatro cilindros, flex, turbo

Potência: 128 cv (E) / 116 cv (G) a 5.500 rpm

Torque: 20,4 kgfm a 2.000 rpm

Transmissão: Automático, seis marchas, tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / eixo de torção (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / sólido (traseiros)

Pneus: 205/55 R17

Dimensões: 4,20 m (comprimento) / 1,75 m (largura) / 1,57 m (altura), 2,65 m (entre-eixos)

Tanque: 52 litros

Porta-malas: 373 litros

Consumo etanol: 7,6 km/l (E) / 9,5 km/l (G)

Consumo gasolina: 10,8 km/l (E) / 13,4 km/l (G)

0 a 100 km/h: 10,4 s

Vel. Max: 175 km/h

Fonte: IG CARROS

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