CARROS E MOTOS

Conheça as motocicletas do Museu Petersen

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Um cantinho especial para as motocicletas no Peterson Museum
Gabriel Marazzi

Um cantinho especial para as motocicletas no Peterson Museum

Um dos museus automotivos mais importantes dos Estados Unidos é o Petersen , de Los Angeles, na Califórnia. É, também, um dos maiores do mundo, com um acervo impressionante. Há pouco reabriram, após um recesso causado pela pandemia, com uma exposição de supercarros, desde o Mercer Type 35-J Raceabout de 1913, até modelos bem atuais. Mas nos intesessa mesmo são as motocicletas.

Na última vez que lá estive, antes da grande reforma no prédio que consumiu 13 meses e 90 milhões de dólares, selecionei cinco motocicletas bastante representativas, cada uma com sua particularidade que as fazem muito especiais. e um quadriciclo, que foi construido a partir de uma motocicleta.

FN 1904, quatro cilindros em linha sem câmbio e sem embreagem
Gabriel Marazzi

FN 1904, quatro cilindros em linha sem câmbio e sem embreagem

A FN de 1904 foi a primeira motocicleta com motor de quatro cilindros produzida em série. Sua cilindrada era de 362 cm3. Feita na Bélgica, a FN não tinha caixa de câmbio e nem embreagem. A transmissão secundária era do tipo eixo-cardã, apesar de não ter cardãs nas extremidades do eixo, pois o quadro era “rabo-duro”, sem suspensão e, consequentemente, sem movimentação vertical da roda traseira. Além dessa transmissão, a FN tinha também pedal de bicicleta, transferindo o movimento do piloto à roda traseira por uma corrente comum.

O triciclo Indian Dispatch Tow de 1941 era utilizado para entregar automóveis
Gabriel Marazzi

O triciclo Indian Dispatch Tow de 1941 era utilizado para entregar automóveis

O triciclo Indian é um Dispatch Tow de 1941, que era utilizado para entregar automóveis. Antes da entrega, o Dispatch Tow era cuidadosamente fixado no para-choque traseiro do veículo a ser entregue, por meio de sua barra de reboque montada na frente do triciclo. Aí o entregador dirigia o carro até o destino, puxando o triciclo, que, ao chegar, era liberado e servia de condução para sua volta à oficina. Isso permitia que os estabelecimentos de reparo enviassem apenas uma pessoa para buscar ou entregar um veículo. Ele também permitia ao proprietário a comodidade de não ter que ir buscar pessoalmente o seu carro.

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O nome Ner-A-Car é uma brincadeira com o nome do criador e “parece um carro”
Gabriel Marazzi

O nome Ner-A-Car é uma brincadeira com o nome do criador e “parece um carro”

A motocicleta seguinte nem parece uma motocicleta. Até o seu nome tenta explicar esse fato. Ner-A-Car é uma brincadeira com o nome de seu criador, Carl A. Neracher, mas também com o termo “near a car”, ou, em uma tradução livre, “quase um carro”. Apesar de ter apenas duas rodas, Neracher achava que sua motocicleta era “mais perto” de um carro do que de uma motocicleta. Seguindo esse princípio, a motocicleta foi projetada com um centro de gravidade muito mais baixo do que de outras motocicletas, facilitando seu equilíbrio, apesar de o sistema de direção ser bastante difícil de ser operado. A Ner-A-Car tinha motor dois tempos de 283 cm3 e foi produzida de 1921 a 1926.

HRD Vincent 1948, uma das mais rápidas motocicletas de sua época
Gabriel Marazzi

HRD Vincent 1948, uma das mais rápidas motocicletas de sua época

A HRD Vincent 1948 tinha motor de dois cilindros em “V” de 1.000 cm3, com a potência de 55 cv, uma das maiores de sua época para uma motocicleta de série. Por isso era chamada de “viúva negra”, apelido décadas mais tarde apropriado pela Yamaha RD 350. As motocicleta foram produzidas em Stevenage, na Inglaterra, de 1929 a 1956, e chamavam-se apenas HRD, mudando seu nome quando Phil Vincent assumiu a produção.

O Jordan Twin Crank Four de 1947 tinha estrutura monobloco
Gabriel Marazzi

O Jordan Twin Crank Four de 1947 tinha estrutura monobloco

Parecida com um scooter, a Jordan 1947 tinha esse formato porque não tinha quadro estrutural, sua estrutura monobloco incluía todos os componentes visíveis, com o motor encaixado dentro. Esse motor de quatro cilindros tinha dois eixos virabrequins, cada um girando em um sentido, para neutralizar vibrações. A criação é de LeGrand Jordan, um dos primeiros patrulheiros do Chip’s, California Highway Patrol. Essa motocicleta é única, uma vez que Jordan nunca conseguiu um investidor para seu complexo projeto.

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Por fim, um quadriciclo, que não é motocicleta mas é derivado delas. Por isso o Rochet Quadricycle 1899 era bem diferente dos automóveis da época, que eram adaptações de carruagens. A estrutura principal era de uma bicicleta, com guidão, duas rodas traseiras para equilíbrio e tração e duas rodas dianteiras, para acomodar duas pessoas no banquinho frontal. E tinha pedais de bicicleta, para ajudar a fraca potência do motor DeDion-Bouton de um cilindro, um motor que costumava equipar motocicletas de fabricantes diversos. O Rochet Quadricycle era produzido em Paris, na França.

Fonte: IG CARROS

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Ford Ranger Black e Chevrolet Equinox:  picape é melhor que SUV médio?

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Ford Ranger Black e Chevrolet Equinox:  picape com pegada urbana tem porte maior e se mostra mais valente nos obstáculos
Cauê Lira

Ford Ranger Black e Chevrolet Equinox: picape com pegada urbana tem porte maior e se mostra mais valente nos obstáculos

Até que não foi má ideia da Ford em lançar uma versão da Ranger com apelo urbano, suspensão ajustada para manter a picape mais confortável, apenas com tração 4×2 e equipamentos geralmente encontrados em SUVs médios.

Estamos falando da versão Black, que faz parte da linha 2022 e tem preço sugerido de R$ 183.490. É apenas um pouco menos que os R$ 189.900 do Chevrolet Equinox Premier , recheado de itens de série. A seguir, vamos analisar os prós e contras de cada um deles.

De um lado, a Ranger Black pode enfrentar terrenos acidentados com valentia, tem sobra de espaço, força do motor turbodiesel e autonomia bem maior para viajar com a família (904 km na estrada, ante 605 km, pelo Inmetro).

Do outro, o Equinox é mais prático no dia a dia(pelo porte menor), tem um nível de sofisticação que a picape da Ford não tem e se mostra mais ágil, tanto nas acelerações quanto nas curvas, já que conta com relação entre peso e potência mais favorável (9,7 kg/cv ante 15,7 kg/cv).

Foto: Cauê Lira

Foto: Carlos Guimarães/iG

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Andando na Ranger Black dá mesmo para notar que a Ford adotou um ajuste diferente da suspensão , que a faz passar fácil por qualquer valeta, buraco, ou qualquer outro obstáculo urbano, com distância livre do solo de 23,5 cv, ante apenas 16 cm do SUV Equinox , que costuma raspar a parte de baixo da frente até mesmo em algumas lombadas e rampas de acesso a condomínios e shoppings.

O problema é que a picape é mais difícil de manobrar e não cabe em qualquer vaga, embora venha com câmera de ré e sensores no para-choque traseiro.

O nível de ruído a bordo do Chevrolet Equinox é menor, ajudado pelo eficiente motor 1.5 turbo , movido apenas a gasolina, capaz de gerar 172 cv e bons 27,8 kgfm de torque a ainda baixos 2.500 rpm, que funciona com câmbio de seis marchas, assim como na Ranger .

Por sua vez, a picape tem um 2.2 turbodiesel , de 160 cv e respeitáveis 39,3 kgfm a meros 1.600 rpm. Com tração traseira, o Ford se sai bem em aclives e pisos escorregadios, mas exige cautela em trechos sinuosos, mesmo com controle eletrônico de estabilidade .

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Se o assunto é agilidade , tanto no trânsito urbano quando na estrada, por ser bem mais leve (1.633 kg ante 2.032 kg), o Equinox transfere menos peso de um lado para o outro e se mostra mais fácil de ser controlado ao volante, inclusive na hora de frear. A maior leveza do GM ajuda a acelerar de 0 a 100 km/h em 9,2 segundos, bem antes dos 15 segundos do Ford, conforme dados das fabricantes.

Portanto, se agilidade e uma dinâmica mais próxima do que pode ser chamar de esportivo é fundamental para você, o GM atende melhor. Entretanto, por ser uma picape média, a Ranger é mais valente em pisos irregulares sem deixar de ter certo conforto em viagens com asfalto liso com um pouco mais de economia de combustível. Pelo Inmetro, o Ford faz 9,3 km/l na cidade e 11,3 km/l da estrada de diesel, ante 9,1 km/l e 10,8 km/l de gasolina, respectivamente, do Chevrolet .

Embora tenham diferenças, os dois modelos vêm bem equipados. Entre os destaques do Ford há chamada de assistência de emergência , partida remota (pela chave), ar-condicionado bizone, mostrador digital e configurável no cluster, aplicativo capaz de destravar o carro (entre outras funções) e central multimídia com tela sensível ao toque compatível com Apple Car Play e Android Auto.

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No SUV da GM, há mais itens de segurança e sofisticação extra, como carregador do celular por indução , alerta de trafego cruzado traseiro, sistema de frenagem de emergência, freio de estacionamento elétrico, entre outros. Com 3,22 metros de entre-eixos (ante 2,73 m do GM), a picape da Ford leva cinco ocupantes com mais folga e pode carregar bagagem. Vão até 1.180 litros na caçamba , conta 468 litros no porta-malas do SUV, com direito até a abertura e fechamento automático da tampa.

Conclusão

Vai depender da necessidade de cada um para saber se é melhor escolher a picape ou o SUV . De qualquer forma, a versão Black da Ranger é interessante pela relação entre custo e benefício e por causa da pegada mais urbana, o que não é tão fácil de encontrar em modelo do segmento.

E o Equinox é um legítimo utilitário esportivo , bem equipado e com conjunto bem acertado. Só que, com a chegada do novo Compass turboflex e do VW Taos, no mês que vem, vai ficar mais apagado no terreno dos SUVs médios, pelo menos até receber mudanças mais significativas, o que está previsto apenas para 2022.

Fichas técnicas

Chevrolet Equinox Premier

Motor: 1.5, quatro cilindros, turbo, gasolina

Potência (cv): 172 a 5.600 rpm

Torque (kgfm): 28,8,7 a 2.500 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração integral

Suspensão:Independente (dianteira) e multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira

Dimensões: 4,65 m (comprimento) / 1,84 m (largura) / 1,70 m (altura), 2,73 m (entre-eixos)

Tanque : 56 litros

Caçamba: 468 litros

Consumo: 9,1 km/l (cidade) /10,8 km/l (estrada) com diesel

0 a 100 km/h: 9,2 segundos 

Vel. Max: 196 km/h

Ford Ranger Black 2.2

Motor: 2.2, quatro cilindros, diesel

Potência: 160 cv a 3.200 rpm

Torque: 39,3 kgfm a 1.600 rpm

Transmissão:  Automático, 6 marchas, tração dianteira

Suspensão:Independente (dianteira) e eixo rígido (traseira)

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 265/65 R17 

Dimensões: 5,35 m (comprimento) / 1,86 m (largura) / 1,63 m (altura), 3,22 m (entre-eixos)

Tanque : 80 litros

Caçamba: 1.180 litros

Pneus: 225/60 R18 

Consumo: 9,6 km/l (cidade) /11,3 km/l (estrada) com diesel

0 a 100 km/h: 15 segundos 

Vel. Max: 164 km/h


Fonte: IG CARROS

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