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VÍDEO: Homem usa caiaque para enfrentar ruas alagadas de Salvador

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Homem usa caiaque para se locomover em rua alagada
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Homem usa caiaque para se locomover em rua alagada

Um morador de Salvador (BA) usou um caiaque para conseguir se locomover pela rua Juçara, na Cidade Baixa, que estava inteira alagada. O vídeo foi compartilhado nas redes sociais.

Nas imagens, é possível ver o remador desbravando a água escura, que chegava a altura dos joelhos dos pedestres. Enquanto grava a cena, o narrador denuncia o abandono da região.

“Tem que andar de barco se quiser trabalhar. Basta cair 5 minutos de chuva para todo mundo ficar ilhado em casa. A única solução é sair de barco. Complicada a nossa situação”, diz.

A região da Cidade Baixa foi uma das mais atingidas pela chuva de hoje (5). Segundo a Defesa Civil de Salvador, a chuva deve dar uma trégua na tarde deste domingo.

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Médicos de SP são proibidos pela Justiça de paralisar atividades

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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo
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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo


Os médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam nas unidades básicas da cidade de São Paulo foram proibidos de paralisar as atividades nesta quarta-feira (19). A categoria  havia decidido pela paralisação em assembleia realizada na última semana.

A decisão judicial foi proferida nesta terça-feira (18) pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do estado (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, ele acolheu um pedido da prefeitura, sob o argumento de que a greve “se afiguraria abusiva” pois poderia “causar dano irreparável ou de difícil reparação aos cidadãos, até mesmo levá-los ao óbito pela falta de atendimento”. 

O município paulista, assim como outras cidades, enfrenta uma pressão na rede de atendimento diante do crescimento de casos de coronavírus e de influenza.

Desse modo, embora reconheça que a greve é um direito social garantido pela Constituição, o desembargador pontua que o atual cenário é de “extrema excepcionalidade”, com hospitais sobrecarregados, altas taxas de ocupação e filas de espera por atendimento. Com isso, o magistrado estabeleceu uma multa diária de R$ 600 mil ao Simesp, sindicato que representa a categoria, caso eles decidam paralisar os trabalhos mesmo assim. 

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Ele também marcou uma audiência de conciliação entre a entidade e a prefeitura. Representantes das duas partes deverão se reunir no próximo dia 27, de forma virtual.

Pleitos do Simesp

Um dos principais pleitos do Simesp à prefeitura e as Organizações Sociais de Saúde (OSS) que gerem as unidades básicas é a contratação imediata de mais equipes para atender pacientes com síndromes respiratórias. Mas a entidade pede também que os médicos não sejam convocaados de forma obrigatória para cumprir os plantões extras e que sejam pagas horas extras quando eles comparecerem.


Em entrevista ao iG na semana passada, a médica Vanessa Araújo, representante do sindicato, reclamou que havia um  “jogo de empurra” entre os gestores que não atediam as demandas e repassavam um para o outro a responsabilidade.

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