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VÍDEO: Criança liga para emergência e oferece seus brinquedos aos policiais

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Criança liga para emergência e pede para policia conferir seus brinquedos
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Criança liga para emergência e pede para policia conferir seus brinquedos

A polícia da cidade de Invercargill, na  Nova Zelândia, viveu no último dia 15 do outubro uma situação inusitada. Uma criança de quatro anos de idade ligou para o serviço de emergência e revelou que havia brinquedo a espera dos agentes policiais. Após realizar uma visita na casa do garoto, o oficial Kurt confirmou que as brincadeiras realmente são muito legais. As informações são da agência AP. Veja o bate papo entre a criança e a policial:

O menino, que não teve seu nome revelado, realizou a ligação e perguntou para a policial: “Posso te dizer uma coisa? Tenho alguns brinquedos para você”. “Você tem brinquedos para mim?”, pergunta a agente, que ouve do menino: “Sim, venha vê-los!”

Na sequência, um adulto pega o telefone e afirma que foi um engano pois não há emergência alguma no local. Mesmo assim, a policial encaminhou um agente para verificar se tudo se encontrava bem. Kurt, o oficial que topou o desafio, confirmou que o garoto realmente “tinha brinquedos legais”.


O agente aproveitou para ter um “bom pate-papo educacional” com a criança e deixou o menino conhecer “a viatura e as luzes do carro”. A corporação pediu para que crianças não liguem para o serviço de emergência sem que haja uma situação de perigo, mas ressaltaram que o ocorrido foi “fofo demais para não ser compartilhado”.

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Médicos de SP são proibidos pela Justiça de paralisar atividades

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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo
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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo


Os médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam nas unidades básicas da cidade de São Paulo foram proibidos de paralisar as atividades nesta quarta-feira (19). A categoria  havia decidido pela paralisação em assembleia realizada na última semana.

A decisão judicial foi proferida nesta terça-feira (18) pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do estado (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, ele acolheu um pedido da prefeitura, sob o argumento de que a greve “se afiguraria abusiva” pois poderia “causar dano irreparável ou de difícil reparação aos cidadãos, até mesmo levá-los ao óbito pela falta de atendimento”. 

O município paulista, assim como outras cidades, enfrenta uma pressão na rede de atendimento diante do crescimento de casos de coronavírus e de influenza.

Desse modo, embora reconheça que a greve é um direito social garantido pela Constituição, o desembargador pontua que o atual cenário é de “extrema excepcionalidade”, com hospitais sobrecarregados, altas taxas de ocupação e filas de espera por atendimento. Com isso, o magistrado estabeleceu uma multa diária de R$ 600 mil ao Simesp, sindicato que representa a categoria, caso eles decidam paralisar os trabalhos mesmo assim. 

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Ele também marcou uma audiência de conciliação entre a entidade e a prefeitura. Representantes das duas partes deverão se reunir no próximo dia 27, de forma virtual.

Pleitos do Simesp

Um dos principais pleitos do Simesp à prefeitura e as Organizações Sociais de Saúde (OSS) que gerem as unidades básicas é a contratação imediata de mais equipes para atender pacientes com síndromes respiratórias. Mas a entidade pede também que os médicos não sejam convocaados de forma obrigatória para cumprir os plantões extras e que sejam pagas horas extras quando eles comparecerem.


Em entrevista ao iG na semana passada, a médica Vanessa Araújo, representante do sindicato, reclamou que havia um  “jogo de empurra” entre os gestores que não atediam as demandas e repassavam um para o outro a responsabilidade.

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