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Temer deixou escapar algumas informações sobre reunião com Bolsonaro

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Temer ri das imitações de André Marinho durante jantar com políticos
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Temer ri das imitações de André Marinho durante jantar com políticos

O ex-presidente Michel Temer deixou escapar algumas informações durante o jantar com políticos , na casa do treino Naji Nahas, em São Paulo, na noite de ontem (13).

Segundo o Blog de Malu Gaspar, a primeira informação dada por Temer é de que Carlos Bolsonaro acompanhou toda a reunião do pai com o ex-presidente no dia 9 de setembro.  O encontro teve como objetivo fechar os detalhes da carta em que Bolsonaro recua das avaliações feitas ao Supremo durante os atos de 7 de setembro .

Um segundo detalhe é que Temer contou a um dos participantes do jantar que o vereador Carlos Bolsonaro não se pronunciou em nenhum momento durante a reunião e ficou o tempo todo em um canto da sala. 

Ainda, no momento em que o Chefe do Executivo ligou para Alexandre de Moraes, até Carlos saiu do gabinete para que o pai pudesse falar a sós com o ministro do STF. O diálogo durou 15 minutos. 

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Outra revelação do ex-presidente foi dada a outro comensal. Temer contou que a negociação de Bolsonaro com Alexandre de Moraes não foi fácil. Segundo o ministro, já haviam provas reunidas pelo Supremo no inquérito das notícias falsas e elas eram “muito contundentes” e o Supremo teria que agir. Porém, o desfecho da negociação não foi revelada por Temer.

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Ademais,  Temer se compadeceu da situação de Bolsonaro. Durante uma conversa que só tinha um homem, ele disse: “Eu sei o que é sofrer na presidência”. Em comunhão com os outros políticos, o ex-presidente opinou várias vezes que um impeachment não seria “bom para o país”. 

À mesa estava o marqueteiro de Temer, Elsinho Mouco, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, o dono da rede Bandeirantes, Johnny Saad, o jornalista Roberto D’Ávila, o advogado José Rogério Cruz e Tucci (advogado e professor da USP) médico Raul Cutait, além do fator Paulo Marinho (suplente de Flávio Bolsonaro, mas rompido com o bolsonarismo) e o imitador André Marinho.

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Um vídeo que mostra Temer rindo da imitação que Marinho faz de Jair Bolsonaro viralizou na manhã desta terça-feira. Confira:



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Rio: mulher agride funcionária de posto de saúde e foge com cartão sem vacinar

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Vacina contra Covid-19
Reprodução: iG Minas Gerais

Vacina contra Covid-19

A cena se passou neste sábado em um posto de vacinação em Marechal Hermes. Após declarar seu nome e CPF à assistente de enfermagem, uma mulher tenta fugir com o cartão, sem ter a dose contra a Covid 19 aplicada. Quando funcionários tentam contê-la, ela atira as chaves contra o rosto da atendente, que não se machucou. A tentativa de agressão foi apenas um de oito casos de roubo de cartões registrados em apenas uma semana pela secretaria municipal de Saúde em unidades da prefeitura.

Desde quarta-feira, dia 15, o ‘’passaporte da vacina’’ passou a ser exigido para uma série de atividades na cidade, emtre as frequentar academias, piscinas, clubes, cinemas, teatros, vilas olímpicas, feiras, convenções e pontos turísticos.

Inicialmente,o comprovante também valia para servidores e fornecedores da prefeitura. Mas a exigência foi suspensa por uma liminar concedida pela desembargadora Marília de Castro Neves Vieira, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça, com base em uma representação de constitucionalidade proposta pelo deputado estadual Márcio Gualberto (PSL)

Apesar dos incidentes, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, explicou que nada mudará no esquema de aplicação das doses, porque não existe o risco das pessoas saírem dos postos, sem estarem previamente identificados

“Em todos os casos,os autores foram identificados porque a primeira informação que precisam prestar é informar o nome e o CPF. Registramos todas as occorrências, bem como o roubo dos cartões (por fraude de documento oficial, que prevê até 2 anos e meio de prisão pelo Código Penal)”, disse Soranz.

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Os responsáveis também serão multados em R$ 1 mil com base em uma lei de autoria do vereador Átila Alexandre Nunes (MDB), sancionada semana passada pelo prefeito Eduardo Paes. Caso o infrator seja servidor público, a multa sobre para R$ 1,5 mil.

Segundo o relato da servidora, a mulher tentou coagi-la a não aplicar o imunizante. ‘’Paciente insiste em não tomar a vacina e levar o cartão com ela. O auxiliar de portaria foi acionado para apoio quando a paciente me agride no rosto, com um chaveiro com várias chaves e sai correndo com o cartão, sem administrar a vacina’’, diz um trecho do boletim de ocorrência obtido pelo Globo.

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A paciente, Michele Moreira, foi localizada pela reportagem. E negou que tenha agredido a auxiliar de enfermagem:

“Não aconteceu nada disso. Não roubei cartão algum e nem chave levava. O que ocorre: sou uma pessoa muito ansiosa. Quando vi a agulha fiquei nervosa pedi para esperar um pouco até darem a injeção. Por que isso tudo? Não acho que vacina seja obrigatória mas também ninguém me obrigou a ir. Essa conversa tambem está me deixando ansinosa. Estou nervosa, vou desligar agora”, disse Michele .

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Os demais incidentes ocorreram em bairros como Bangu, Realengo e Cidade de Deus. Somente na Cidade de Deus foram três casos. Como relatou o colunista Ancelmo Gois, um dos casos na Cidade de Deus envolveu im policial que tentou coagir uma profissional de saúde para pegar o comprovante sem ter tomado as duas doses. Ainda, segundo o colunista, no sábado cambistas tentavam vender por R$ 100 certificados da vacina em frente a Jeunesse Arena, na Barra, para garantir acesso ao shoW de Diego Nogueira. Soranz disse que a SMS ainda não conseguiu confirmar a denúncia.

Além dos casos de agressões, um outro fato chama a atenção. Com a instituição do Passaporte da Vacina no Rio, começaram a aparecer vídeos de protesto contra a exigência do documento para ter acesso a vários locais. Em um deles, uma mulher que estava na Clínica da Família Isabela Severo (Campo Grande) portava um cartaz em que afirmava ter sido obrigada pelo prefeito Eduardo Paes a virar cobaia da vacina. A maioria das reações eram de críticas contra a paciente. Entre as quais, uma mulher que afirmava ter sido uma das voluntárias para testar vacinas e que por isso ‘’cobaia tinha sido ela’’. No entanto, também havia algumas mensagens de solidariedade.

“O direito de protestar, conttra ou a favor, é livre. Desde que não haja agressões”, acrescentou Soranz.

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