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SP: Professora é vítima de Covid-19 após volta às aulas; sindicato culpa governo

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Professora morre por Covid-19 após volta às aulas
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Professora morre por Covid-19 após volta às aulas

A professora Maria Tereza Couto de Lourenço, 32, morreu por complicações da Covid-19. Moradora de Caçapava, ela estava internada há dez dias, e é a primeira vítima da doença desde que as aulas voltaram no estado de São Paulo.

Segundo sua família, Maria Tereza não tinha comorbidades. No dia 18 de fevereiro, dois dias antes de sua morte, a professora já havia perdido a mãe, de 59 anos, também para o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Sindicato dos Professores culpa o governo de SP

Professora Bebel. Deputada Estadual e presidenta da Apeoesp
Alesp/Divulgação

Professora Bebel. Deputada Estadual e presidenta da Apeoesp

De acordo com o Sindicatodos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), já são 851 os casos de Covid-19 confirmados em 456 escolas. O governo Doria, porém contabiliza número menor: 741, além de 1.133 casos suspeitos.

O sindicato é contra o retorno presencial às escolas  “enquanto não houver segurança sanitária”, conforme disse ao iG, em janeiro, a presidenta e deputada estadual Professora Bebel (PT).

Leia Também:  EUA ultrapassam marca de 500 mil mortes por covid-19

A presidenta do sindicato, Bebel (PT), manifestou indignação e culpou o governo do estado de São Paulo.

“Quantos contágios e quantas mortes terão que ocorrer poressa insanidade de volta às aulas presenciais? Amanhã poderá ser qualquer professor ou professora, obrigados a trabalhar em escolas sem estrutura para garantir a sua segurança”, disse.

O iG procurou o governo do estado de SP, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

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Brasileiros defendem Zé Gotinha após estrangeiros associá-lo à KKK

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Estrangeiros criticam Zé Gotinha na internet e brasileiros se unem para defendê-lo
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Estrangeiros criticam Zé Gotinha na internet e brasileiros se unem para defendê-lo

Personagem mais carismático e simbólico do sistema de saúde brasileiro,  Zé Gotinha foi alvo de polêmica nas redes sociais. Isso porque a usuária do Twitter ‘@RoxxaneLaWin’ fez uma crítica a aparência do mascote brasileiro e comparou a sua vestimenta às roupas que a Ku Klux Klan utilizava.

Roxxane escreveu: “O mascote da vacina brasileira talvez pudesse ter passado por mais alguns níveis de verificações e aprovações”. A foto em questão mostra uma campanha de vacinação em uma região do país menos favorecida. O traje do Zé Gotinha , por isso, foi criticado.

As respostas, milhares delas, apareceram rapidamente. A conta ‘@Winxyzinha’ rebateu as acusações e disse que, “como uma brasileira negra, literalmente não damos a mínima para o que os norte-americanos pensam, pois ele é só Zé Gotinha pra gente”.

Já o @10_conto explicou que “ele [Zé Gotinha] é um ícone brasileiro e foi criado para encorajar as crianças a não terem medo da vacinação “. O @marcolindu seguiu a mesma linha defendendo que o “Zé Gotinha é um mascote de muito sucesso na vacinação contra a poliomielite e fez a diferença na aceitação da vacina por crianças e pais , por isso é uma grande vitória em todo o sistema público de saúde do Brasil “.


Apelidado internacionalmente de ” Little Drop “, Zé Gotinha foi amplamente defendido por seus conterrêneos na internet a ponto da autora da crítica, a ‘@RoxxaneLaWin’, deletar a sua postagem inicial.

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