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Senador Irajá Filho é acusado de estupro por modelo

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Irajá Filho (PSD-TO)


O senador Irajá Silvestre Filho (PSD-TO) é acusado por uma modelo de tê-la estuprado no último domingo (22), em São Paulo. Um boletim de ocorrência foi registrado pela mulher na madruga desta segunda-feira (23) no 14º Distrito  Policial de Pinheiro. As informações são da CNN Brasil .


Segundo a vítima, Irajá, que é filho da senadora Kátia Abreu – que está com Covid-19 – , o senador foi responsável por dopa-la para então realizar o estupro . A mulher, de 22 anos, diz ter conhecido Irajá em um almoço com um grupo de amigas no Jockey Club de São Paulo, no úlitmo domingo. Logo após, ela e o senador teriam saído juntos para a casa noturna Café de La Musique, acompanhada por mais um amigo dele, onde ela teria sido dopada. Ela declarou à CNN que ao recobrar a memória estava sendo violentada por ele em um flat, no Itaim Bibi.

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Consta no depoimento a informação de que a vítima acordou ao ser penetrada pelo senador, que não utilizava preservativo, e dizia frases como: “agora, você é minha” e “estou apaixonado”. Ela disse ao delegado responsável pela investigação que ficou com medo de ser agredida e por isso não reagiu ao abuso, mesmo assim ela era impedida de parar a violência para ir ao banheiro ou beber água quando pedia. No depoimento, ela declarou que consguiu se trancar no banheiro e pedir socorro, após dizer que estava passando mal.

Na manhã de hoje, antes de prestar queixa, a garota foi a um hospital para realizar o corpo de delito e confirmar o abuso. A polícia trabalha na investigação para identifica câmeras de segurança do hotel e da casa noturnaque possam ter captado a interação entre a vitima e o agressor. O senador não se manifestou ao ser procurado pela reportagem de CNN Brasil.

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Líderes religiosos protocolam na Câmara pedido de impeachment de Bolsonaro

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O Antagonista

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BRASÍLIA — Líderes religiosos protocolaram nesta terça-feira na Câmara dos Deputados o 62º pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. No documento, os religiosos afirmam que a pandemia “escancarou o desprezo do atual governo pela proteção à saúde da população e evidenciou condutas criminosas”.

“O avanço sobre os pilares da democracia prosseguiu com mais intensidade com a chegada ao Brasil da pandemia da Covid-19. Ciente de antemão da incapacidade de seu governo gerir essa enorme crise sanitária e, igualmente, os impactos econômicos imediatamente projetados, Bolsonaro deu início a um festival de desinformação, de desorganização administrativa e de renovação de ataques aos entes subnacionais, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal”, escrevem.

A peça, elaborada pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia, é assinada por 380 pessoas, entre elas pastores, bispos, padres e frades. São religiosos ligados a igrejas cristãs, como anglicanas, luteranas, presbiterianas, batistas, metodistas, católicas e 17 movimentos cristãos. O anúncio do protocolo do pedido de impeachment foi feito em um ato no Salão Verde da Câmara.

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Entre os que assinam o documento de 74 páginas estão a Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (Anneb), Cristãos Contra o Fascismo, Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep) e Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP). Confira no fim do texto a lista completa.

“Os cidadãos e cidadãs religiosos/as que decidiram denunciar Jair Bolsonaro por seus delitos acreditam que somente o seu afastamento e a responsabilização jurídico-política de todos os representantes de seu governo, que levam adiante as políticas destrutivas representadas pelo seu projeto político, são capazes de recolocar o país nos trilhos da observância e do predomínio da Constituição da República”, escrevem.

Dos 62 protocolados desde o início do mandato de Bolsonaro, 56 estão ativos. Os outros cincos foram arquivados ou não aceitos, sem que o mérito fosse analisado. Cabe ao presidente da Câmara decidir se aceita ou não um pedido desse tipo.

Confira quem assina o pedido

  • Aliança de Negras e Negros Evangélicos do Brasil (Anneb)

  • Centro Nacional de Fé e Política Dom Helder Câmara (Cefep)

  • Coletivo Abrigo: Pastoral de educação e assistência social de Porto Alegre – RS

  • Coletivo Empatia Clarifranciscana

  • Coletivo Juventudes, Fé, Ciência.

  • Coletivo de Mulheres das Organizações Religiosas do Distrito Federal (Comordf)

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  • Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic)

  • Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB)

  • Cristãos Contra o Fascismo

  • Instituto Catarinense de Juventude (ICJ)

  • Juventude Franciscana do Brasil (Jufra)

  • Liberta – Movimento de Igrejas Libertárias

  • Movimento Fé e Política RS

  • Movimento Social de Mulheres Evangélicas do Brasil (Mosmeb)

  • Movimento Social Religioso do Distrito Federal

  • Mulheres Contra Bolsonaro

  • Pastoral da Juventude do Meio Popular (PJMP)

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