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RJ: Falso massagista é preso por abusar sexualmente de influenciadoras digitais

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Suspeito é preso no Rio de Janeiro por abusar influenciadoras digitais
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Suspeito é preso no Rio de Janeiro por abusar influenciadoras digitais

A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu um homem que se passava por massagista para abusar sexualmente de influenciadoras digitais. Matheus Calainho Cyranka, de 26 anos, abordava as vítimas pelas redes sociais e propunha uma parceria: em troca de seus serviços, elas teriam que postar fotos dele para promover seu perfil. Durante o procedimento, entretanto, ele chegava a tocá-las e até a se masturbar.

De acordo com as investigações da 16ª DP (Barra da Tijuca), pelo menos sete mulheres foram vítimas de Matheus nos últimos dois anos. Segundo o delegado Henrique Damasceno, algumas delas têm mais de 100 mil seguidores no Instagram e resistiram a denunciar o criminoso por vergonha e medo da exposição.

Há cerca de dois meses, porém, uma jovem que recebeu Matheus em casa para uma sessão de massagem resolveu ir até a delegacia. Em depoimento, ela contou que o criminoso se apresentava como homossexual para não levantar “dúvidas” de seu profissionalismo. Mesmo com o marido na residência, ele acariciou suas partes íntimas.

Matheus foi preso na casa de sua família, no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio. Aos policiais, ele admitiu não ter formação em cursos de massagem e ter aprendido algumas técnicas assistindo a vídeos no YouTube. Ele foi indiciado por violação sexual mediante fraude, crime cuja pena varia de dois a seis anos de prisão.

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Rave clandestina com mais de 500 pessoas é encerrada pela polícia

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Rave clandestina com mais de 500 pessoas é encerrada pela polícia
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Rave clandestina com mais de 500 pessoas é encerrada pela polícia

Uma festa com mais de 500 pessoas foi encerrada, no início da tarde deste domingo (28), pela Guarda Civil Metropolitana (GCM) em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. A festa foi organizada pelas redes sociais e acontecia desde a noite deste último sábado (27).

A rave teve divulgação nas redes sociais e os organizadores pediam para que os participantes não divulgassem o local. Além da festa ocorrer durante o horário do toque de recolher, a aglomeração já era prevista pelos organizadores do evento.

Ao todo foram feitas 33 abordagens, sendo 30 em motoristas de carros e três para pilotos de moto. Muitos dos motoristas e motociclistas estavam sob o efeito de álcool. Ao todo, sete carteiras de habilitação foram recolhidas.

A festa aconteceu no dia em que taxa de ocupação das Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs) destinadas a pacientes com Covid-19 chegou a 93% em Campo Grande.

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