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Relatório da CPI: Aras diz que PGR pode avançar na investigação contra políticos

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Relatório da CPI: Aras diz que PGR pode avançar na investigação contra políticos
Pedro França/Agência Senado

Relatório da CPI: Aras diz que PGR pode avançar na investigação contra políticos

Senadores da  CPI da Covid entregaram nesta quarta-feira o relatório final ao procurador-geral da República  Augusto Aras, que afirmou que o material permitirá avanços nas investigações contra políticos com foro privilegiado.

“Esta CPI já produziu resultados. Temos denúncias, ações penais, autoridades afastadas e muitas investigações em andamento e agora, com essas novas informações poderemos avançar na apuração em relação a autoridades com prerrogativa do foro nos tribunais superiores”, afirmou Aras, em comunicado divulgado pela PGR.

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O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), o relator, Renan Calheiros (MDB-AL) e o vice-presidente, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), foram pessoalmente entregar o documento. Segundo a PGR, Aziz fez um breve relato do trabalho, lembrou o número de mortos em decorrência da pandemia e destacou a resistência do governo federal na compra de vacinas como um dos fatos mais graves apurados pela CPI.

Foram mais de 600 mil mortos. Nós não queremos vingança. Queremos justiça. Que as pessoas que contribuíram para isso possam ser responsabilizadas pela Justiça dos homens. Confiamos no trabalho da Procuradoria-Geral da República e de todo o Ministério Público Federal”, disse, de acordo com comunicado da PGR.

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Pai de Henry critica tentativa de Jairinho voltar à Câmara do Rio

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Leniel com o seu filho Henry, que tinha quatro anos
Reprodução/ Redes Sociais

Leniel com o seu filho Henry, que tinha quatro anos

O pai do menino Henry Borel, morto em abril, o engenheiro Leniel Borel reagiu à tentativa de Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, preso acusado de torturar e assassinar a criança, voltar à Câmara do Rio .

Como publicado pela coluna do jornalista Ancelmo Gois, no GLOBO, Jairinho apresentou Mandado de Segurança ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) contra a decisão que cassou seu mandato como vereador do Rio, em junho deste ano. Leniel afirmou que “esse tipo de manobra já era esperada por este monstro, principalmente por se tratar de uma família inserida no cenário político atual”.

“É revoltante que o Jairo continue se prevalecendo da influência política após o assassinato do meu filho, uma criança inocente que não merecia ser agredida. Infelizmente esse tipo de manobra já era esperada por este monstro, principalmente por se tratar de uma família inserida no cenário político atual. Apresentar como pretensão retomar a carreira pública, na qualidade de representante do povo, o que pressupõe limpidez e ausência de mácula em condutas sociais não se compatibiliza com inúmeras agressões a outras crianças e com o brutal assassinato do meu filhinho”, afirmou Leniel.

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Segundo a defesa de Jairinho, o inquérito que investiga sua participação na morte de Henry “não possui condão de afastar a presunção de sua inocência”. O pai de Henry também rebate esta tese.

“O inquérito policial está muito bem documentado e conclui as autorias do assassinato de uma criança inocente na madrugada do dia 8 de março deste ano. Apesar de todas essas tentativas da defesa, a verdade sempre prevalecerá. Como pai e cidadão entendo que seja um momento oportuno para que a Justiça prevaleça sobre institutos subjetivos invocados como subterfúgios defensivos que não representam uma sociedade íntegra”, completou.

O médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnio, o Jairinho, e a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, são acusados de torturas e do homicídio qualificado de Henry Borel Medeiros.

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Monique e Jairinho estão presos desde 8 de abril de 2021 . O médico e ex-vereador teve negado um pedido de habeas corpus negado pelos desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. Já a professora entrou com um pedido de relaxamento de prisão no Supremo Tribunal Federal .

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