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Para comprar cloroquina, governo federal respondeu e-mails em 15 minutos

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Presidente Bolsonaro exibe uma caixa de cloroquina em uma das suas transmissões ao vivo
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Presidente Bolsonaro exibe uma caixa de cloroquina em uma das suas transmissões ao vivo

Conversas registradas em e-mails entre a diplomacia brasileira e a chancelaria indiana, junto a farmacêuticas asiáticas, mostram o esforço desempenhado pelo  governo Bolsonaro em adquirir cloroquina – sem tratamento científico comprovado – para o combate da pandemia no Brasil. Alguns e-mails foram respondidos em 15 minutos, no período da noite e até em fins de semana. As informações são do jornal Estado de S.Paulo.

Em comparação com o processo de compra das vacinas, o Planalto levou dois meses para responder os contatos da Pfizer .

Ao total, foram 54 e-mails trocados entre Almeida Santos, segundo na hierarquia do posto diplomático, e Elias Antônio de Luna, ministro-conselheiro da Embaixada do Brasil na Índia. Nos registros evidencia-se a proatividade do governo Bolsonaro em solicitar a liberação dos medicamentos ou insumos para fabricção do manipulado no país.

“Estamos acompanhando esta questão com muita atenção”, diz o diplomata brasileiro a uma empresa fabricante de hidroxicloroquina em 31 de março de 2020. Em seguida, foi solicitado o preenchimento de documentos para a aquisição da droga com “a maior urgência possível”.


Em 11 de abril do ano passado, Santos chegou a afirmar que, “independentemente dessa generosa possibilidade que o governo da Índia está abrindo ao Brasil, nós reiteramos que continuamos a buscar as permissões de exportação para a matéria-prima de hidroxicloroquina que permitirá aos fabricantes brasileiros produzirem para si quantidades adicionais de comprimidos de hidroxicloroquina”.

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Frio intenso: Moradores de rua procuram abrigo em ginásio de Porto Alegre

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Porto Alegre deve ter a temperatura mais baixa do ano nesta quarta-feira (28)
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Porto Alegre deve ter a temperatura mais baixa do ano nesta quarta-feira (28)

Adaptado para servir como abrigo durante a onda de frio intenso que deve começar nesta quarta-feira (28) , o Ginásio Gigantinho, em Porto Alegre (RS), registra fila de pessoas interessadas no alojamento. No começo desta noite, dezenas de moradores em situação de rua se juntaram em frente à praça esportiva para buscar acolhimento.

A previsão de queda brusca na temperatura em Porto Alegre resultou em um alerta “laranja” emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Essa classificação significa que as condições meteorológicas no município atingiram grau de perigo.

De acordo com o Climatempo, os termômetros devem marcar mínima de 4° na cidade nesta quarta-feira. A máxima não deve passar de 12° e há risco de geada ao amanhecer.

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Com essa previsão de frio intenso, 100 leitos – entre camas, colchonetes e beliches – foram cedidos pelo Exército e montados no Gigantinho. O acolhimento e atendimento é organizado pela Prefeitura do município.

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Integrado ao Complexo do Estádio Beira-Rio, do Sport Club Internacional, o Gigantinho também teve chuveiros instalados. As pessoas em situação de rua receberão refeições e kits de higiene doados por grupos de voluntários.

Onda de frio

A previsão do tempo indica que o Brasil enfrentará a onda de frio que pode ser a mais intensa do ano. Há chance de neve e recorde de temperaturas baixas em algumas regiões do país, nos dias 28 e 29 de julho.


Nas serras gaúcha e catarinense existe a possibilidade de nevar nessas datas. De acordo com o Climatempo, a umidade e as nuvens vão aumentar. “A temperatura fica extremamente baixa e a sensação vai ser de frio em todo o Sul do Brasil”, segundo o serviço meteorológico.

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