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O que se sabe sobre o acidente que matou acionista da Cosan

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Acidente de avião com empresário da Cosan
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Acidente de avião com empresário da Cosan



A queda de uma aeronave de pequeno porte , em Piracicaba, interior de São Paulo, na manhã desta terça-feira (14), vitimou a família do empresário Celso Silveira Mello Filho, acionista da Cosan (saiba mais sobre a empresa abaixo). Nenhum dos ocupantes do avião sobreviveu. 

O iG separou as principais informações sobre o que se sabe em relação ao acidente aéreo até agora:

Quem estava na aeronave?

Em nota oficial, a Cosan confirmou a morte de Celso Silveira Mello Filho. A mulher do empresário, Maria Luiza Meneghel, os três filhos (Celso, Fernando e Camila), o piloto Celso Carloni e o copiloto Giovani Gulo também morreram no acidente.

“Com enorme pesar, a Cosan informa que o empresário Celso Silveira Mello Filho estava com a família na aeronave King Air 360 que caiu hoje, às 10h, em Piracicaba, causando a morte de todos os ocupantes. Celso era acionista e irmão do presidente do Conselho de Administração da companhia, Rubens Ometto Silveira Mello. Também estavam no avião a esposa de Celso, Maria Luiza Meneghel, seus três filhos, Celso, Fernando e Camila, o piloto Celso Elias Carloni e o copiloto Giovani Gulo”, disse a empresa em nota. 

Celso Mello é homenageado em Piracicaba
Gustavo Annunciato/Câmara Municipal de Piracicaba

Celso Mello é homenageado em Piracicaba


O momento da queda

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Uma câmera de segurança registrou a queda do avião. Veja:



O que é a Cosan?

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A Cosan se define como uma holding dedicada à logística integrada e à diversificação da matriz energética brasileira. “Movimentamos o dia a dia de indústrias e pessoas por meio do trabalho de quase 40 mil profissionais que sonham e correm atrás para fazer a diferença”, diz o grupo em seu site oficial.

Atualmente, a holding abrange as seguintes empresas: Raízen (energia e combustíveis), Compass (gás e energia), Moove (lubrificantes) e Rumo (logística). 

Imagens do local do acidente após o ocorrido


Ex-presidente do XV de Piracicaba

Além de empresário no agronegócio e acionista da Cosan, Celso Mello também foi presidente do XV do Piracicaba, um dos times mais tradicionais do interior paulista. Aliás, Piracicaba, local da morte do empresário, também é a sua cidade natal. 

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“O XV de Piracicaba lamenta profundamente o falecimento de Celso Silveira Mello Filho, sua esposa, filhos e demais tripulantes vítimas da queda da aeronave em que estavam presentes nesta terça-feira (14).Celso Silveira Mello Filho foi presidente do XV em duas oportunidades e atualmente compunha o quadro do Conselho Deliberativo do clube, além de ser irmão de Rubens Ometto Silveira Mello, presidente do Conselho de Administração do Grupo Raízen, patrocinador master do XV”, pronunciou-se o clube. 


Motivos da queda

Os motivos da queda ainda não foram esclarecidos. Segundo reportagem do jornal “O Estado de S. Paulo”, testemunhas afirmaram que o “bimotor perdeu altura e acabou caindo em uma área de mata no bairro Santa Rosa, depois de se chocar com alguns eucaliptos. A explosão causou um incêndio no local”. 


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Rio: mulher agride funcionária de posto de saúde e foge com cartão sem vacinar

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Vacina contra Covid-19
Reprodução: iG Minas Gerais

Vacina contra Covid-19

A cena se passou neste sábado em um posto de vacinação em Marechal Hermes. Após declarar seu nome e CPF à assistente de enfermagem, uma mulher tenta fugir com o cartão, sem ter a dose contra a Covid 19 aplicada. Quando funcionários tentam contê-la, ela atira as chaves contra o rosto da atendente, que não se machucou. A tentativa de agressão foi apenas um de oito casos de roubo de cartões registrados em apenas uma semana pela secretaria municipal de Saúde em unidades da prefeitura.

Desde quarta-feira, dia 15, o ‘’passaporte da vacina’’ passou a ser exigido para uma série de atividades na cidade, emtre as frequentar academias, piscinas, clubes, cinemas, teatros, vilas olímpicas, feiras, convenções e pontos turísticos.

Inicialmente,o comprovante também valia para servidores e fornecedores da prefeitura. Mas a exigência foi suspensa por uma liminar concedida pela desembargadora Marília de Castro Neves Vieira, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça, com base em uma representação de constitucionalidade proposta pelo deputado estadual Márcio Gualberto (PSL)

Apesar dos incidentes, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, explicou que nada mudará no esquema de aplicação das doses, porque não existe o risco das pessoas saírem dos postos, sem estarem previamente identificados

“Em todos os casos,os autores foram identificados porque a primeira informação que precisam prestar é informar o nome e o CPF. Registramos todas as occorrências, bem como o roubo dos cartões (por fraude de documento oficial, que prevê até 2 anos e meio de prisão pelo Código Penal)”, disse Soranz.

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Os responsáveis também serão multados em R$ 1 mil com base em uma lei de autoria do vereador Átila Alexandre Nunes (MDB), sancionada semana passada pelo prefeito Eduardo Paes. Caso o infrator seja servidor público, a multa sobre para R$ 1,5 mil.

Segundo o relato da servidora, a mulher tentou coagi-la a não aplicar o imunizante. ‘’Paciente insiste em não tomar a vacina e levar o cartão com ela. O auxiliar de portaria foi acionado para apoio quando a paciente me agride no rosto, com um chaveiro com várias chaves e sai correndo com o cartão, sem administrar a vacina’’, diz um trecho do boletim de ocorrência obtido pelo Globo.

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A paciente, Michele Moreira, foi localizada pela reportagem. E negou que tenha agredido a auxiliar de enfermagem:

“Não aconteceu nada disso. Não roubei cartão algum e nem chave levava. O que ocorre: sou uma pessoa muito ansiosa. Quando vi a agulha fiquei nervosa pedi para esperar um pouco até darem a injeção. Por que isso tudo? Não acho que vacina seja obrigatória mas também ninguém me obrigou a ir. Essa conversa tambem está me deixando ansinosa. Estou nervosa, vou desligar agora”, disse Michele .

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Os demais incidentes ocorreram em bairros como Bangu, Realengo e Cidade de Deus. Somente na Cidade de Deus foram três casos. Como relatou o colunista Ancelmo Gois, um dos casos na Cidade de Deus envolveu im policial que tentou coagir uma profissional de saúde para pegar o comprovante sem ter tomado as duas doses. Ainda, segundo o colunista, no sábado cambistas tentavam vender por R$ 100 certificados da vacina em frente a Jeunesse Arena, na Barra, para garantir acesso ao shoW de Diego Nogueira. Soranz disse que a SMS ainda não conseguiu confirmar a denúncia.

Além dos casos de agressões, um outro fato chama a atenção. Com a instituição do Passaporte da Vacina no Rio, começaram a aparecer vídeos de protesto contra a exigência do documento para ter acesso a vários locais. Em um deles, uma mulher que estava na Clínica da Família Isabela Severo (Campo Grande) portava um cartaz em que afirmava ter sido obrigada pelo prefeito Eduardo Paes a virar cobaia da vacina. A maioria das reações eram de críticas contra a paciente. Entre as quais, uma mulher que afirmava ter sido uma das voluntárias para testar vacinas e que por isso ‘’cobaia tinha sido ela’’. No entanto, também havia algumas mensagens de solidariedade.

“O direito de protestar, conttra ou a favor, é livre. Desde que não haja agressões”, acrescentou Soranz.

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