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Mulher e criança de 5 anos morrem em naufrágio de barco no Rio Araguaia, no Pará

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Maurílio, de 5 anos, e Simone Amparo, de 39, morreram no naufrágio
Maurílio, de 5 anos, e Simone Amparo, de 39, morreram no naufrágio

Maurílio, de 5 anos, e Simone Amparo, de 39, morreram no naufrágio

Um barco com nove pessoas naufragou na tarde deste sábado no Rio Araguaia, na divisa entre os estados do Pará e Tocantins. Duas pessoas morreram afogadas: a mulher e o filho de um vereador do município paraense de Xinguara. O legislador é um dos dois desaparecidos.

Dois corpos de vítimas foram encontrados boiando no rio. O primeiro foi do garoto Maurílio de Lima Araújo, de 6anos, filho do primeiro casamento do vereador Maurisan Araújo. O segundo foi da atual companheira do legislador, Simone Amparo Paes da Silva Ribeiro, de 39 anos.

Cinco pessoas conseguiram sobreviver, entre elas um filho adolescente do vereador Maurisan Araújo. Elas se agarraram nos tapetes da embarcação, que ficaram boiando sobre as águas do rio.

O acidente aconteceu após a embarcação sair do porto do distrito de São José do Araguaia, na Praia do Pontão, e seguir para uma ilha fluvial onde o grupo ficaria acampado. Durante a travessia, o barco passou por um trecho com as águas agitadas que provocaram o acidente.

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Aconteceu o que a gente chama aqui de banzeiro, que é quando venta forte e forma ondas no rio. Então o banzeiro encheu a embarcação de água e fez o barco afundar — explicou o vice-prefeito de Xinguara, Vilmones Silva.

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O coordenador da Defesa Cívil de Xinguara, Gilmar Pires, informou em nota que o grupo usava uma embarcação tipo voadeira, com sete metros de comprimento e motor de popa 15hp.

“Foi informado que estavam indo em direção a uma ilha particular quando a aproximadamente 400 metros da margem foram surpreendidos pela água agitada( banzeiro). Que todos estavam sem coletes salva-vidas”, diz a nota.

Maurisan Araújo, de 51 anos, e um amigo dele, identificado apenas como Jorginho, permanecem desaparecidos. De acordo com o vice-prefeito, o Corpo de Bombeiros faz buscas no Rio Araguaia e conta com a colaboração de cerca de 50 voluntários, entre pescadores e ribeirinhos.

A Câmara de Vereadores de Xinguara publicou nota em solidariedade às famílias das vítimas. “Lamentamos muito a ocorrência que tanto nos abala, e prestamos nossos mais sinceros votos de condolências e solidariedade à família e amigos”, diz o texto.

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Médicos de SP são proibidos pela Justiça de paralisar atividades

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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo
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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo


Os médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam nas unidades básicas da cidade de São Paulo foram proibidos de paralisar as atividades nesta quarta-feira (19). A categoria  havia decidido pela paralisação em assembleia realizada na última semana.

A decisão judicial foi proferida nesta terça-feira (18) pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do estado (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, ele acolheu um pedido da prefeitura, sob o argumento de que a greve “se afiguraria abusiva” pois poderia “causar dano irreparável ou de difícil reparação aos cidadãos, até mesmo levá-los ao óbito pela falta de atendimento”. 

O município paulista, assim como outras cidades, enfrenta uma pressão na rede de atendimento diante do crescimento de casos de coronavírus e de influenza.

Desse modo, embora reconheça que a greve é um direito social garantido pela Constituição, o desembargador pontua que o atual cenário é de “extrema excepcionalidade”, com hospitais sobrecarregados, altas taxas de ocupação e filas de espera por atendimento. Com isso, o magistrado estabeleceu uma multa diária de R$ 600 mil ao Simesp, sindicato que representa a categoria, caso eles decidam paralisar os trabalhos mesmo assim. 

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Ele também marcou uma audiência de conciliação entre a entidade e a prefeitura. Representantes das duas partes deverão se reunir no próximo dia 27, de forma virtual.

Pleitos do Simesp

Um dos principais pleitos do Simesp à prefeitura e as Organizações Sociais de Saúde (OSS) que gerem as unidades básicas é a contratação imediata de mais equipes para atender pacientes com síndromes respiratórias. Mas a entidade pede também que os médicos não sejam convocaados de forma obrigatória para cumprir os plantões extras e que sejam pagas horas extras quando eles comparecerem.


Em entrevista ao iG na semana passada, a médica Vanessa Araújo, representante do sindicato, reclamou que havia um  “jogo de empurra” entre os gestores que não atediam as demandas e repassavam um para o outro a responsabilidade.

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