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Mulher de ciclista morto por jogador do Flamengo lamenta: ‘era tudo pra mim’

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Jonatas Davi dos Santos, de 30 anos, morreu enquanto fazia entrega de comida para um aplicativo
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Jonatas Davi dos Santos, de 30 anos, morreu enquanto fazia entrega de comida para um aplicativo

A mulher do ciclista que morreu na noite deste sábado, 4, após ser  atropelado pelo jogador de futebol Ramon Ramos, lateral do Flamengo, na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, lamentou em uma rede social o acidente. Na publicação, Priscila de Oliveira desabafou e disse que “só sobrou um vazio no peito” e seu “coração está despedaçado”.

Na publicação, Priscila fez um texto emocionado para Jônatas Davi dos Santos, de 30 anos. “Você era tudo para mim e agora só sobrou um vazio no meu peito. Meu marido partiu e levou com ele um pedaço meu”, escreveu ela.

O ciclista que morreu enquanto trabalhava na noite deste sábado tinha três filhas – duas delas com Priscila, uma de 7 anos e a outra ainda bebê, de apenas 8 meses. Na publicação, a mulher do entregador de aplicativo disse que precisará se reerguer pelas filhas do casal.

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“O que me dá forças para conseguir em frente é nossas princesas (sic). Meu coração está despedaçado e só consigo pensar em tudo que ainda tínhamos para viver. Você sempre será o amor da minha vida, não importa quanto tempo passe”, disse Priscila.

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Ela também pediu que Deus conforte seu coração e destacou como Jônatas era um homem bom. “Saiba que continuarei amando você, meu amor, minha vida, e nunca irei esquecê-lo! Te amo”, afirmou.

Um amigo da família lamentou a morte do ciclista também na rede social. “Perdi um dos meus genros. Deixando uma esposa e filhas. Jônatas Davi dos Santos. Trabalhando”, escreveu ele.

O entregador era de Piabetá, em Magé, na Baixada Fluminense, mas, em uma publicação na rede social, uma tia afirmou que Jônatas estava morando na casa dela. “Foi ontem na Barra. Ele era entregador e foi atropelado pelo jogador do Flamengo Ramon, mas ele prestou socorro. Só que meu sobrinho não aguentou e partiu. Estava morando comigo no Recreio dos Bandeirantes”, desabafou Meire Teotonio.

Uma amiga de Priscila comentou como o ciclista era uma pessoa boa. “Meu Deus, que isso! Que Deus conforte seu coração nesse momento difícil e de todos da família. Ele era um bom rapaz”, escreveu a jovem.

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Médicos de SP são proibidos pela Justiça de paralisar atividades

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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo
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Sede do Tribunal de Justiça de São Paulo


Os médicos da Atenção Primária à Saúde (APS) que atuam nas unidades básicas da cidade de São Paulo foram proibidos de paralisar as atividades nesta quarta-feira (19). A categoria  havia decidido pela paralisação em assembleia realizada na última semana.

A decisão judicial foi proferida nesta terça-feira (18) pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do estado (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger. Segundo a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, ele acolheu um pedido da prefeitura, sob o argumento de que a greve “se afiguraria abusiva” pois poderia “causar dano irreparável ou de difícil reparação aos cidadãos, até mesmo levá-los ao óbito pela falta de atendimento”. 

O município paulista, assim como outras cidades, enfrenta uma pressão na rede de atendimento diante do crescimento de casos de coronavírus e de influenza.

Desse modo, embora reconheça que a greve é um direito social garantido pela Constituição, o desembargador pontua que o atual cenário é de “extrema excepcionalidade”, com hospitais sobrecarregados, altas taxas de ocupação e filas de espera por atendimento. Com isso, o magistrado estabeleceu uma multa diária de R$ 600 mil ao Simesp, sindicato que representa a categoria, caso eles decidam paralisar os trabalhos mesmo assim. 

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Ele também marcou uma audiência de conciliação entre a entidade e a prefeitura. Representantes das duas partes deverão se reunir no próximo dia 27, de forma virtual.

Pleitos do Simesp

Um dos principais pleitos do Simesp à prefeitura e as Organizações Sociais de Saúde (OSS) que gerem as unidades básicas é a contratação imediata de mais equipes para atender pacientes com síndromes respiratórias. Mas a entidade pede também que os médicos não sejam convocaados de forma obrigatória para cumprir os plantões extras e que sejam pagas horas extras quando eles comparecerem.


Em entrevista ao iG na semana passada, a médica Vanessa Araújo, representante do sindicato, reclamou que havia um  “jogo de empurra” entre os gestores que não atediam as demandas e repassavam um para o outro a responsabilidade.

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