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MPT investiga presidente da Fundação Palmares por denúncias de assédio moral

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MPT investiga presidente da Fundação Palmares por denúncias de assédio moral
IG – Último Segundo

MPT investiga presidente da Fundação Palmares por denúncias de assédio moral

O Ministério Público do Trabalho (MPT) abriu uma investigação para apurar uma denúncia de assédio moral praticado pelo presidente da Fundação Cultural Palmares, Sérgio Camargo, contra servidores do órgão.

Segundo o ofício, o MPT vai ouvir dez servidores e ex-funcionários da fundação para saber detalhes sobre o susposto assédio moral. Nos relatos entregues ao MPT consta que Sérgio Camargo “estaria praticando perseguição ideológica a trabalhadores da Fundação que tenham opiniões e posições políticas e ideológicas distintas das suas, caracterizando possível prática de assedio moral”.

Ainda de acordo com o MPT, a Fundação Palmares se recusou a enviar informações exigidas no inquérito, como contatos de servidores da pasta e detalhes sobre o funcionamento do canal interno para recebimento de denúncias.

Para os promotores, a apuração é necessária porque os “fatos noticiados são graves” e violam, em tese, a Constituição Federal.

Na última quinta-feira (11), gestores da Fundação Palmares se demitiram coletivamente e apontaram, por meio de uma carta, ingerências de pessoas que não fazem parte do órgão nas decisões da presidência. O documento já faz parte da investigação do MPT.

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Helicóptero de cocaína: MP investigará suposto envolvimento de policial civil

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 Aeronave localizada em Poconé-MT está registrada no nome de um policial civil do Distrito Federal
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Aeronave localizada em Poconé-MT está registrada no nome de um policial civil do Distrito Federal

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu investigação nesta terça-feira para apurar se um policial civil está envolvido no caso do helicóptero que caiu em Mato Grosso com cerca de 300 kg de cocaína . A aeronave está em nome do papiloscopista Ronney José Barbosa Sampaio.

O helicóptero foi localizado no domingo em uma fazenda em Poconé, no Pantanal mato-grossense. De acordo com o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), a aeronave foi encontrada após a corporação ter sido chamada para dar apoio à Polícia Federal, que já tentava localizar e abordar um helicóptero.

A informação das autoridades policiais era de que a aeronave estaria envolvida em atividades ilícitas de tráfico internacional de drogas. Os agentes encontraram sacos de cocaína dentro do helicóptero. Os entorpecentes foram avaliados em R$ 6,9 milhões.

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A aeronave modelo R44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída. Segundo o Ciopaer, não havia nenhuma vítima a bordo, nem indícios de pessoas feridas. Até o momento, os tripulantes não foram localizados.

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Em entrevista ao G1, Sampaio disse que comprou o helicóptero há um ano mas o recibo da venda foi feito em 25 de maio de 2021. Seguindo a regra da aviação, o registro da negociação deveria ter sido feito até o dia 25 de junho.

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– Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento, eu vendi – disse Ronney.

Mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desmente Sampaio. De acordo com o órgão, o servidor público adquiriu a aeronave em 30 de abril deste ano e, não, em 2020, como informado.


Essa discrepância de versões e o envolvimento de Sampaio com o transporte de drogas serão investigados pelo MPDFT. O Núcleo de Investigação e Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) ficou responsável pela apuração.

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