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Moro é chamado de “comunista” por ex-ministro Ricardo Salles

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O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles criticou o lançamento político do também ex-ministro Sergio Moro. De acordo com Salles, o ex-juiz aceitou fazer parte do governo Bolsonaro mesmo não tendo nada em comum com a ideologia política do presidente e afirmou que Moro é “comunista”. A declaração de Salles aconteceu durante sua participação no programa Jovem Pan Morning Show na manhã desta quarta-feira.

“A política de Moro é a política da dissimulação, da traição. O cara aceitou ministro do Bolsonaro sabendo que não tinha nada a ver com o governo, que ele é de esquerda, que ele é contra as armas, ele é a favor de drogas. Ele é comunista. O Moro é comunista, lógico que ele é comunista”, disse.

A fala de Salles gerou alvoroço no programa. Os demais participantes da entrevista afirmaram que o ex-ministro estava exagerando.

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“Me ajuda a te ajudar, Salles. Moro é de centro-esquerda”, responderam ao apoiador de Bolsonaro.

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Em resposta, Salles disse que Moro é um tucano. “Vai dizer que o Moro não é esquerda? O Moro é centro-esquerda. O Moro é um tucano”.

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Sergio Moro foi ministro da Justiça de Bolsonaro do começo do governo até abril de 2020. Depois de romper com o presidente, o ex-juiz se afastou da política, mas teve sua volta no início de novembro, quando se filiou ao Podemos.

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Pai de Henry critica tentativa de Jairinho voltar à Câmara do Rio

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Leniel com o seu filho Henry, que tinha quatro anos
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Leniel com o seu filho Henry, que tinha quatro anos

O pai do menino Henry Borel, morto em abril, o engenheiro Leniel Borel reagiu à tentativa de Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, preso acusado de torturar e assassinar a criança, voltar à Câmara do Rio .

Como publicado pela coluna do jornalista Ancelmo Gois, no GLOBO, Jairinho apresentou Mandado de Segurança ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) contra a decisão que cassou seu mandato como vereador do Rio, em junho deste ano. Leniel afirmou que “esse tipo de manobra já era esperada por este monstro, principalmente por se tratar de uma família inserida no cenário político atual”.

“É revoltante que o Jairo continue se prevalecendo da influência política após o assassinato do meu filho, uma criança inocente que não merecia ser agredida. Infelizmente esse tipo de manobra já era esperada por este monstro, principalmente por se tratar de uma família inserida no cenário político atual. Apresentar como pretensão retomar a carreira pública, na qualidade de representante do povo, o que pressupõe limpidez e ausência de mácula em condutas sociais não se compatibiliza com inúmeras agressões a outras crianças e com o brutal assassinato do meu filhinho”, afirmou Leniel.

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Segundo a defesa de Jairinho, o inquérito que investiga sua participação na morte de Henry “não possui condão de afastar a presunção de sua inocência”. O pai de Henry também rebate esta tese.

“O inquérito policial está muito bem documentado e conclui as autorias do assassinato de uma criança inocente na madrugada do dia 8 de março deste ano. Apesar de todas essas tentativas da defesa, a verdade sempre prevalecerá. Como pai e cidadão entendo que seja um momento oportuno para que a Justiça prevaleça sobre institutos subjetivos invocados como subterfúgios defensivos que não representam uma sociedade íntegra”, completou.

O médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnio, o Jairinho, e a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, são acusados de torturas e do homicídio qualificado de Henry Borel Medeiros.

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Monique e Jairinho estão presos desde 8 de abril de 2021 . O médico e ex-vereador teve negado um pedido de habeas corpus negado pelos desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. Já a professora entrou com um pedido de relaxamento de prisão no Supremo Tribunal Federal .

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