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Justiça prorroga prisão de Paulo Galo por incêndio à estátua de Borba Gato

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Estátua de Borba Gato pegando fogo
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Estátua de Borba Gato pegando fogo

O Tribunal de Justiça de São Paulo prorrogou na sexta-feira (30) a prisão temporária do ativista Paulo Galo,  que admitiu ter participado do incêndio da estátua de Borba Gato no sábado passado (24), em São Paulo. A prisão foi prorrogada em cinco dias. As informações são do G1.

A Secretaria de Segurança afirmar que a decisão da juíza Gabriela Marques Bertoli de prorrogar a prisão de Galo atendeu a um pedido do delegado do 11° Distrito Policial de Santo Amaro, que investiga o caso. Em depoimento, Galo teria apresentado inconsistências, além da juíza acreditar que ele tem posição de liderança no grupo que realizou o incêndio.

Quando admitiu o envolvimento no incêndio, Galo disse que o fez “para abrir um debate”. “Em nenhum momento, foi feito para machucar alguém ou querer causar pânico. Que as pessoas agora decidam se querem ter uma estátua de três metros de altura que homenageia um genocida e um abusador de mulheres”, argumentou, na ocasião. Ativista, Galo é conhecido por ser o líder do movimento Entregadores Antifascistas, que pede por direitos a entregadores de aplicativos.

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Além de pedir a prorrogação da prisão de Galo, o delegado também teria pedido a liberdade de Gessica Barbosa, companheira do ativista que foi solta na sexta-feira (30). Ela foi presa junto com Galo na quarta-feira (28), acusada de suposto envolvimento no caso. Ambos se apresentaram espontaneamente.

“Tem um elemento político por trás. Essa prisão é absolutamente arbitrária e juridicamente não se sustenta. Em momento nenhum ele fugiu, se escondeu ou tentou atrapalhar as investigações. Pelo contrário, está colaborando. Se apresentou espontaneamente, autorizou a entrada da polícia em sua casa e nada de ilegal foi encontrado”, afirmou Andre Lozano Andrade, advogado que representa Galo, ao G1.

Nas redes sociais, Gessica tem promovido “twittaços” pela liberdade do companheiro. “Nesse momento, o meu corpo está aqui, mas minha mente continua lá no Paulo”, disse ela em um vídeo publicado no Twitter.

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Rio: mulher agride funcionária de posto de saúde e foge com cartão sem vacinar

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Vacina contra Covid-19
Reprodução: iG Minas Gerais

Vacina contra Covid-19

A cena se passou neste sábado em um posto de vacinação em Marechal Hermes. Após declarar seu nome e CPF à assistente de enfermagem, uma mulher tenta fugir com o cartão, sem ter a dose contra a Covid 19 aplicada. Quando funcionários tentam contê-la, ela atira as chaves contra o rosto da atendente, que não se machucou. A tentativa de agressão foi apenas um de oito casos de roubo de cartões registrados em apenas uma semana pela secretaria municipal de Saúde em unidades da prefeitura.

Desde quarta-feira, dia 15, o ‘’passaporte da vacina’’ passou a ser exigido para uma série de atividades na cidade, emtre as frequentar academias, piscinas, clubes, cinemas, teatros, vilas olímpicas, feiras, convenções e pontos turísticos.

Inicialmente,o comprovante também valia para servidores e fornecedores da prefeitura. Mas a exigência foi suspensa por uma liminar concedida pela desembargadora Marília de Castro Neves Vieira, do Órgão Especial do Tribunal de Justiça, com base em uma representação de constitucionalidade proposta pelo deputado estadual Márcio Gualberto (PSL)

Apesar dos incidentes, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, explicou que nada mudará no esquema de aplicação das doses, porque não existe o risco das pessoas saírem dos postos, sem estarem previamente identificados

“Em todos os casos,os autores foram identificados porque a primeira informação que precisam prestar é informar o nome e o CPF. Registramos todas as occorrências, bem como o roubo dos cartões (por fraude de documento oficial, que prevê até 2 anos e meio de prisão pelo Código Penal)”, disse Soranz.

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Os responsáveis também serão multados em R$ 1 mil com base em uma lei de autoria do vereador Átila Alexandre Nunes (MDB), sancionada semana passada pelo prefeito Eduardo Paes. Caso o infrator seja servidor público, a multa sobre para R$ 1,5 mil.

Segundo o relato da servidora, a mulher tentou coagi-la a não aplicar o imunizante. ‘’Paciente insiste em não tomar a vacina e levar o cartão com ela. O auxiliar de portaria foi acionado para apoio quando a paciente me agride no rosto, com um chaveiro com várias chaves e sai correndo com o cartão, sem administrar a vacina’’, diz um trecho do boletim de ocorrência obtido pelo Globo.

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A paciente, Michele Moreira, foi localizada pela reportagem. E negou que tenha agredido a auxiliar de enfermagem:

“Não aconteceu nada disso. Não roubei cartão algum e nem chave levava. O que ocorre: sou uma pessoa muito ansiosa. Quando vi a agulha fiquei nervosa pedi para esperar um pouco até darem a injeção. Por que isso tudo? Não acho que vacina seja obrigatória mas também ninguém me obrigou a ir. Essa conversa tambem está me deixando ansinosa. Estou nervosa, vou desligar agora”, disse Michele .

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Os demais incidentes ocorreram em bairros como Bangu, Realengo e Cidade de Deus. Somente na Cidade de Deus foram três casos. Como relatou o colunista Ancelmo Gois, um dos casos na Cidade de Deus envolveu im policial que tentou coagir uma profissional de saúde para pegar o comprovante sem ter tomado as duas doses. Ainda, segundo o colunista, no sábado cambistas tentavam vender por R$ 100 certificados da vacina em frente a Jeunesse Arena, na Barra, para garantir acesso ao shoW de Diego Nogueira. Soranz disse que a SMS ainda não conseguiu confirmar a denúncia.

Além dos casos de agressões, um outro fato chama a atenção. Com a instituição do Passaporte da Vacina no Rio, começaram a aparecer vídeos de protesto contra a exigência do documento para ter acesso a vários locais. Em um deles, uma mulher que estava na Clínica da Família Isabela Severo (Campo Grande) portava um cartaz em que afirmava ter sido obrigada pelo prefeito Eduardo Paes a virar cobaia da vacina. A maioria das reações eram de críticas contra a paciente. Entre as quais, uma mulher que afirmava ter sido uma das voluntárias para testar vacinas e que por isso ‘’cobaia tinha sido ela’’. No entanto, também havia algumas mensagens de solidariedade.

“O direito de protestar, conttra ou a favor, é livre. Desde que não haja agressões”, acrescentou Soranz.

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