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Indígenas da Bahia fecham aldeias para diminuir casos de Covid-19

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Indígenas à beira de lago
Funai

Indígenas estão em isolamento para diminuir casos de Covid-19

Lideranças indígenas nas regiões do Sul e extremo Sul do estado da Bahia fecharam as tribos para diminuir os casos de Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). Na maioria desses locais, a presença de visitantes está suspensa e só é permitido a entrada de indígenas com máscaras.

De acordo com informações divulgadas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), 90% dos indígenas com Covid-19 na Bahia nessas regiões, sendo que elas concentram as maiores populações de índios de todo o estado.

Ainda segundo informações do DSEI, em toda a Bahia, 119 indígenas foram confirmados com o novo coronavírus. Duas mortes foram registradas.

A coordenadora do Distrito Sanitário da Saúde na Bahia, Luzia Pataxó, disse que quando um indígena apresenta sintomas da doença, o primeiro atendimento é feito nos postos de saúde dos municípios. Se o caso piorar, ele é encaminhado para regulação do estado.

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Por causa da pandemia, o turismo na região foi suspenso e muito indígenas que viviam da venda de comidas e artesanato aos visitantes ficaram sem renda.

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TRF-2 nega habeas corpus e mantém Alexandre Baldy na prisão

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baldy
Pei Fon/ Secom Maceió

Alexandre Baldy teve pedido de habeas corpus negado pelo TRF2

O secretário estadual de Transportes Metropolitanos de São Paulo,  Alexandre Baldy, teve pedido liminar de habeas corpus negado pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2). A decisão foi tomada pelo desembargador Abel Gomes, da Primeira Turma Especializada do tribunal, nesta sexta-feira (7). O mérito do recurso ainda será julgado pela turma. A informação foi divulgada pela assessoria do TRF2.

Baldy teve a prisão temporária decretada pela primeira instância da Justiça Federal do Rio de Janeiro na Operação Dardanários, que apura fraudes em contratações da Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Baldy recebeu propinas da organização social Pró-Saúde, para favorecê-la em contratações com o Poder Público.

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Os repasses teriam sido feitos quando ele exercia os mandatos de deputado federal e de ministro das Cidades, no governo Michel Temer.

A Operação Dardanários foi deflagrada na quinta-feira (6) e também resultou na prisão, dentre outros, de Rafael Bastos Lousa Vieira, que também teve liminar negada pelo desembargador Abel Gomes. Ontem mesmo, Baldy pediu licença de 30 dias do cargo.

A defesa de  Baldy alegou incompetência da Justiça Federal de primeiro grau para julgar o caso, já que a Constituição Estadual de São Paulo lhe asseguraria o direito ao foro especial por prerrogativa de função.

Abel Gomes rebateu o argumento e sustentou que a ação teve início no Supremo Tribunal Federal (STF), que declinou da competência para a primeira instância em razão de o acusado não mais ocupar cargo de ministro e de o caso ter conexão com os fatos apurados na Operação SOS, que tramita na Justiça Federal fluminense.

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