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Esquema faz cobranças ilegais por sepultamentos em cemitérios de SP

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Lápides em um cemitério
Brais Seara Fernandez/EyeEm/Getty Images

Lápides em um cemitério

Um novo esquema de cobrança de propina dentro do Serviço Funerário de São Paulo  foi descoberto e envolve as chamadas clínicas de tanatopraxia, responsáveis por preparar os corpos antes do sepultamento . As informações são da Rádio Bandeirantes .

O procedimento consiste em postergar a decomposição do corpo por determinado tempo e, segundo o portal, deveria ser utilizado somente em casos excepcionais. No entanto, no esquema, que conta com a participação dos motoristas das funerárias , é apresentado às famílias como “obrigatório”.

De acordo com a apuração do portal, o motorista do Serviço Funerário aborda a família ainda no hospital e ele define o preço final que será cobrado “dependendo da cara do freguês”. Quanto maior o preço “do serviço”, melhor para os motoristas, uma vez que, pelo acordo ilegal feito com as clínicas, eles ficam com cerca de 50% do dinheiro arrecadado.

Duas clínicas que foram denunciadas pela Rádio Bandeirantes já estão sendo investigadas pela Prefeitura de São Paulo.

Outro esquema

Na semana passada, o jornal também denunciou outra ação ilegal de cobrança de propina, dessa vez comandada por sepultadores e pela administração do Cemitério da Vila Formosa, na Zona Leste.

Segundo as reportagem, as famílias eram abordadas durante os enterros e obrigadas a pagar até R$ 350 aos funcionários responsáveis pelos sepultamentos. Quatro funcionários do Serviço Funerários foram demitidos e um processo de apuração foi aberto dentro da Controladoria Geral do Município de São Paulo para apurar o caso

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STJ dá 48h para autoridades do Amazonas se explicarem sobre a falta de oxigênio

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Agência Brasil

STJ dá 48 horas para Amazonas explicar sobre falta de oxigênio
O Antagonista

STJ dá 48 horas para Amazonas explicar sobre falta de oxigênio

O vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Jorge Mussi, determinou ontem (19) que o governo estadual e os municípios do Amazonas prestem em 48 horas esclarecimentos sobre exato momento em que tiveram conhecimento do risco de desabastecimento de oxigênio em unidades de saúde. O ministro ordenou que os esclarecimentos sejam “detalhados”.

Ele também quer ser informado sobre o recebimento e o uso de verbas federais para o combate à pandemia de covid-19 . Mussi está responsável pelo plantão do STJ, até o fim de janeiro, e pode decidir nos casos que julgar urgentes.

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Mussi recebeu um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR) no sábado (16) para investigar a condução da crise no sistema de saúde pelas autoridades estaduais e municipais do Amazonas, sobretudo em relação à falta de oxigênio nas unidades hospitalares.

Ao atender ao pedido da PGR, Mussi requisitou ainda informações sobre as ações adotadas no combate à pandemia ; o número de leitos clínicos e de UTI à disposição; o número de profissionais envolvidos nas ações de combate à pandemia, entre outras informações técnicas sobre as ações de saúde pública desenvolvidas pelo Sistema Único de Saúde.

As apurações correrão no âmbito de um inquérito que já havia sido aberto no STJ para investigar desvios na instalação de um hospital de campanha em Manaus. Na decisão de terça-feira (19), Mussi escreveu que o Ministério Público Federal demonstrou haver a suspeita de “ilegalidades diversas no emprego de recursos federais destinados ao enfrentamento da pandemia”.

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