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Elefanta viaja mais de mil quilômetros até Santuário dos Elefantes

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Elefanta entrando em caixa de transporte
Reprodução/Instagram/@elefantesbrasil

De acordo com o Santuário, Bambi precisou passar por processo de adaptação com a caixa de transporte.

Nesta sexta-feira (25) , uma elefanta indiana chamada Bambi está sendo transferida do Zoológico Municipal de Ribeirão Preto para o  Santuário dos Elefantes Brasil , na Chapada dos Guimarães (MT), com o objetivo de promover maior bem-estar ao animal.

No total, Bambi vai percorrer 1.270 quilômetros.

A transferência da elefanta foi autorizada pela Justiça no início da semana, mas levou quatro dias para ser inciada, porque o animal precisou passar por um processo de ambientação com a caixa de transporte, segundo informações fornecidas pelas redes sociais do Santuário.

“Quando pensamos na logística de transporte de um elefante, temos que ter em mente as diversas fases e detalhes desse processo, que incluem desde a parte burocrática de documentação, equipamentos, produtos para cuidados com o elefante, além de tudo o que envolve as pessoas da equipe. Tudo isso é planejado sempre com o objetivo principal de oferecer o maior bem-estar”, escreveu a equipe do Santuário.

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Ainda de acordo com o Santuário, a viagem conta com paradas de duas a três horas, para verificar se a elefanta está bem, e também é monitorada por um sistema de câmeras. O percurso está sendo feito com um caminhão, dois carros com a equipe do Santuário e escolta da Polícia Rodoviária Federal.

De acordo com a FolhaPress, Bambi tem aproximadamente 58 anos de vida, possuí deficiência visual no olho esquerdo e má oclusão dentária, tendo traumas de maus tratos. 

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Helicóptero de cocaína: MP investigará suposto envolvimento de policial civil

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 Aeronave localizada em Poconé-MT está registrada no nome de um policial civil do Distrito Federal
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Aeronave localizada em Poconé-MT está registrada no nome de um policial civil do Distrito Federal

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) abriu investigação nesta terça-feira para apurar se um policial civil está envolvido no caso do helicóptero que caiu em Mato Grosso com cerca de 300 kg de cocaína . A aeronave está em nome do papiloscopista Ronney José Barbosa Sampaio.

O helicóptero foi localizado no domingo em uma fazenda em Poconé, no Pantanal mato-grossense. De acordo com o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), a aeronave foi encontrada após a corporação ter sido chamada para dar apoio à Polícia Federal, que já tentava localizar e abordar um helicóptero.

A informação das autoridades policiais era de que a aeronave estaria envolvida em atividades ilícitas de tráfico internacional de drogas. Os agentes encontraram sacos de cocaína dentro do helicóptero. Os entorpecentes foram avaliados em R$ 6,9 milhões.

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A aeronave modelo R44, matrícula PT-RMM, estava parcialmente destruída. Segundo o Ciopaer, não havia nenhuma vítima a bordo, nem indícios de pessoas feridas. Até o momento, os tripulantes não foram localizados.

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Em entrevista ao G1, Sampaio disse que comprou o helicóptero há um ano mas o recibo da venda foi feito em 25 de maio de 2021. Seguindo a regra da aviação, o registro da negociação deveria ter sido feito até o dia 25 de junho.

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– Eu comprei ele [o helicóptero] tem um ano mais ou menos. Mas como eu não tinha dinheiro pra arrumar o documento, eu vendi – disse Ronney.

Mas a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) desmente Sampaio. De acordo com o órgão, o servidor público adquiriu a aeronave em 30 de abril deste ano e, não, em 2020, como informado.


Essa discrepância de versões e o envolvimento de Sampaio com o transporte de drogas serão investigados pelo MPDFT. O Núcleo de Investigação e Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) ficou responsável pela apuração.

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