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Diretores da Fundação Palmares se demitem coletivamente; saiba motivo

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Diretores da Fundação Palmares se demitem coletivamente
IG – Último Segundo

Diretores da Fundação Palmares se demitem coletivamente

Diveros diretores dos principais departamentos da Fundação Palmares se demitiram, nesta quinta-feira (11), da instituição. Eles alegaram falta de diálogo com Sérgio Camargo, presidente da entidade.

A lista inclui Ebnézer Nogueira, diretor de Fomento e Promoção da Cultura Afro Brasileira; Roberto Castelo Braz, coordenador geral de Gestão Interna; e Raimundo Chaves, coordenador geral do Centro Nacional de Informação e referência da Cultura Negra.

Os três diretores afirmam que tiveram as decisões ignoradas após “inúmeras tentativas de interlocução com a presidência”. “Como diretores e coordenadores dos departamentos que compõem a instituição, fomos voto vencido mesmo sendo a maioria em decisões cruciais ao bom andamento de projetos, ações de mudança de sede e demais políticas públicas que poderiam ser entregues à população até este momento”, diz o documento.

As demissões de Ebnézer, Roberto e Raimundo representam a saída de praticamente todo o colegiado da Fundação Palmares. Eles tinham sido nomeados aos cargos por possuírem perfis mais conservadores.

“Coerentes com nossos princípios morais e políticos, tomamos uma difícil decisão de desligamento de nossos cargos por não encontrarmos mais viabilidade de diálogo entre os diretores e o Presidente”, acrescentaram na carta.

Motivo da saída 

Segundo a CNN, o estopim da saída dos direitos foram divergências em relação à mudança da sede da Fundação em Brasília. A maioria do colegiado não concordou com a proposta apresentada. Segundo os coordenadores, o projeto – orçado em mais de R$ 700 mil – foi elaborado a toque de caixa e não inclui todas os problemas estruturais que o local apresenta.

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Presidente da CPI diz que há provas que não houve interesse do governo na vacina

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O presidente da comissão da CPI da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM), apontou, em entrevista à Folha de São Paulo, que já está provado que o governo do presidente Jair Bolsonaro negligenciou inicialmente a compra de vacinas.

“Não houve nenhum interesse na compra da vacina no primeiro momento. Se apostou muito na imunização de rebanho, kit cloroquina, ivermectina”, disse ele, afirmando que, pelas informações que foram colhidas, “poderíamos ter tido vacina bem antes do planejado e uma quantidade bastante grande”.

Segundo ele, a carta endereçada pela Pfizer não foi só ao presidente, mas para muita gente do alto escalão do governo. “A gente não entende por que nenhum deles se prestou a dar uma ligada, mandar alguém procurar saber a oferta das vacinas. Isso foi em agosto, (então veio) setembro, outubro, novembro. Se tivéssemos feito isso em agosto, em dezembro nós teríamos começado a vacinar as pessoas”, comentou.

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Para o presidente da CPI, a maior parte dos erros cometidos por Bolsonaro são consequência do mau aconselhamento, embora ele não possa usar esse fato para se eximir da culpa. “O governo errou desde o primeiro momento. Não apostou no isolamento, não apostou na máscara, no álcool em gel, na vacina, uma série de coisas que poderiam ter ajudado a salvar pessoas. E continuam apostando na cloroquina”, diz.

Por fim, Omar criticou a decisão do STF de conceder o habeas corpus para permitir que o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, se cale durante o depoimento, já que o considera peça importante.

“Acho que o ex-ministro Pazuello é a pessoa que pode nos dar mais informações, porque começou com ele. Veja bem, quando a Pfizer procura o Brasil, ele foi uma das pessoas que recebeu a carta. Por que não respondeu? Deram ordem para ele não responder? É isso que queremos saber. Não era política do Ministério da Saúde adquirir vacina?”, questionou.

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