BRASIL

Diretores da Fundação Palmares se demitem coletivamente; saiba motivo

Publicados

em


source
Diretores da Fundação Palmares se demitem coletivamente
IG – Último Segundo

Diretores da Fundação Palmares se demitem coletivamente

Diveros diretores dos principais departamentos da Fundação Palmares se demitiram, nesta quinta-feira (11), da instituição. Eles alegaram falta de diálogo com Sérgio Camargo, presidente da entidade.

A lista inclui Ebnézer Nogueira, diretor de Fomento e Promoção da Cultura Afro Brasileira; Roberto Castelo Braz, coordenador geral de Gestão Interna; e Raimundo Chaves, coordenador geral do Centro Nacional de Informação e referência da Cultura Negra.

Os três diretores afirmam que tiveram as decisões ignoradas após “inúmeras tentativas de interlocução com a presidência”. “Como diretores e coordenadores dos departamentos que compõem a instituição, fomos voto vencido mesmo sendo a maioria em decisões cruciais ao bom andamento de projetos, ações de mudança de sede e demais políticas públicas que poderiam ser entregues à população até este momento”, diz o documento.

As demissões de Ebnézer, Roberto e Raimundo representam a saída de praticamente todo o colegiado da Fundação Palmares. Eles tinham sido nomeados aos cargos por possuírem perfis mais conservadores.

“Coerentes com nossos princípios morais e políticos, tomamos uma difícil decisão de desligamento de nossos cargos por não encontrarmos mais viabilidade de diálogo entre os diretores e o Presidente”, acrescentaram na carta.

Motivo da saída 

Segundo a CNN, o estopim da saída dos direitos foram divergências em relação à mudança da sede da Fundação em Brasília. A maioria do colegiado não concordou com a proposta apresentada. Segundo os coordenadores, o projeto – orçado em mais de R$ 700 mil – foi elaborado a toque de caixa e não inclui todas os problemas estruturais que o local apresenta.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Em sete meses, Minas Gerais tem maior número de incêndios em 11 anos

Publicados

em


source
O estado registrou 8.073 incêndios entre janeiro e julho deste ano
REPRODUÇÃO/AGÊNCIA BRASIL

O estado registrou 8.073 incêndios entre janeiro e julho deste ano

O número de incêndios registrados nos sete primeiros meses de 2021 em  Minas Gerais é o maior para o período em 11 anos, com 8.073 incêndios em todo o Estado, segundo informou hoje (22), o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais (CBMMG). 

A média anua histórica de incêndios correspondente aos anos de 2015 a 2021, é de 13.486. O quadro de evolução de atendimentos efetuados pelo CBMMG mostra os seguintes números, em um período de 12 meses : 9.809 (2015), 12.182 (2016); 14.127 (2017); 10.810 (2018), 18.657 (2019) e 20.741 (2020), sendo que, em 2021, em apenas sete meses de janeiro a julho, os números são superiores a mais de 70% do total anual da média anual.

Segundo o tenente Pedro Aihara, porta-voz do CBMMG, os números se devem a uma “conjunção de fatores ambientais, com destaque para as temperaturas médias e a baixa umidade do ar, provocando vegetação muito seca com a propagação rápida de focos de incêndio e grandes incêndios florestais”.

Leia Também:  Bolsonaro e aliados tentam reduzir 'fundão' para R$ 4 bilhões

Você viu?

Minas Gerais tem um relevo muito específico, caracterizado por muitas montanhas e serras, com a formação de corredores de ventos que contribuem para a rápida propagação do fogo. Especificamente este ano, o Estado teve um um período de chuvas menos intenso, contribuindo para uma vegetação mais seca, mas o principal fator contributivo, segundo o CBMMG, “é sempre a ação humana, com mais de 99% dos incêndios provocados pela negligência, utilização do fogo para para eliminação de lixo e limpeza de lotes”. Os bombeiros estimulam a população a denunciar estas práticas.

Próximos meses

De acordo com o tenente Pedro Aihara, a expectativa para os próximos meses é de um aumento muito expressivo no número de incêndios florestais em Minas Gerais, porque historicamente os meses mais complicados são de julho a setembro. A segunda quinzena de julho já é considerada período crítico, permanecendo o período mais delicado até meados de setembro.

Por isso, segundo o porta-voz, desde o começo deste ano foram feitas várias ações preventivas específicas, com destaque para o lançamento da Operação Alerta Verde, iniciada em março deste ano, que resultou numa redução de 27% dos incêndios em vegetação, em lotes vagos, em comparação com os anos anteriores. 


Outra ação foi a elaboração de um Plano de Enfrentamento ao Período de Estiagem, com vigência entre abril e setembro 2021, com ações voltadas para os governos locais, o setor privado e a população e identificação dos principais elementos desfavoráveis que irão compor o período de estiagem neste ano, a partir de estudos sobre as características territoriais do estado e levantamento pluviométrico recente.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA