BRASIL

Datafolha: Alckmin lidera disputa por São Paulo; Haddad aparece em segundo

Publicados

em


source
Geraldo Alckmin não deve ficar no PSDB para a disputa em 2022
Reprodução/Wikimédia Communs

Geraldo Alckmin não deve ficar no PSDB para a disputa em 2022

Geraldo Alckmin (PSDB) lidera a corrida eleitoral para o governo de São Paulo em 2022, superando Fernando Haddad (PT), que está na segunda colocação. A pesquisa foi divulgada pelo Datafolha neste domingo (29). 

Segundo o Datafolha, o ex-governador de São Paulo tem 26% das intenções de voto. Fernando Haddad, por sua vez, tem 17% das intenções. O terceiro candidato mais cotado pelo Datafolha é o ex-governador Márcio França (PSB), com 15%, seguido por Guilherme Boulos (PSOL) com 11%.

Em cenário sem Alckmin, Haddad lidera a disputa
Reprodução

Em cenário sem Alckmin, Haddad lidera a disputa

Tarcísio de Freitas (sem partido) e Arthur do Val (Patriota) estão empatados com 4% das intenções de voto. Abraham Weintraub (sem partido) divide a última colocação com Vinicius Poit (Novo), ambos com 1% das intenções. O Datafolha aponta que 17% dos entrevistados responderam que devem votar nulo ou branco.

Leia Também:  Tamanduá invade loja de açaí em Mato Grosso do Sul e tira um cochilo

A pesquisa foi realizada na última semana, ouvindo 2.034 pessoas de 16 anos ou mais em 70 cidades do estado. 

Geraldo Alckmin deve deixar o PSDB. O ex-governador conversa com outros partidos, como o PSD, para voltar a disputar o governo do Estado. Neste caso, os tucanos devem apostar em Rodrigo Garcia, vice-governador de São Paulo e secretário de governo estadual.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

PR: Promotor de Justiça discute com advogado durante sessão: “Estou caga…”

Publicados

em


source
PR: Promotor de Justiça discute com advogado durante sessão:
Reprodução

PR: Promotor de Justiça discute com advogado durante sessão: “Estou caga…”

Uma sessão do Tribunal do Júri de Curitiba da última terça-feira (19), que julgava um caso de homicídio qualificado, foi palco de uma discussão entre o promotor de Justiça João Milton Salles e o advogado de defesa Luis Gustavo Janiszewski. O representante do  Ministério Público afirmou “estar cagando” co ma possibilidade dele estar se ofendendo durante a sessão. As informações são do portal Uol.

O episódio começou com um questionamento do advogado, que perguntou a Salles sobre possíveis comentáios realizados sobre a advogada que participou do caso. “Doutor, só para entender: agora o senhor vai falar mal dos profissionais e da defesa como um todo?”, perguntou o advogado.

O promoto, então, respondeu que estaria se “cagando se o senhor está se ofendendo. Eu sou promotor de Justiça há 24 anos, eu visto o meu papel de promotor de Justiça e é isso que vou dizer aqui”.

Já a OAB do Paraná se manifestou e emitiu uma nota em apoio ao advogado de defesa e ressaltou que repidua “de forma veemente o tratamento dispensado pelo representante do Ministério Público à advocacia”.


Leia Também

Confira a carta na íntera:

“A Ordem dos Advogados do Brasil, Seção do Paraná, por sua diretoria, a propósito das palavras dirigidas pelo promotor de Justiça, Dr. João Milton Salles, na sessão do Tribunal do Júri, na comarca de Curitiba, ocorrida no dia 19 de outubro último, quando, ao se dirigir ao advogado que promovia a defesa técnica do acusado, pronunciou palavras indecorosas e de baixo calão, em total desprezo à atividade da advocacia que ali estava sendo exercida, vem a público repudiar de forma veemente o tratamento dispensado pelo representante do Ministério Público à advocacia.

A OAB defende a plena liberdade de manifestação e de argumentação no Tribunal do Júri, reconhecendo a inviolabilidade das manifestações tanto do MP como da advocacia, asseguradas por lei, no entanto, lembra que é dever do representante do Ministério Público, conforme lei estadual complementar n. 85/1999, “tratar com urbanidade as pessoas com as quais se relacione em razão do serviço” (art. 155, XII)

Por isso, a OAB não tolera e repudia o uso de palavras de menosprezo e ofensivas à advocacia, que implicam na grave violação do preceito contido no artigo 6º., da lei 8.906/94, o qual estabelece que “não há hierarquia nem subordinação entre advogados, magistrados e membros do Ministério Público, devendo todos tratar-se com consideração e respeito recíprocos. As autoridades, os servidores públicos e os serventuários da justiça devem dispensar ao advogado, no exercício da profissão, tratamento compatível com a dignidade da advocacia e condições adequadas a seu desempenho.

Por tais razões, a OAB-PR manifesta sua indignação e lamento ao tratamento dispensado pelo promotor de Justiça, Dr. João Milton Salles, que ofendeu não apenas o advogado que estava exercendo a defesa técnica em plenário, mas toda a classe dos advogados, informando que solicitará à Corregedoria do Ministério Público a apuração dos excessos cometidos e aplicação das sanções cabíveis, especialmente por ter afirmado, o sr. Promotor, que esse é seu vocabulário costumeiro”.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA