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Caso Marielle: delação premiada da viúva de Adriano da Nóbrega tem contradições

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Júlia Lotufo e Adriano da Nóbrega
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Júlia Lotufo e Adriano da Nóbrega

As promotoras do caso Marielle , Simone Sibílio e Leticia Emile, listaram contradições encontradas no dossiê entregado ao procurador-geral da Justiça do Rio de Janeiro, Luciano Mattos. O processo levou à delação premiada de Júlia Lotufo, viúva miliciano Adriano da Nóbrega, que diz saber quem mandou matar a vereadora .

Inicialmente, as promotoras destacaram que Júlia procurou o Ministério Público do Rio (MPRJ) dizendo que queria dar revelações sobre o esquema de “rachadinha” em gabinetes da Alerj, e não sobre o assassinato de Marielle Franco.

Júlia Lotufo também teria apresentado duas versões diferentes sobre o mandante do assassinato. Na primeira, Marielle teria sido vítima de um “consórcio de matadores” patrocinado pelo ex-vereador do Rio Cristiano Girão , pelo vereador Marcelo Siciliano e pelo conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão.

Depois, ao ser confrontada com o fato de que Siciliano e Brazão são rompidos, Júlia disse que Girão seria o mandante do crime. A motivação, segundo a viúva de Adriano, teria sido a contrariedade com a atuação da vereadora nas favelas da Gardênia Azul e Cidade de Deus. Girão nega.

Nos bastidores, há o temor de que o depoimento de Júlia Lotufo levante suspeitas falsas para desviar propositalmente o foco das investigações.

– Com informações do colunista Lauro Jardim, de O Globo.

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Justiça prorroga prisão de Paulo Galo por incêndio à estátua de Borba Gato

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Estátua de Borba Gato pegando fogo
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Estátua de Borba Gato pegando fogo

O Tribunal de Justiça de São Paulo prorrogou na sexta-feira (30) a prisão temporária do ativista Paulo Galo,  que admitiu ter participado do incêndio da estátua de Borba Gato no sábado passado (24), em São Paulo. A prisão foi prorrogada em cinco dias. As informações são do G1.

A Secretaria de Segurança afirmar que a decisão da juíza Gabriela Marques Bertoli de prorrogar a prisão de Galo atendeu a um pedido do delegado do 11° Distrito Policial de Santo Amaro, que investiga o caso. Em depoimento, Galo teria apresentado inconsistências, além da juíza acreditar que ele tem posição de liderança no grupo que realizou o incêndio.

Quando admitiu o envolvimento no incêndio, Galo disse que o fez “para abrir um debate”. “Em nenhum momento, foi feito para machucar alguém ou querer causar pânico. Que as pessoas agora decidam se querem ter uma estátua de três metros de altura que homenageia um genocida e um abusador de mulheres”, argumentou, na ocasião. Ativista, Galo é conhecido por ser o líder do movimento Entregadores Antifascistas, que pede por direitos a entregadores de aplicativos.

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Além de pedir a prorrogação da prisão de Galo, o delegado também teria pedido a liberdade de Gessica Barbosa, companheira do ativista que foi solta na sexta-feira (30). Ela foi presa junto com Galo na quarta-feira (28), acusada de suposto envolvimento no caso. Ambos se apresentaram espontaneamente.

“Tem um elemento político por trás. Essa prisão é absolutamente arbitrária e juridicamente não se sustenta. Em momento nenhum ele fugiu, se escondeu ou tentou atrapalhar as investigações. Pelo contrário, está colaborando. Se apresentou espontaneamente, autorizou a entrada da polícia em sua casa e nada de ilegal foi encontrado”, afirmou Andre Lozano Andrade, advogado que representa Galo, ao G1.

Nas redes sociais, Gessica tem promovido “twittaços” pela liberdade do companheiro. “Nesse momento, o meu corpo está aqui, mas minha mente continua lá no Paulo”, disse ela em um vídeo publicado no Twitter.

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