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Bruno Covas apresenta sangramento no estômago e é transferido para UTI

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Bruno Covas apresenta sangramento no estômago e é transferido para UTI
Foto: Reprodução/Internet

Bruno Covas apresenta sangramento no estômago e é transferido para UTI

Bruno Covas (PSDB), prefeito licenciado de São Paulo, foi transferido para a unidade de terapia intensiva do Hospital Sírio-Libanês, no Centro da cidade, após apresentar um sangramento no estômago.

O tucano foi levado para a UTI após a realização de um exame de endoscopia que identificou um sangramento causado por uma úlcera, em cima do tumor original, entre o esôfago e o estômago. Segundo David Uip, médico que integra o grupo que trata o prefeito, o sangramento foi controlado através de uma endocopista.

Covas havia sido internado no último domingo (02) para se dedicar ao tratamento de novos focos de câncer.

*Matéria em atualização

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Presidente da CPI diz que há provas que não houve interesse do governo na vacina

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O presidente da comissão da CPI da Covid-19, o senador Omar Aziz (PSD-AM), apontou, em entrevista à Folha de São Paulo, que já está provado que o governo do presidente Jair Bolsonaro negligenciou inicialmente a compra de vacinas.

“Não houve nenhum interesse na compra da vacina no primeiro momento. Se apostou muito na imunização de rebanho, kit cloroquina, ivermectina”, disse ele, afirmando que, pelas informações que foram colhidas, “poderíamos ter tido vacina bem antes do planejado e uma quantidade bastante grande”.

Segundo ele, a carta endereçada pela Pfizer não foi só ao presidente, mas para muita gente do alto escalão do governo. “A gente não entende por que nenhum deles se prestou a dar uma ligada, mandar alguém procurar saber a oferta das vacinas. Isso foi em agosto, (então veio) setembro, outubro, novembro. Se tivéssemos feito isso em agosto, em dezembro nós teríamos começado a vacinar as pessoas”, comentou.

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Para o presidente da CPI, a maior parte dos erros cometidos por Bolsonaro são consequência do mau aconselhamento, embora ele não possa usar esse fato para se eximir da culpa. “O governo errou desde o primeiro momento. Não apostou no isolamento, não apostou na máscara, no álcool em gel, na vacina, uma série de coisas que poderiam ter ajudado a salvar pessoas. E continuam apostando na cloroquina”, diz.

Por fim, Omar criticou a decisão do STF de conceder o habeas corpus para permitir que o general Eduardo Pazuello, ex-ministro da Saúde, se cale durante o depoimento, já que o considera peça importante.

“Acho que o ex-ministro Pazuello é a pessoa que pode nos dar mais informações, porque começou com ele. Veja bem, quando a Pfizer procura o Brasil, ele foi uma das pessoas que recebeu a carta. Por que não respondeu? Deram ordem para ele não responder? É isso que queremos saber. Não era política do Ministério da Saúde adquirir vacina?”, questionou.

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