BRASIL

Ato de idosos contra Bolsonaro ganha força na internet e apoio de José Trajano

Publicados

em


source
 Ato de idosos contra Bolsonaro ganha força na internet e apoio de José Trajano
Reprodução/Wikimedia Commons

Ato de idosos contra Bolsonaro ganha força na internet e apoio de José Trajano

“Os jovens terão que ficar em casa e torcer pelos avós “. Essa foi a definição do jornalista José Trajano , 74 anos, sobre uma possível manifestação popular dos idosos contra o governo Bolsonaro após receber a segunda dose da vacina contra o covid-19.

A discussão sobre o assunto foi pauta no twitter nesta sexta-feira (26) após a economista Laura Carvalho relatar que sua mãe está ” combinando com os amigos da geração de 1968 uma manifestação depois da segunda dose”. Veja o tweet:

Trajano, que já tomou a primeira dose e tomará a segunda no dia 9 de abril, se colocou a disposição para ir às ruas “tirar o genocida” da presidência .

Em conversa com a equipe de reportagem do iG, o jornalista disse que topa a manifestação desde que ela aconteça depois o ciclo completo de imunização – um período de 15 dias de espera após a segunda dose.

Leia Também:  Flamengo conclui a preparação visando jogo de volta contra o Grêmio, pela Copa do Brasil

“Já que ela lançou a ideia, achei interessante . Agora, é bom esperar para ter mais gente . Com 90, 80 anos é mais dificil ir. Se esperarmos até junho , mais pessoas terão tomado a segunda dose. E é preciso esperar mais duas semanas para se considerar imunizado . Não é tomar a segunda dose e sair ‘ pererecando’ por ai. Mas gostei da ideia. Já que o jovem não pode sair, vamos sair nós velhos “, completou Trajano.

Você viu?

Propagação do vírus

Nas postagem, algumas pessoas questionaram a economista sobre a possibilidade de proliferação do novo coronavírus em decorrência das aglomerações que um protesto causaria . A ciência mostra que os vacinados não desenvolvem o vírus, mas ainda podem disseminá-lo . Os impactos, porém, não são significativos já que as manifestações ocorrem em espaços abertos .

Os protestos norte-americanos da morte de George Floyd, que ocorreram em meio a pandemia, não impactaram diretamente o número de casos . É o que diz um estudo de pesquisadores da Universidade de Oxford . No total, 326 cidades realizaram 868 protestos com 757.077 participantes. Após 22 dias, a taxa média de casos subiu 0,49% . Em cidades onde os atos não aconteceram, a média foi de 0,41% . Estatisticamente, não houve impactos significativo na transmissibilidade do vírus por ser local aberto e pelos participantes utilizarem de máscaras .


Inversão histórica

Trajano classificou o ato como ” pontapé inicial ” de uma inversão histórica. ” Não vamos ficar atrás dos jovens pela primeira vez, os jovens que torcerão por nós.”

Leia Também:  Vereador de Duque de Caxias, Joaquim Quinzé é morto a tiros na noite de domingo

De acordo com o jornalista, essa é apenas uma das medidas que deveriam acontecer, já que o governo ” fracassou ” no combate à pandemia e perdeu parte do seu eleitorado em decorrência da falta de políticas públicas.

“Ese último panelaço que houve, foi o melhor dos últimos tempos. Pessoal bateu panela com mais força. Estavam desgastados . Foi bem expressivo . Mostra que as pessoas estão querendo protestar . Mas se esperar um pouco mais teríamos mais gente participando. Nunca pensamos que [essas manifestações] pudessem acontecer. Acho que depois elas cresceriam . Se sair em junho ou julho, em setembro teriam mais pessoas, depois em outubro e para o final do ano iria se multiplicando “, finalizou.


José Trajano já, inclusive, se imagina nas ruas. “Sair as ruas pela primeira vez, depois de muito tempo, pessoas velhas e vacinadas indo as ruas contra o governo genocida . Não pode chamar de genocida, esse capitão cloroquina . Os jovens terão que ficar em casa esperando noticias do que os avós ou tios ou pais fizeram.”

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

BRASIL

Alesp inicia plano para neutralizar emissões de gases do efeito estufa

Publicados

em


source
Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)
Divulgação/Barbara Moreira/Alesp

Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Nesta semana, a  Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) iniciou um projeto para neutralizar emissões de gases do efeito estufa. A proposta tem o objetivo de identificar o volume emitido e implantar metas de redução e planos de mitigação, transformando a Casa em uma instituição Carbono Zero.

“Esse é um projeto importante e que poderá servir de exemplo para outras casas legislativas e instituições públicas de todo o país. A questão ambiental é pauta diária da sociedade e a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo está empenhada em fazer a sua parte, compensando as emissões de gases com plantio de arvores e recuperação de áreas ambientais”, afirmou o presidente do Parlamento paulista, deputado Carlão Pignatari.

Com a medida, todos os servidores, funcionários terceirizados e cidadãos que visitarem a Alesp participarão do levantamento de informações sobre o deslocamento, como distância percorrida, periodicidade e o tipo de transporte e combustível utilizados.

Entre os dados da Assembleia, serão coletados o consumo de materiais (desde papel até produtos de limpeza) e energia elétrica por matriz emissora de gases, descarte de resíduos sólidos, além de informações ligadas ao transporte oficial.

Leia Também:  Justiça concede habeas corpus e João de Deus volta para prisão domiciliar

Depois de levantar esses dados, a Alesp vai organizar um Inventário de Emissão de Gases de Efeito Estufa e apresentar um plano de ação, propondo metas de redução de emissão de gases.

“A participação de todos é essencial para o sucesso do projeto. O formulário já está disponível para preenchimento. Os funcionários, terceirizados e visitantes podem acessar por meio do QR Code disponível nos cartazes afixados e espalhados aqui pelo Palácio 9 de Julho, sede do Legislativo”, disse Julio Cesar Forte Ramos, secretário-geral de Administração da Alesp.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

RONDONÓPOLIS

mato grosso

POLICIAL

MAIS LIDAS DA SEMANA