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Últimos dias de inscrições para a Corrida Agro Fraterno

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Brasília (03/12/2021) – O período de inscrições para a Corrida Agro Fraterno está nos últimos dias. A prova acontecerá no dia 12 de dezembro, em Brasília, e todos os recursos arrecadados serão destinados à compra de cestas de alimentos para doação a famílias carentes do Distrito Federal.

Os interessados em participar podem se inscrever aqui e optar pelo pagamento de uma taxa de R$ 80 ou doação de cinco quilos de alimento não perecível.

A corrida, promovida pelo Sistema CNA/Senar, Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e entidades do Instituto Pensar Agro (IPA) – terá percursos de 10 km e 5 km em três categorias: masculino, feminino e pessoas com necessidades especiais (PNE). A premiação será composta de troféu e dinheiro para os três primeiros colocados em cada categoria.

O evento também terá atrações para o público em geral, como food trucks, além de brinquedos infláveis e pula-pula para as crianças.

A opção de pagar a taxa de R$ 80 dá direito a número de inscrição com chip, mochila, camisa oficial da corrida, squeeze premium, viseira e medalha de participação. Quem optar por doar alimentos receberá o número de inscrição com chip e medalha de participação.

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Os kits serão entregues nos dias 10 e 11 de dezembro, das 9h às 17h, no Hotel Nobilis Suíte Monumental (Setor Hoteleiro Norte, Lote B, Quadra 4, Asa Norte). A entrega dos 5 kg de alimentos deverá ser feita nas mesmas datas, horário e local. É necessário apresentar o cartão de vacina na retirada do kit.

A iniciativa faz parte do Movimento Agro Fraterno, ação que uniu o setor agropecuário para garantir doações de alimentos e estimular a solidariedade durante a grave crise gerada pela pandemia da Covid. A campanha já registrou a doação de mais de 500 toneladas de alimentos em todo o Brasil.

SERVIÇO
O que: Corrida Agro Fraterno
Quando: 12 de dezembro, às 8h
Onde: Estacionamento Funarte (Eixo Monumental, SDC – Lote 2)
Informações: www.corridaagrofraterno.com.br

Fonte: CNA Brasil

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Projeto avalia combinação de técnicas para o controle da erosão no Centro-Sul

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O Plantio Direto (PD) é uma das alternativas de manejo mais recomendadas para aumentar a produtividade, conservando e/ou melhorando o ambiente de cultivo. A técnica é eficiente no controle da erosão se comparado ao sistema convencional, em que há remoção da vegetação e revolvimento do solo. Agora, pesquisadores buscam entender se o PD é suficiente para controlar a erosão em diferentes ambientes de produção e situações climáticas.

O estudo é desenvolvido em apoio ao projeto da Rede Mesorregional Centro-Sul da Rede de AgroPesquisa e Formação Aplicada Paraná (Rede AgroParaná), que conta com suporte financeiro do SENAR-PR e da Fundação Araucária. O objetivo deste subprojeto é aprimorar a prática do PD contínuo, sem interrupção para preparo do solo, aliando técnicas de manejo conservacionista, como terraceamento, adubação verde e cultivo em nível.

Para a coleta de dados, foram instaladas três megaparcelas em uma propriedade rural em Guarapuava. Na primeira, foi mantido o manejo já utilizado pelo produtor: Plantio Direto sem terraços, com mecanização morro abaixo – comum em muitas áreas na região –, e sem cultivo no outono (pousio).

Na megaparcela dois, houve adoção de mecanização em nível e cultivo de plantas de cobertura no outono. A terceira megaparcela contou com construção de terraços e, portanto, plantio em nível. “Estamos avaliando fertilidade do solo, nutrição e enraizamento das plantas e produtividade de culturas como soja, milho, trigo e cevada. Vamos examinar como o uso de outras práticas combinadas ao Plantio Direto, como o terraceamento, podem ser eficazes no controle da erosão”, afirma o coordenador da pesquisa, Marcelo Müller.

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“Queremos mostrar para o produtor que controlar a erosão é controlar a variabilidade da fertilidade do solo, que implica em níveis de produtividade diferentes na mesma área”, complementa.

Durante a pesquisa, são realizadas coleta e análise química de amostras de solo e tecido foliar das plantas nas três megaparcelas. O crescimento radicular das culturas também passa por avaliação, pois está associado às condições do solo e determina a sustentação da parte aérea das plantas e a produtividade. Além disso, na megaparcela dois é analisada a produção de biomassa das plantas cultivadas para cobertura do solo na entressafra, determinando-se a absorção dos nutrientes e seu potencial de reciclagem para culturas comerciais.

Segundo o pesquisador, a expectativa é que, com os dados reunidos, seja possível entender como as mudanças no manejo interferem nos sistemas produtivos, principalmente em relação aos indicadores químicos do solo e das plantas. Dessa forma, será possível definir critérios técnicos para recomendar práticas que possam melhorar a conservação do solo e da água, a sustentabilidade, a produtividade e a rentabilidade dos produtores rurais.

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Monitoramento da água

A análise química do material erosionado nas megaparcelas durante eventos de chuva também faz parte das etapas da pesquisa. Para isso, é necessário que as precipitações atinjam quantidade mínima para que ocorra escoamento superficial da água. Em conjunto, é realizado o monitoramento da qualidade química da água do córrego da microbacia hidrográfica do entorno das megaparcelas e das lavouras dos demais produtores.

O coordenador da pesquisa explica que os nutrientes perdidos pelas lavouras em escoamento de água e sedimentação do solo representam perdas econômicas para os produtores. “Essas substâncias vão precisar ser repostas com fertilizantes e corretivos, acarretando mais custos para o agricultor. Além disso, o acúmulo de nutrientes disponíveis nos córregos e rios pode causar um processo chamado eutrofização, em que há crescimento exacerbado de algas e  redução da quantidade de oxigênio na água, provocando a morte de peixes e outras espécies aquáticas”, aponta Müller.

Fonte: CNA Brasil

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