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Senar participa de missão virtual para avaliar projeto Paisagens Rurais

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Brasília (24/11/2020) – O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) participou, na segunda (23) e na terça (24), da missão de avaliação do projeto Paisagens Rurais. A iniciativa promove a recuperação ambiental e produtiva de propriedades rurais do bioma Cerrado por meio da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).

Em razão da pandemia, os representantes das instituições que executam o projeto se reuniram por meio de videoconferência. A missão verificou o cumprimento dos requisitos, o alcance referente ao segundo ano de implementação das ações e os impactos gerados em função da Covid-19.

“É muito importante ressaltar o empenho da equipe gestora do projeto, comprometimento das administrações regionais do Senar e adesão dos produtores rurais ao programa mesmo em um ano atípico. Isso comprova que o produtor está interessado em adotar cada vez mais ações produtivas para promover o desenvolvimento econômico, social e ambiental de sua atividade”, afirmou Andréa Barbosa, diretora de Assistência Técnica e Gerencial do Senar.

Em 2020, a ações de ATeG foram implementadas em mais de 1700 propriedades rurais, distribuídas nas bacias prioritárias selecionadas nos estados da Bahia, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Tocantins.

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A ideia é promover a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APP), Reserva Legal (RL) e pastagens degradadas a partir do manejo sustentável e da adoção de práticas de agricultura de baixa emissão de carbono.

Sobre o Projeto

O projeto Paisagens Rurais é financiado com recursos do Programa de Investimento Florestal (FIP em inglês) que são gerenciados pelo Banco Mundial. A coordenação é do Serviço Florestal Brasileiro e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com parceria da Agência de Cooperação Técnica Alemã (GIZ), Senar, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTI), por meio do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), e Embrapa.

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Fonte: CNA Brasil

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Controle da verminose em ovinos vai além da vermifugação

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O controle da verminose nos ovinos nem sempre é simples, mas algumas medidas podem ser eficazes na prevenção e redução dos casos na propriedade.

Ovinos e caprinos são susceptíveis aos vermes em todas as suas fases de produção. A verminose é um problema grave e muitos produtores acabam desistindo da atividade por conta dos prejuízos. De acordo com a pesquisadora Simone Niciura, da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos – SP), isso acontece porque é o problema sanitário mais frequente nas criações. “Quando não é controlada, ocorrem altas taxas de mortalidade nos rebanhos, principalmente dos cordeiros ou de raças mais sensíveis ou menos adaptadas aos trópicos. Além disso, há perdas produtivas, causadas pela diminuição no ganho de peso e no crescimento dos animais e queda na produção”, explica a pesquisadora.

O controle é ineficaz, na maioria dos casos, porque a estratégia utilizada é baseada sobretudo no tratamento com vermífugos. No entanto, com o passar do tempo, os vermes adaptam-se e tornam-se resistentes, principalmente pelo uso frequente e inadequado desses produtos.

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Diferentes medidas podem ser utilizadas pelos ovinocultores para reduzir os casos de verminose na fazenda. O uso de ovinos mais resistentes é uma opção. “Esses animais toleram maior carga parasitária e não apresentam as mesmas perdas produtivas observadas nos ovinos mais sensíveis aos vermes. Isso pode ser obtido pela identificação e seleção de animais mais resistentes (e descarte de ovinos mais sensíveis), assim como pelo uso de raças mais resistentes na criação de animais puros ou para os cruzamentos”, conta Simone.

Outra maneira é a redução da contaminação das pastagens por meio da roçada para exposição dos parasitas ao sol, aumento do intervalo de tempo até a utilização do pasto novamente e, ainda, uso da pastagem para criação de outra espécie animal antes da nova introdução de ovinos. 

A nutrição também é importante. O produtor precisa fornecer alimentação adequada à necessidade de cada categoria. Animais com dieta precária ficam mais vulneráveis ao agravamento dos sintomas causados pela verminose.

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A pesquisadora recomenda que os pecuaristas tenham cautela e façam a vermifugação apenas dos ovinos que realmente precisam ser tratados, ao invés de tratar todo o rebanho indiscriminadamente. Segundo ela, além disso, para que os vermífugos continuem a funcionar por um período maior, antes que os vermes desenvolvam resistência, deve-se utilizá-los de maneira correta. É essencial a identificação dos animais e o controle dos ovinos vermifugados. A dose do anti-helmíntico depende do peso e da indicação do fabricante, seguindo as recomendações da bula. O ideal é que o produtor tenha uma balança na propriedade para evitar super ou subdosagem. Dessa forma, a resistência no rebanho pode ser adiada e as perdas produtivas reduzidas.

Fonte: Embrapa

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