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Projeto Leite Seguro apresenta terceira live

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Foco do encontro são ações de pesquisa de resíduos e contaminantes

Segundo a Embrapa, o Brasil atualmente é o terceiro maior produtor mundial de leite, produzindo cerca de 33,5 bilhões L/ano e a região Sul alcança uma das maiores produtividades nacionais com 3.284 L/vaca/ano. Apesar da expressividade desses números, a melhoria da qualidade média do leite brasileiro ainda é um grande desafio nacional. A Empresa, por meio de ações de pesquisa, desenvolvimento e inovação, lança o projeto Leite Seguro com a perspectiva de gerar e trasnferir tecnologias para aumentar a segurança, a qualidade e a integridade do leite e seus derivados nos estados do RS, SC e PR.

Uma série de “lives” divulgam as ações do projeto. Nesta próxima semana, acontece o terceiro encontro, no dia 21 de outubro, quarta-feira, às 14h, com o tema Realização das Ações de Pesquisa de Resíduos e Contaminantes do Leite, pelo canal da Embrapa no Youtube.

O tema deste terceiro encontro irá centrar-se num sistema de monitoramento de resíduos e contaminantes, com possibilidade de incorporar o Monitoramento Espacial-Temporal de Qualidade do Leite (SIMQL) e também de desenvolver um Sistema de Gerenciamento e Alerta de Crises e Emergências em Lácteos (SIGALAC), para informação e proteção do consumidor em caso de eventos adversos na cadeia produtiva, a exemplo das fraudes que ocorreram há poucos anos no RS.

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A live abordará também aspectos importantes das Instruções Normativas 76 e 77, lançadas em 2018, que trazem orientações para todas as etapas da cadeia, desde a produção até os critérios finais de qualidade dos leites pasteurizados.

O Programa Leite Seguro é uma realização da parceria entre o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA/RS) e a Embrapa. As últimas lives de apresentação do projeto também estão agendadas: dia 6 de novembro com o tema Tecnologias da Embrapa para a Atividade Leiteira, e dia 20 de novembro, encerrando com o tema Benefícios do Consumo do Leite.

Fonte: Embrapa

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Monitor do Seguro Rural avalia produtos para frutas

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Brasília (30/10/2020) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou, na sexta (30), da reunião virtual do projeto Monitor do Seguro Rural para avaliar produtos e serviços oferecidos pelas seguradoras e propor aperfeiçoamentos nos seguros agrícolas disponíveis para uva, melancia, pera, mamão, kiwi e abacaxi.

O projeto é uma iniciativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), em parceria com a CNA e outras entidades do setor. Participaram do encontro produtores rurais e representantes dos setores público e privado, além de seguradoras.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), sete seguradoras comercializaram apólices de uva, melancia, pera, mamão, kiwi e abacaxi em 2019 e 2020. O Programa de Seguro Rural (PSR) prevê um percentual de subvenção de 40% do valor do prêmio e limite anual de R$ 48 mil para essa modalidade de seguro.

A uva é a cultura que mais utiliza o produto dentre as frutas. Em 2020, a área segurada é de quase 34 mil hectares, com mais de nove mil apólices e R$ 868 milhões em importância segurada.

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O assessor técnico da Comissão Nacional de Fruticultura da CNA, Erivelton Cunha, destacou que o seguro é extremamente importante para as frutas. Conforme ele, a cadeia produtiva enfrenta adversidades climáticas todos os anos e representa um segmento “descoberto” de produtos específicos.

Na opinião de Erivelton, é necessário desenvolver opções que atendam as características regionais. Como exemplo, ele cita os seguros para uva, que geralmente cobrem apenas granizo e geada e estão concentrados no Rio Grande do Sul, enquanto problemas como chuvas e ventos são comuns na região do Vale do São Francisco.

“Esse é um gargalo para tentarmos solucionar em conjunto. A produção de uva é ampla e distribuída em todo o País. Todas as outras culturas têm características regionalizadas e, muitas vezes, os produtos não atendem essas diferenças”, afirmou.

Apesar da diversidade de frutas atendidas pelas seguradoras, o produto básico de seguro rural oferecido sempre é granizo, podendo adicionar uma cobertura contra geada ou perda de qualidade. Isso demonstra a necessidade de ter produtos de seguro mais regionalizados para as diversas frutas.

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Durante a videoconferência, representantes das seguradoras Mafre e Tokio Marine apresentaram produtos para o segmento. A reunião também contou com a participação da assessora técnica da CNA, Carolina Yuri Nakamura.

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Fonte: CNA Brasil

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