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InovaAvi está chegando

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A abertura do evento ocorre nesta quinta-feira, dia 1º, pelo canal da Embrapa pelo youtube

A contagem regressiva para o primeiro desafios de ideias na avicultura, o InovaAvi – Chocando ideias já começou. Num formato adaptado em função da pandemia da Covid-19, a etapa final do evento será realizado de maneira 100% virtual e a live de abertura ocorre nesta quinta-feira, dia 1º de outubro, às 15 horas, pelo canal do youtube da Embrapa (https://youtu.be/6_vQVpu7IFs).  

Na semana seguinte será a vez da apresentação das propostas das equipes finalistas, que serão divididas em duas lives. Uma no dia 06 (https://youtu.be/h7hYArB3Xzo) e outra no dia 07 (https://youtu.be/nO40SKC0FzQ), às 19 horas, também pelo canal do youtube da Embrapa. Em cada live, cinco propostas serão apresentadas ao público, por meio de um vídeo. Ao final de cada apresentação, as equipes respondem aos questionamentos dos avaliadores.

A grande final, onde serão conhecidos os três vencedores, ocorre no dia 08, às 19 horas. A abertura será com palestra da futurista Jaqueline Weigel (https://youtu.be/vBWtt-OidFQ).

Sobre a alteração de formato, que estava marcada para ocorrer de forma presencial agora em outubro, a equipe organizadora avaliou a dinâmica para atender a todos os requisitos de segurança que o momento exige e adaptou o evento. “O fato de realizarmos a última fase do evento de maneira virtual não afetou ou alterou a condução das demais etapas que antecedem a final, como a mentoria por exemplo, que ocorreu de maneira muito intensa neste último mês”, informou o coordenador geral do evento Cássio Wilbert.

Desde que foram seleciondas as dez propostas finalistas, as equipes iniciaram a caminhada pela “Trilha da Inovação”, que está sendo conduzida pela equipe da INCTECh – Incubadora Tecnológica do PCT Chapecó@ numa parceria com a Embrapa Suínos e Aves. O objetivo é, de fato, fomentar a inovação de impacto na cadeia de avicultura, colaborando para as propostas se tornem negócios e soluções aplicadas no setor. De acordo com o analista Cássio Wilbert, a metodologia da INCTECh prevê uma abordagem em cinco eixos: Mercadológico, Tecnológico, Gestão – Modelagem do negócio, Gestão – Pitch e Gestão – Mentoria. Além dos selecionados, participam do processo, acompanhando e dando suporte técnico, os “padrinhos” e “madrinhas” das equipes. Nos vídeos abaixo confira o depoimento das responsáveis pela condução da Trilha da Inovação.

Para Cássio, esse caminho que as equipes estão percorrendo, acompanhados pelos mentores, está sendo uma experiência muito positiva. “Temos observado uma evolução nas propostas e um envolvimento muito bacana por parte das equipes e seus mentores, com uma possibilidade de sair boas parcerias e oportunidades”, destacou Cássio.

O prêmio

A premiação da equipe vencedora é a classificação para a etapa final do Pontes para Inovação (desde que cumpra o regulamento deste). A chamada Pontes para Inovação é uma iniciativa desenvolvida em parceria entre a Embrapa e parceiros, que tem como objetivo conectar as Agritechs com investidores, visando permitir que estas possam ter acesso a recursos para acelerar seus negócios. Saiba mais sobre a Pontes para a Inovação (http://pontesparainovacao.com.br/)

E para as demais equipes que foram selecionadas a organização destaca como premiação o acesso ilimitado aos cursos da Academia da Avicultura, por um ano, para todos os membros das equipes e sorteio de 10 cursos entre as demais equipes proponentes; Mentoria com especialistas em agronegócio, tecnologia e negócios; Oportunidade de apresentar sua ideia para representantes de agroindústrias e investidores; Certificado de participação.

A realização do InovaAvi é da Embrapa Suínos e Aves com correalização da Acate Agronegócio, Parque Científico e Tecnológico Chapecó, Prefeitura de Concórdia e Faped. São parceiros do evento Fapesc, Agriness, Academia Suína e Fornari Indústria. Como patrocíninadores Ouro, o InovaAvi conta com Seara Alimentos e MSD Saúde Animal. No patrocínio prata estão o Sindirações e Associação Brasileira de Proteína Animal – ABPA. Os patrocínios bronze são Evonik, Cedisa, Fazenda da Toca Orgânica, Boehringer Ingelhien, DSM, Adisseo e BRDE. O evento tem como mídias parceiras AviNews, Feed&Food e O Presente Rural.

 

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As propostas finalistas

 

1- IndustryCare – monitoramento em tempo real de máquinas e processos

Wagner de Barros Neto, Bruno Ferreira de Sousa, Pedro Magalhães Sobrinho, Jaderson Gonçalves

Goiânia/GO

 

2- Sistema de visão computacional para inspeção de ovos.

Julio Milani de Lucena, Matheus Ladvig Budelon Oliveira, Lucas Meurer Lameira, Rodrigo Guilherme Finkler

Porto Alegre/RS

 

3- Wrong Collor – Sistema de detecção de poedeiras improdutivas

Leonardo Willian de Freitas, Elias Giacomel, Úrsula Bianchi Valença, Maicon Sbardella

Sinop/MT

 

4- Automatização da Inspeção Sanitária em frigoríficos

Leandro Alonso Xastre, Ricardo Alvim Netto, Maria Antonia de Freitas Constancio, Gabriela Ferreira Jorge

Campinas/SP

 

5- Granja zero energia

Christine Marie Laval, Maria Beatriz Cardoso de Oliveira

São Paulo/SP

 

6- Robô Granjeiro – Dispositivo Estimulador de Aves de Corte.

Thiago Soffiatti Souza, Mathias Marcel Bonan Testa, Natan Zaqeu Gaio Spricigo, Ricardo Cézar Favretto

Xanxerê/SC

 

7- Stac Robot – Robô autônomo multi propósito para avicultura

Mahuan Capeletto Abdala, Cleber dos Santos Medeiros da Silva

Foz do Iguaçu/PR

 

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8- AveStac Pro – Solução para gestão de aviários

Mahuan Capeletto Abdala, Cleber dos Santos Medeiros da Silva

Foz do Iguaçu/PR

 

9- Síntese de complexos nanoestruturados de prata para substituição de antibióticos promotores de crescimento na produção de suínos e aves

Joaquim Gonçalves, Guilherme Tremiliosi, Camila Lange, Hebert Silveira

São Carlos/SP

 

10- Aplicativo para monitoramento de ambiência de aviário para avicultores e empresas integradoras.

Marcus Glauco Faria de Sant Anna, Lediane da Mota de Sant Anna, Robson Totti, Rafael Kupkoviski, Cícero Ismael Tecchio

Dois Vizinhos/PR

Fonte: Embrapa

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AGRONEGÓCIO

CNA debate retirada da vacina contra febre aftosa

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Brasília (08/05/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) debateu, no sábado (8), a expectativa de retirada da vacina contra a febre aftosa no País. O tema fez parte do ciclo de discussões que aconteceu na 86ª Expozebu, promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), em Uberaba (MG).

A coordenadora de Produção Animal da CNA, Lilian Figueiredo, destacou que a retirada da vacina permitirá o aumento das exportações e a abertura de novos mercados para a carne brasileira.

“Temos visado mercados diferenciados. Hoje apenas Santa Catarina tem acesso a esses mercados que tem exigência sanitária mais restrita”.

Segundo Lilian, alguns países exigem que o Brasil seja sem vacinação para aceitar exportações do País, como Japão e Coreia do Sul, por exemplo. “O potencial produtivo do Brasil não se compara com outros países. Nós temos uma produção muito grande, vários tipos de cortes e raças. Então, temos condições de acessar esses mercados e o setor tem a expectativa de uma valorização da nossa carne pela retirada da vacinação”.

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), José Guilherme Leal, reforçou que o órgão não fala em retirada, mas em substituição da vacina por um sistema de vigilância mais ativo. “Por isso precisamos da estrutura dos órgãos de defesa agropecuária estaduais funcionando bem”.

Sobre a estrutura dos órgãos de defesa agropecuária, Lilian Figueiredo afirmou que um dos maiores entraves para a evolução dos estados é a questão financeira e, que, por isso, a CNA trabalha em conjunto com o Ministério para o desenvolvimento de ações, inclusive em contato com o Congresso Nacional para direcionamento de recursos das emendas parlamentares para os estados.

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Um dos pontos do debate foi a criação dos fundos estaduais para indenizar os produtores por eventuais focos da doença após a retirada da vacinação.

“Como setor privado, trabalhamos com os fundos para equipar a defesa sanitária estadual, para a compra de equipamentos com o intuito de auxiliar na vigilância da febre aftosa e na capacidade responsiva do órgão. Fazemos questão de acompanhar a evolução nos estados para a segurança do produtor rural”, ressaltou Lilian.

“Além do engajamento das federações de agricultura e dos sindicatos rurais, a questão dos fundos estaduais é primordial. É necessário ter esse fundo para dar tranquilidade aos pecuaristas e apoiar outras ações da defesa agropecuária nessa vigilância ativa para melhorar ainda mais”, afirmou José Guilherme Leal.

O secretário afirmou que o Mapa tem feito várias discussões sobre os fundos estaduais, oferecendo modelos com as melhores alternativas, mas também está estruturando um fundo nacional.

“Entendemos que tem que ser um fundo privado e não do governo. Estamos discutindo como fazer o aporte de recursos a esse fundo e com certeza terá que envolver também o setor de frigoríficos. Não podemos fazer um aporte de recursos vinculado ao GTA porque isso já é a forma de captação da maioria dos fundos estaduais”.

Sobre as ações em andamento, Lilian Figueiredo disse que a CNA está trabalhando para que o produtor rural fique informado sobre o status do seu estado e possa manter a vigilância após a retirada da vacinação. As ações de capacitação dos produtores é uma parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar).

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“É um material para o produtor saber identificar sintomas clínicos e como e quando fazer uma notificação. Isso estará dentro de um módulo de sanidade nos cursos do Senar voltados à pecuária. Além disso, abrimos o concurso “Pecuária Saudável”, em parceria com o Mapa e o Conselho Federal de Medicina Veterinária, para escolher os melhores projetos e conseguir ter um modelo que possa ser adequado nos estados em relação à febre aftosa”.

Já Leal reforçou que o ministério tem mantido os órgãos estaduais informatizados e garantido os recursos para a continuidade dos trabalhos de vigilância. Em âmbito nacional, Leal disse que está sendo feita uma vigilância reforçada de fronteira.

“Isso sempre em parceria com os estados que fazem as divisas do País. Também estamos com uma capacidade laboratorial muito boa para fazer os diagnósticos rápidos de qualquer suspeita e vamos ter um banco de vacinas reserva que estamos estruturando junto com o setor privado para qualquer eventual reentrada do vírus no Brasil”.

No final do mês de maio, os estados do Acre, Rondônia, Amazonas, Rio Grande do Sul e Paraná vão receber o status internacional de zona livre com vacinação concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE).

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Fonte: CNA Brasil

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