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Força tarefa do agro vai ajudar produtores com prejuízos da chuva de granizo no Espírito Santo

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As recentes chuvas de granizo atingiram municípios do interior e em Vargem Alta o cenário é de devastação. Muitas propriedades foram completamente dizimadas nas culturas de café, abacate, banana e olericultura. O Sistema Faes / Senar-ES / Sindicatos Rurais está auxiliando no levantamento técnico dos prejuízos e já inscrevendo os atingidos para receberem a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG).

O engenheiro Agrônomo e analista Técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Espírito Santo (Senar-ES), Murilo Pedroni, está em campo, junto com um representante do Sindicato Rural de Cachoeiro de Itapemirim e da secretaria municipal de agricultura de Vargem Alta, realizando assessoria técnica. O laudo que está sendo construído servirá para subsidiar a avaliação na busca de crédito nas instituições bancárias.

Na última segunda-feira (05), houve reunião com diversos órgãos do agro para iniciar as ações de avaliação de Vargem Alta e também outros municípios atingidos. O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Espírito Santo (Faes), Júlio Rocha, e o presidente do Sindicato Rural de Cachoeiro de Itapemirim/Vargem Alta, Wesley Mendes, também vice-presidente da Faes, estiveram presentes.

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Na ocasião, o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag), Paulo Foletto, anunciou a determinação do Governo Estadual em criar com recursos financeiros próprios uma linha de crédito especial a ser executada pelo Bandes, para atendimento emergencial aos produtores que tiveram prejuízos.

A Força Tarefa Emergencial do Agro Vargem Alta foi formada pois 80% dos danos das chuvas de granizo no Espírito Santo se concentram no município. “Percebemos que havia a necessidade de acelerar o levantamento de todas as perdas dos agricultores de Vargem Alta pois o cenário é desolador, muitos perderam até 100% de sua produção agropecuária e estão sem nenhuma expectativa de renda. Proprietários, meeiros e parceiros estão na mesma situação” destaca Wesley Mendes.

Participam da Força Tarefa junto com o Sistema Faes / Senar-ES e Sindicato Rural de Cachoeiro de Itapemirim/Vargem Alta o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e o Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) sob a coordenação da Secretaria de Agricultura de Vargem Alta.

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A Federação da Agricultura capixaba pede aos Sindicatos Rurais que avaliem a situação dos produtores nas demais regiões e façam contato para solicitar avaliação técnica também. Contato pelos telefones: (27) 3185-9227 | (27) 99932-3575.

Fonte: CNA Brasil

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Custo de produção de suínos passa dos R$ 7 por quilo vivo

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Os custos de produção de suínos e de frangos de corte tiveram uma elevada alta em abril segundo o estudo mensal publicado pela CIAS, a Central de Inteligência de Aves e Suínos da Embrapa, que disponibiliza as informações no site embrapa.br/suinos-e-ave/cias.

Em abril, os custos para produzir suínos aumentaram 2,33% em relação a março, fazendo o ICPSuíno, índice criado pela Embrapa para medir a variação nos custos de produção, ultrapassar pela primeira vez os 400 pontos, chegando a 402,40 pontos. No ano, o ICPSuíno já subiu 7,11%, acumulando uma alta de 44,55% nos últimos 12 meses. Com isso, o custo por quilo vivo de suíno produzido em sistema de ciclo completo em Santa Catarina subiu R$ 0,16 entre março e abril, chegando a R$ 7,03. Também é a primeira vez que o custo de produção por quilo de suíno vivo fica acima dos sete reais. A alimentação dos animais impactou em 82,11% os custos totais de produção de suínos. Deste porcentual, o milho participou com 46,88%, o farelo de soja com 25,37%, os núcleos vitamínico-minerais (premix) com 8,3% e o farelo de trigo com 1,55%.

Já o ICPFrango subiu 2,75% em abril na comparação com março, sendo que deste aumento 1,56% foi pintinho de corte e 0,94% a nutrição. No ano de 2021, este índice acumula alta de 14,08% nos custos totais de produção de frangos de corte. Nos últimos 12 meses, a variação é de 39,78%. O custo de produção do quilo do frango de corte vivo no Paraná, produzido em aviário tipo climatizado em pressão positiva, passou dos R$ 4,86 em março para R$ 4,99 em abril. A alimentação impactou 75,29% os custos totais de produção, acompanhado por pintinhos de um dia com 13,58% e mão de obra com 3,82%. A depreciação das instalações e o custo de capital impactaram em 1,93% e 1,60%, respectivamente.

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Os estados de Santa Catarina e Paraná são usados como referência nos cálculos por serem os maiores produtores nacionais de suínos e de frangos de corte, respectivamente.

Aplicativo Custo Fácil – A Embrapa lançou recentemente a nova versão do Custo Fácil. O aplicativo traz novidades para os produtores de frangos de corte e de suínos que têm o aplicativo instalado em seus celulares e tablets. Agora é possível editar e apagar granjas e dados de lotes, além de gerar relatórios dinâmicos das granjas, do usuário e das estatísticas da base de dados no servidor da Embrapa. Além disso, os relatórios permitem separar as despesas dos custos com mão de obra familiar. O aplicativo está disponível de forma gratuita para instalação em dispositivos Android, na Google Play. A nova versão também mostra ao produtor sua posição no ranking e as médias regionais dos principais indicadores econômicos (receita bruta, custo total, lucro líquido e geração de caixa) das granjas que declararam informações por meio do aplicativo ou no portal Custo Fácil na internet.

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Planilha de custos do produtor – Produtores de suínos e de frango de corte integrados podem usar na gestão da granja uma planilha eletrônica feita pela Embrapa. Ela compara a receita obtida com os custos de produção, acompanhando a geração de caixa da granja e o impacto da prestação do financiamento. A planilha ainda analisa o resultado e apresenta uma estimativa da Taxa Interna de Retorno (TIR) do investimento. Ela pode ser baixada no site da CIAS.

Fonte: Embrapa

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