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Fazenda é transformada com a chegada da Assistência do Senar

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É com um sorriso largo no rosto que o produtor rural, Edson Dias lembra quando pensou em desistir da atividade pecuária. A alegria se justifica porque o desânimo passageiro foi apenas uma etapa antes dos primeiros resultados da Assistência Técnica e Gerencial do SENAR surgirem. O produtor rural apostou na transformação da fazenda “Vaca Morta”, localizada no município de Ponte Alta do Bom Jesus, mesmo mantendo o nome da propriedade que remete a um tempo que ficou pra trás.

Antes da ATeG, um dos problemas que o produtor enfrentava era a perda de animais por conta de doenças. “Trabalhava sem conhecimento, não tinha estrutura e o gado vivia doente”, contou o produtor. No entanto, segundo o técnico de campo, Osmir Júnior, foi possível identificar logo de cara que existia tanto problema na qualidade da água como na alimentação do gado. “Os animais adoeciam por problemas na água que bebiam da barragem e que não tinha qualidade, resultando em muitas verminoses”, lembra. Para estancar os problemas e iniciar a virada na propriedade, as nascentes foram cercadas e arborizadas e foram construídos seis bebedouros que passaram a oferecer água de qualidade para os animais. Apesar dos investimentos, os custos de produção diminuíram com a redução drástica de gastos com medicação e tratamento dos animais.

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A chegada do Senar também proporcionou avanços na qualidade da alimentação do gado, com a introdução de silagem de fabricação própria. Atualmente são produzidos cerca de 2 mil sacos de silagem por ano, que atende bem a demanda da fazenda no período da seca. “Antes nós trabalhávamos com forrageira, todos os dias tínhamos que cortar e levar para o gado, um trabalho diário pela manhã e pela tarde e bem cansativo. “Com o início da fabricação de silagem, além de garantir mais fonte nutricional para os animais, conseguimos ter mais tempo para organizar outras atividades da fazenda”, pontuou o produtor.

O produtor rural também teve o apoio da ATeG do Senar nos ajustes da suplementação animal, na recuperação das pastagens, na construção do poço artesiano e na gestão e controle da propriedade. Foi quando o produtor Edson e a família dele perceberam a diferença no trabalho e que o esforço estava sendo recompensado. “Quando chegamos aqui na fazenda, encontramos um produtor desmotivado, querendo desistir, mas hoje colhemos os resultados da dedicação e persistência. A lotação animal da pastagem destinada ao gado de corte aumentou de 88 para 120 animais, uma evolução que estava distante da realidade do produtor e só foi possível com o SENAR”, afirmou o técnico de campo.

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Para conhecer mais sobre o programa de Assistência Técnica e Gerencial do SENAR, acesse nosso site. Fique por dentro também de todas as informações relacionadas ao agro. (www.senar-to.com.br / www.faetrural.com.br ).

Fonte: CNA Brasil

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CNA debate ações para mitigar danos por geadas e granizo nos cafezais

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Brasília (20/10/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, na quarta (21), a live “O que fazer após os danos por geada e granizo no cafezal?”.

O debate foi moderado pelo coordenador de Produção Agrícola da CNA, Maciel Silva, e contou com a participação do diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura, Pedro Loyola; do pesquisador da Fundação Procafé, Marcelo Jordão; e da superintendente de Seguros Agrícolas da Mapfre, Cátia Rucco.

Maciel Silva destacou que as perdas relacionadas aos eventos climáticos foram expressivas para a cultura do café em 2021. A safra, que já seria menor em função do ciclo de bienalidade, teve uma redução da produção intensificada pelo déficit hídrico no segundo semestre de 2020 e primeiro semestre de 2021.

Outro problema grave foram a geada e o granizo. Segundo ele, mesmo com quase 80% da área com café no País colhida no momento de ocorrência da geada, o impacto deverá comprometer o potencial inicial da safra 2022. Já o granizo provocou danos em áreas pontuais.

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“O Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), do qual a CNA faz parte, já aprovou a reserva de R$ 1,3 bilhão do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé), que será utilizado em uma linha específica para a recuperação de cafezais danificados, mas compreender os tratos culturais necessários é de extrema relevância”, disse o coordenador de Produção Agrícola da CNA.

Na opinião de Pedro Loyola, apesar dos esforços para desenvolver o mercado do seguro rural através do Programa de Subvenção ao Seguro Rural, do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) e do Monitor do Seguro Rural, a adesão dos produtores ainda é muito baixa.

De acordo com ele, a área segurada em café foi de 105,6 mil hectares em 2021, resultando em um valor de R$ 1,4 bi e um prêmio de seguro rural de apenas R$ 46 milhões, o que não cobre nem 7% do potencial de seguro para café no Brasil.

“Alteramos o plano trienal e esse ano o cafeicultor passou a ter subvenção de 40%. As taxas são acessíveis e o produtor precisa ver como um investimento”, disse o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do Ministério da Agricultura.

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O pesquisador da Fundação Procafé falou sobre o manejo agronômico das lavouras de café afetadas. Marcelo Jordão fez recomendações técnicas pós-geada, especialmente sobre podas, e abordou tratamentos após chuva de granizo.

Cátia Rucco ressaltou as diferenças do café para outras culturas seguradas e a necessidade de seguros específicos para a atividade. Conforme ela, existem produtos que cobrem a vida da planta ou o grão do café, de acordo com os níveis de risco de cada produtor.

“Devemos buscar meios de levar aos produtores os principais riscos a que a atividade está submetida, os produtos de seguro disponíveis no mercado e a relevância do seguro rural para gestão de riscos”, declarou.

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Fonte: CNA Brasil

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